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  • Pesquisa para deputado federal de Mato Grosso do Sul; veja os números!

    Instituto Ranking Brasil divulgou neste domingo (03/07/2022) o resultado da quinta pesquisa sobre a eleições 2022 em Mato Grosso do Sul. O levantamento foi realizado com 3 mil eleitores em 30 municípios do estado.

    PESQUISA ESPONTÂNEA

    Na pesquisa que foi realizada de forma espontânea, uma pergunta é feita aos entrevistados e não é dada nenhuma alternativa para resposta. Esta pesquisa serve para medir a lembrança da pessoa que participa do levantamento e a importância que eles dão aos questionamentos.

    Quando as opções de nomes dos pré-candidatos a deputados federais não são apresentados para representar a população de Mato Grosso do Sul:

    • VANDER LOUBET – 2,50%
    • GERALDO RESENDE – 2,00%
    • BETO PEREIRA – 1,90%
    • TEREZA CRISTINA – 1,60%
    • ROSE MODESTO – 1,40%
    • PROFESSOR JUARI – 1,20%
    • WALTER CARNEIRO JR – 1,10%
    • FLÁVIO CABO ALMI – 1,00%
    • HENRIQUE MANDETTA – 0,90%
    • FÁBIO TRAD – 0,80%
    • REINALDO AZAMBUJA – 0,80%
    • CARLOS MARUN – 0,80%
    • WALDEMIR MOKA – 0,70%
    • DIONE HASHIOKA – 0,70%
    • DELCÍDIO DO AMARAL – 0,60%
    • VICTOR TATÃO – 0,50%
    • WALDELI DOS SANTOS – 0,40%
    • DR. ANTONIO CRUZ – 0,40%
    • MARCOS POLLON – 0,40%
    • MURILO ZAUITH – 0,30%
    • SINDOLEY MORAIS – 0,30%
    • TIO TRUTIS – 0,30%
    • KELIANA FERNANDES – 0,30%
    • CAMILA JARA – 0,30%
    • OUTROS NOMES FORAM CITADOS ENTRE 0,20% E 0,03%
    • B/N/I/N/NÃO RESPONDEU – 41,30%

    VEJA A LISTA COMPLETA:

    DADOS DA PESQUISA:

    Foram entrevistados três mil eleitores acima de 16 anos em 30 municípios do Estado entre os dias 27 de junho e 02 de julho de 2022. O levantamento tem os registros no TSE com os números: MS-02344/2022 e BR-05621/2022. A margem de erro máxima estimada é de 1,8 pontos percentuais, para mais ou para menos. O intervalo de confiança é de 95%. O Instituto Ranking Brasil é registrado no Conre 1 com o número: 8561.

    Fonte: DiárioMSNEWS.

  • Pesquisa para deputado estadual de Mato Grosso do Sul; veja os números!

    Instituto Ranking Brasil divulgou neste domingo (03/07/2022) o resultado da quinta pesquisa sobre a eleições 2022 em Mato Grosso do Sul. O levantamento foi realizado com 3 mil eleitores em 30 municípios do estado de forma espontânea.

    PESQUISA ESPONTÂNEA:

    Quando as opções de nomes dos pré-candidatos a deputados estaduais não são apresentados para representar a população na Assembleia Legislativa:

    • PAULO CORRÊA – 2,40%
    • LÍDIO LOPES – 1,80%
    • MARCIO FERNANDES – 1,60%
    • NENO RAZUK – 1,40%
    • LUCAS DE LIMA – 1,20%
    • MARÇAL FILHO – 1,10%
    • GERSON CLARO – 1,00$
    • JOÃO HENRIQUE CATAN – 0,90%
    • PEDRO CARAVINA – 0,80%
    • BARBOSINHA – 0,80%
    • ROBERTO HASHIOKA – 0,80%
    • PAULO DUARTE – 0,70%
    • JUNIOR MOCHI – 0,70%
    • RHIAD ABDULAHAD – 0,70%
    • CORONEL DAVID – 0,60%
    • DR. FLÁVIO BARBOSA – 0,60%
    • PROFESSOR RINALDO – 0,60%
    • PASTOR MAURO ORTIZ – 0,60%
    • FABIANO REIS – 0,60%
    • AIRTON SARAIVA – 0,50%
    • FÁBIO BEZERRA – 0,40%
    • JAMILSON NAME – 0,30%
    • MARCELO SALOMÃO – 0,30%
    • PEDROSSIAN NETO – 0,20%
    • LONDRES MACHADO – 0,20%
    • FELIPE ORRO – 0,20%
    • AMARILDO CRUZ – 0,20%
    • CAPITÃO CONTAR – 0,20%
    • BETINHO – 0,20%
    • ANTONIO VAZ – 0,20%
    • EVANDER VENDRAMINI – 0,20%
    • MARCOS TABOSA – 0,20%
    • PEDRO KEMP – 0,20%
    • OUTROS NOMES FICARAM ENTRE 0,10% E 0,03%
    • B/N/I/N/NÃO RESPONDEU – 41,30%

    VEJA A LISTA COMPLETA:

    DADOS DA PESQUISA:

    Foram entrevistados três mil eleitores acima de 16 anos em 30 municípios do Estado entre os dias 27 de junho e 02 de julho de 2022. O levantamento tem os registros no TSE com os números: MS-02344/2022 e BR-05621/2022. A margem de erro máxima estimada é de 1,8 pontos percentuais, para mais ou para menos. O intervalo de confiança é de 95%. O Instituto Ranking Brasil é registrado no Conre 1 com o número: 8561.

    Fonte:Diariomsnews.

  • Lula atrai multidão em caminhada com o povo baiano

    O ex-presidente Lula está em Salvador para uma série de encontros com o povo e lideranças locais e nacionais. Ele também participará do Grande Ato pela Independência

    O ex-presidente Lula está em Salvador para uma série de encontros com o povo e lideranças locais e nacionais. 

    Pela manhã, o petista participou do tradicional cortejo pelo bairro da Lapinha, juntamente com sua esposa, Janja, o governador Rui Costa, o pré-candidato ao governo pelo PT, Jerônimo Rodrigues. e o ex-governador de São Paulo, Geraldo Alckmin.

    “Eu acho que seria importante que o povo brasileiro conhecesse o que é o 2 de Julho na Bahia. Aqui, a Independência foi feita com sangue, com morte de negros, indígenas, padres, freiras e o povo trabalhador que lutou para expulsar os portugueses. Então é isso que você vê, não é um desfile militar, é um desfile do povo, isso que significa independência”, disse Lula durante a caminhada na Lapinha. 

    Lula participará do Grande Ato pela Independência no estacionamento da Arena Fonte Nova, com horário de início previsto para as 11h00. O evento celebra a luta de independência na Bahia –iniciada em 19 de fevereiro de 1822 e durou até a expulsão definitiva dos portugueses em 2 de julho de 1823.

    Os pré-candidatos Jair Bolsonaro, Ciro Gomes e Simone Tebet também estão em Salvador neste sábado, 2. O chefe de governo participou de um passeio de moto na capital baiana. 

    Ciro e Tebet se encontraram durante a caminhada. O pedetista publicou uma foto do momento, afirmando que democracia é “convivência harmônica e respeitosa”.

    A senadora também compartilhou o momento em seu Instagram. “Adversário não é inimigo. O Brasil precisa de tolerância e respeito”, disse ela.

    Fonte: Brasil247.

  • Por que o governo esconde o caso do espião russo preso no Brasil

    Sob o comando do general Augusto Heleno, a inteligência brasileira viu dedo da CIA e tentativa de minar relação de Bolsonaro com Putin

    O Palácio do Planalto baixou uma ordem de silêncio para os órgãos de investigação e de inteligência envolvidos na prisão de Sergey Vladimirovich Cherkasov, cidadão russo preso pela Polícia Federal e apontado pelo serviço de inteligência da Holanda como um espião a serviço do regime de Vladimir Putin que usava identidade brasileira falsa para tentar se infiltrar no Tribunal Penal Internacional, em Haia.

    Desde que as primeiras informações sobre Cherkasov chegaram ao governo brasileiro, ainda em abril, o caso ganhou contornos que beiram um roteiro de filme hollywoodiano.

    Auxiliares diretos da Presidência da República foram convencidos pela área de inteligência de que, por trás do caso, haveria um movimento oculto do governo americano — da CIA, em especial — para criar uma crise diplomática entre o Brasil e a Rússia e contrapor Jair Bolsonaro e Putin.

    O fator fertilizantes

    Na contramão da maior parte da comunidade internacional, o governo brasileiro mantém relação amistosa com Moscou mesmo após a deflagração, pelos russos, da guerra contra a Ucrânia. O país adota posição politicamente neutra quanto ao conflito, condenado pela maioria das democracias ocidentais.

    No início desta semana, Bolsonaro falou por telefone com Putin. O presidente russo garantiu ao colega brasileiro a continuidade do fornecimento de fertilizantes, cujo mercado mundial foi fortemente afetado a partir do início da guerra.

    A Rússia é um dos maiores fornecedores globais de adubos e fertilizantes, e a interrupção das exportações para o Brasil poderia afetar sensivelmente o agronegócio.

    Esse é um dos motivos pelos quais, desde o início da guerra, Jair Bolsonaro faz questão de não se indispor com Vladimir Putin, contrariando pressões vindas especialmente do governo americano.

    Tarja de secreto

    Foi justamente essa orientação geral que guiou a postura brasileira no caso do espião russo. Tão logo recebeu os primeiros relatórios sobre o assunto, o general Augusto Heleno Ribeiro, chefe do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência, sob o qual está a Agência Brasileira de Inteligência (Abin), ordenou que todas as informações passassem a ser tratadas como secretas.

    Sobreveio, então, a ordem do Planalto para que todos os órgãos envolvidos — a própria Abin, a Polícia Federal e o Itamaraty — falassem o menos possível acerca do tema. Tanto foi assim que, sobre o assunto, a PF limitou-se a divulgar uma nota sucinta confirmando a prisão, sem quaisquer detalhes.

    Outra diretriz foi para que o Brasil não admitisse, em nenhum momento, tratar-se de um caso de espionagem.

    Dentro da mesma estratégia, optou-se por enquadrar Cherkasov por uso de documentos falsos, um crime de menor potencial ofensivo. Admitir a prisão de um espião russo, na visão dos mesmos integrantes do governo que optaram por colocar panos quentes no assunto, automaticamente criaria de imediato um desconforto na relação com a Rússia.

    A prisão

    Segundo o serviço secreto holandês, Sergey Cherkasov, de 36 anos, passou 12 anos construindo a identidade falsa: Viktor Muller Ferreira, 33 anos, nascido em Niterói, no Rio de Janeiro.

    Ele teria chegado ao Brasil em 2010. Depois, já usando a identidade brasileira, morou nos Estados Unidos e na Holanda, onde tinha conseguido uma vaga de estágio no Tribunal Penal Internacional (TPI), também conhecido como Corte Penal de Haia.

    Já sob monitoramento, ele veio recentemente ao Brasil e, em abril, embarcou em um voo daqui para a Holanda. Ao chegar lá, teve a entrada negada pelo governo holandês, que apontou a falsidade documental, o mandou de volta para o Brasil e avisou as autoridades brasileiras, às quais não restou alternativa a não ser prendê-lo no desembarque.

    Junto com o alerta, os holandeses compartilharam toda a história com os órgãos de inteligência e investigação do Brasil. O governo passou a saber, desde então, que por trás dos documentos falsos havia um homem apontado por um país estrangeiro como um espião russo que tentava se infiltrar no tribunal penal — um caso, evidentemente, de repercussão internacional.

    A estratégia do Brasil, porém, foi manter tudo sob o mais absoluto segredo. Era para ficar assim. Até que, tempos depois da prisão, e diante do silêncio brasileiro, no último dia 16 de junho o próprio serviço secreto da Holanda fez um comunicado público em que anunciou ter desmascarado o agente russo.

    Teoria da conspiração ou realidade?

    É quase impossível estabelecer em que medida a leitura feita pelos chefes da inteligência brasileira está calcada na realidade ou se baseia em teorias da conspiração. Mas os argumentos que definiram a sequência da trama são, no mínimo, interessantes.

    Junto com o general Augusto Heleno, a cúpula da Abin avaliou que era preciso manejar o caso com todo o cuidado para não melindrar a Rússia. E daí se desenrolaram os passos seguintes: manter discrição e não “comprar” a versão da espionagem.

    Foi ao fazer a avaliação que levou a essa decisão que a Abin e o GSI enxergaram o dedo dos Estados Unidos na história. No entender dos oficiais encarregados de analisar o caso, o serviço secreto holandês, que não tem atuação relevante em território brasileiro, não teria condições de descobrir sozinho a história do espião.

    A leitura foi a de que a CIA estaria por trás da operação, em parceria com os holandeses, e estaria aproveitando o caso para provocar um estresse diplomático capaz de minar a relação de Brasília com Moscou.

    O gabinete de Bolsonaro comprou a avaliação — e avalizou a proposta de não morder o que, para a Abin e para Heleno, seria uma “isca”.

    Até hoje, a Abin e o GSI entendem que foi feita a coisa certa. Para os envolvidos na condução do caso, um indício do suposto plano mirabolante de americanos e holandeses é o fato de a Holanda não ter dado publicidade imediata à descoberta.

    “Eles, na verdade, esperavam que o Brasil anunciasse a prisão de um espião russo, o que faria barulho e poderia gerar uma crise com Putin. Só que não caímos. E como não anunciamos nada, depois eles mesmos vazaram”, diz, sob reserva, uma fonte a par do caso.

    A prova

    A ordem é deixar o caso na surdina e continuar dando à trama ares de caso ordinário, embora a cúpula da inteligência brasileira acompanhe com máxima atenção os desdobramentos do episódio na Justiça, onde Sergey Cherkasov responderá pelo crime de falsificação de documentos.

    Até dias atrás, mesmo nas comunicações reservadas com os serviços secretos estrangeiros, a Abin seguia negando ter elementos para enquadrar o russo como espião. Não está, porém, contando tudo.

    A agência dificilmente admitirá, mas já sabe que ele é, sim, um agente a serviço de Moscou. A coluna apurou que os oficiais da inteligência brasileira já têm provas de que, depois de preso, Cherkasov pediu socorro a integrantes dos serviços de inteligência russos.

    A ficha do espião

    No comunicado feito em junho, o serviço secreto holandês afirmou que Sergey Cherkasov trabalha para o GRU, a maior agência de inteligência da Rússia com operações no exterior. O GRU é ligado às Forças Armadas russas.

    “Esta foi uma operação do GRU de longo prazo e de vários anos, que custou muito tempo, energia e dinheiro”, declarou Erik Akerboom, do Serviço Geral de Inteligência e Segurança Holandês, o AIVD.

    Os holandeses disseram que resolveram dar publicidade ao caso para evidenciar as estratégias da inteligência russa que põem em risco instituições internacionais como o Tribunal Penal Internacional.

    Em nota, a agência afirmou que, se o oficial de inteligência tivesse conseguido entrar no TPI, poderia coletar informações, recrutar fontes e até ter acesso aos sistemas digitais da Corte.

    O Tribunal Penal Internacional investiga possíveis crimes de guerra cometidos pela Rússia — e por Putin — na Ucrânia.

    O silêncio continua

    A coluna procurou os órgãos brasileiros que tratam ao caso em busca de manifestações oficiais. A Abin afirmou que não comenta. O Itamaraty — indagado, inclusive, se Moscou pediu para que o espião seja devolvido — não respondeu. A Polícia Federal silenciou.

    Fonte: Metrópoles.

  • Novo deve ir ao STF contra a PEC Kamikaze

    PEC tem potencial de aumentar o rombo das contas públicas em mais de R$ 40 bilhões

    O partido Novo deverá ingressar com uma Adin (Ação Direta de Inconstitucionalidade) no STF (Supremo Tribunal Federal) caso a chamada PEC Kamikaze, aprovada nesta quinta (30) no Senado, passe na também na Câmara.

    A PEC tem potencial de aumentar o rombo das contas públicas em mais de R$ 40 bilhões, novamente flexibilizando o Teto de Gastos e prejudicando ainda mais o cenário fiscal e econômico brasileiro.

    Além disso, o governo quer aprovar estado de emergência no país para burlar a legislação eleitoral, que impede utilizar a máquina pública para beneficiar um candidato em ano de eleições.

    Eduardo Ribeiro, presidente do Novo, já acionou o partido para elaborar a Adin:

    “Nosso jurídico já está trabalhando na tese, mas é impressionante a velocidade com que o Congresso faz remendos casuísticos, e ao mesmo tempo é de uma letargia também impressionante quando se trata das reformas estruturais”.

    Fonte: CNN.

  • Sem reajuste, PRFs protestam contra Bolsonaro durante motociata

    Sem reajuste que havia sido prometido pelo presidente da República, categoria subiu o tom das reclamações públicas contra ele

    Com a confirmação de que não receberão reajuste que vinha sendo prometido há anos, Policiais Rodoviários Federais perderam a paciência com o presidente Jair Bolsonaro (PL) e, por meio de seus sindicatos, passaram a atacar diretamente o chefe do Executivo federal.

    Nesta quinta-feira (30/6), sindicalistas da categoria, que se notabilizou por ser uma das mais próximas e fiéis a Bolsonaro ao longo do mandato, exibiram faixas de protesto ao longo da trajetória de uma motociata do presidente com apoiadores em Campo Grande, capital de Mato Grosso.

    “Presidente Paulo Guedes, devolva a caneta Bic ao ministro Bolsonaro”, dizia, ironicamente, o texto de uma das faixas (imagem em destaque), dando a entender que o presidente não teve força política para convencer seu ministro da Economia a permitir o reajuste ao menos para categorias da segurança pública federal. “Bolsonaro, cumpra sua palavra” e “Quem é o dono da caneta Bic?” eram outras frases lidas nos cartazes.

    Vai e volta

    O governo federal previu R$ 1,7 bilhão no Orçamento deste ano para a concessão de reajustes a servidores e havia decidido beneficiar apenas PRFs, Policiais Federais e Policiais Penais de presídios federais. Diante da pressão das demais categorias, porém, Bolsonaro chegou a anunciar que daria um reajuste linear de 5% para todos os funcionários públicos federais.

    Como a proposta, longe de cobrir a inflação do período sem reajustes, não agradou ninguém, o governo acabou recuando e decidindo não atender ninguém.

    “Bolsonaro mentiu”

    Outro protesto chamativo foi feito pelos servidores, também nesta quinta, em um evento em celebração aos 94 anos da PRF na sede do órgão em Florianópolis (SC). Enquanto o evento se desenrolava, com discursos de autoridades, circulava pelo céu da capital catarinense um avião carregando uma grande faixa, na qual se lia: “Nada a comemorar: Bolsonaro mentiu pros PRFs”.

    “O sistema sindical dos PRFs reitera sua posição de indignação com a falta do cumprimento da palavra do Presidente da República. Policiais rodoviários federais por todo o Brasil estão adoecendo, muitos outros estão perdendo a motivação de seguir na carreira por conta da real desvalorização promovida pelo governo Bolsonaro, que vai se transformando no pior governo para as forças policiais da União das últimas décadas”, diz texto divulgado pela Federação dos sindicatos da categoria.

    O avião sobrevoou o local por cerca de uma hora e também passou por outras áreas urbanas da região de Florianópolis.

    Fonte: Metrópoles.

  • Em MS, Bolsonaro pergunta ‘o que falta para sermos felizes’ e ouve: ‘o Lula voltar’ – vídeo

    Durante discurso na entrega de imóveis em Campo Grande hoje, o presidente Jair Bolsonaro questiona a plateia sobre “o que falta para sermos felizes”. No meio da plateia, alguém grita como resposta: “O Lula voltar”. Bolsonaro continuou discursando, mas se irritou com interrupções do lulista, e desafiou: “Se quiser discursar, vem pra cá ou se candidata”. Veja o vídeo reproduzido pelo site Metrópoles.

    Fonte: Metrópoles.

  • Bolsonaro promete voltar a MS na campanha e não cita nomes ao agradecer ‘dois pré-candidatos ao governo’

    Bolsonaro prometeu voltar a Campo Grande no período de campanha eleitoral e disse que hoje ‘não era o momento’

    O presidente Jair Bolsonaro (PL) não citou nenhum dos pré-candidatos ao governo do Estado de Mato Grosso do Sul durante agenda nesta quinta-feira (30) em Campo Grande, mas prometeu voltar para fazer campanha. “Agradeço aos dois pré-candidatos ao governo do Estado. Não vou citar nomes”, comentou, ao encerrar o discurso durante a entrega dos 300 apartamentos no Residencial Canguru, pelo Programa Casa Verde.

    “Eu prometo por ocasião das eleições voltar a Campo Grande para fazer campanha. O momento é outro. Entrega de chave de apartamento”, finalizou.

    O presidente Bolsonaro chegou acompanhado do Ministro de Desenvolvimento Regional, Daniel Ferreira, dos deputados federais, Luiz Ovando (PP), Loester Trutis (PL) e Tereza Cristina (PP), além de ser recepcionado pelos pré-candidatos ao Governo do Estado Capitão Contar (PRTB), que organiza uma motociata em apoio ao presidente, e Eduardo Riedel (PSDB).

    O residencial

    Residencial no Jardim Canguru é um empreendimento que integra o Programa Casa Verde e Amarela e conta com investimento total de R$ 29 milhões, porém 85% do valor aplicado são do Governo Federal e os demais montantes do Governo do Estado.

    O conjunto habitacional conta com cinco blocos de quatro andares, com quatro apartamentos por pavimento, além de infraestrutura completa, com drenagem, esgoto, água, pavimentação, energia elétrica, iluminação pública e transporte público. Nas proximidades, há creches, escolas, postos de saúde e de segurança.

    Fonte: Midiamax.

  • Bolsonaro muda versão e admite haver ‘casos isolados’, mas não ‘corrupção endêmica’ no governo

    Presidente costumava dizer que não havia nenhum caso de irregularidade em sua administração

    Após anos dizendo que não havia nenhum caso de corrupção em seu governo, o presidente Jair Bolsonaro mudou o discurso e admitiu nesta quarta-feira que há “casos isolados” de irregularidades. Bolsonaro disse, no entanto, que não há “corrupção endêmica”.

    A mudança de postura ocorreu após a prisão do ex-ministro da Educação Milton Ribeiro, ocorrida semana passada, por suspeitas de envolvimento em corrupção e tráfico de influência durante sua gestão. Ribeiro foi posteriormente solto, mas segue sendo investigado.

    — Bem como o combate à corrupção. Isso nós estamos muito bem no governo. Não temos nenhuma corrupção endêmica no governo. Tem casos isolados que pipocam e a gente busca solução para isso — discursou Bolsonaro, durante evento promovido pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).

    O discurso contra a corrupção foi um dos pilares de Bolsonaro na campanha eleitoral de 2018 e continuou sendo muito utilizando durante seu governo. Em março, por exemplo, o presidente afirmou que não havia “qualquer denúncia de corrupção” em seus ministérios

    — E quando se fala em corrupção, nós temos que falar: três anos e três meses sem qualquer denúncia de corrupção em nossos ministérios. Tentam a toda maneira nos igualar com quem nos antecedeu, mas não conseguirão, porque é um governo que acima de tudo tem profundo respeito pela sua população.

    A prisão do ex-ministro da Educação Milton Ribeiro, no entanto, é somente o caso mais recente envolvendo suspeitas de corrupção no governo. No quarto ano de mandato, a gestão de Bolsonaro — que se elegeu tendo o discurso anticorrupção como tônica de sua campanha — já acumula acusações e investigações que envolvem ministros e importantes estruturas de governo.

    Fonte: Globo.com

  •  funcionárias denunciam presidente da Caixa por assédio sexual

    Casos são investigados, sob sigilo, pelo Ministério Público Federal. Durante semanas, a nossa reportagem ouviu os relatos das vítimas

    Pedro Duarte Guimarães, 51 anos, assumiu a presidência da Caixa Econômica Federal logo após a posse de Jair Bolsonaro. Desde então, tornou-se um dos integrantes do governo mais próximos do presidente da República. Por meses a fio, especialmente no período da pandemia, quando o Palácio do Planalto precisava propagandear ao máximo o auxílio emergencial distribuído aos brasileiros mais carentes, foi figura frequente nas tradicionais transmissões on-line feitas por Bolsonaro nas noites de quinta-feira.

    Até hoje, costuma ser convidado para solenidades presidenciais importantes, e se coloca sempre ao lado de Jair Bolsonaro. Há duas semanas, por exemplo, ocupou lugar de destaque na cerimônia realizada na Bolsa de Valores de São Paulo para que fosse batido o martelo da privatização da Eletrobrás. Um pouco antes, quando o presidente foi a Pernambuco para sobrevoar áreas atingidas por enchentes e anunciar o envio de recursos federais para o estado, lá estava ele. Na live da semana passada, era convidado de honra, paramentado com um colete estampado com a logomarca da Caixa. Nesta terça-feira (28/6), ele acompanhou Bolsonaro na entrega de moradias populares em Maceió.

    Graças à visibilidade que ganhou a partir da entrada para o governo, Pedro Guimarães planejava até sair candidato a deputado ou a senador nas próximas eleições. Acabou desistindo depois de ser apresentado a pesquisas pouco animadoras sobre suas chances de vitória.

    Carioca, antes de chegar a Brasília Guimarães já havia percorrido uma longa trajetória no mercado financeiro. Ocupou cargos elevados em bancos importantes e em fundos de investimentos. Ao assumir a Caixa, o economista fez questão de ecoar o discurso que elegeu Bolsonaro. Quando o governo ainda não tinha se aliado ao Centrão, dizia que era preciso agir contra a roubalheira dos indicados do grupo que haviam ocupado altos cargos no banco durante a era petista.

    Com um estilo um tanto exótico de administrar, causou polêmica tempos atrás ao aparecer em vídeos ordenando que empregados da instituição fizessem flexões durante uma cerimônia pública, a pretexto de motivá-los. Acabou processado por constranger os subordinados indevidamente. Técnicas semelhantes de “motivação” chegaram a ser usadas por ele no dia a dia no imenso edifício que abriga a sede nacional da Caixa, na região central de Brasília.

    Por um período, quando decidia descer pelas escadas as duas dezenas de andares que separam o seu gabinete do térreo, saía colhendo os funcionários que encontrava pelo caminho à espera do elevador e os convocava para acompanhá-lo no “exercício”. Não restava alternativa para quem recebia o chamado: dizer não à convocação do presidente em seus expedientes quase militares poderia virar um problema.

    Nos bastidores da Caixa, já há algum tempo correm relatos de que, para além dessas questionáveis sessões de coaching impostas aos empregados, Guimarães coleciona episódios de assédio sexual dentro do banco. Nada, porém, havia avançado para providências capazes de colocar em xeque sua permanência no cargo. Até agora.

    No fim do ano passado, um grupo de funcionárias decidiu romper o silêncio e denunciar as situações pelas quais passaram. Há mais de um mês, a coluna vem colhendo os relatos de algumas dessas mulheres. Todas elas trabalham ou trabalharam em equipes que servem diretamente ao gabinete da presidência da Caixa. Cinco concordaram em dar entrevistas, desde que suas identidades fossem preservadas. Elas dizem que se sentiram abusadas por Pedro Guimarães em diferentes ocasiões, sempre durante compromissos de trabalho.

    Os depoimentos são fortes. As mulheres relatam toques íntimos não autorizados, abordagens inadequadas e convites heterodoxos, incompatíveis com o que deveria ser o normal na relação entre o presidente do maior banco público brasileiro e funcionárias sob seu comando.

    A iniciativa dessas mulheres levou à abertura de uma investigação que está em andamento, sob sigilo, no Ministério Público Federal. Algumas das funcionárias que concordaram em falar para esta reportagem já prestaram declarações oficialmente aos procuradores. Outras deverão ser convidadas a depor em breve. Este é o primeiro caso público de assédio sexual envolvendo um alto funcionário do governo Jair Bolsonaro.

    Vários dos testemunhos estão relacionados a viagens realizadas por Pedro Guimarães como parte do programa Caixa Mais Brasil, criado por ele para descentralizar a gestão e dar mais visibilidade ao banco pelo país afora. Desde janeiro de 2019, foram realizadas mais de 140 visitas a cidades de todas as regiões.

    Com outros executivos e um séquito de funcionários – e funcionárias – que o acompanham a partir de Brasília, Guimarães visita agências, se reúne com autoridades locais e conhece projetos sociais financiados pelo banco. As viagens ocorrem principalmente nos finais de semana.

    O presidente, seus auxiliares mais próximos e os demais funcionários que integram a comitiva ficam hospedados em hotéis e participam de eventos e confraternizações durante os quais, de acordo com os depoimentos, ocorreram vários dos episódios.

    A seguir, reproduzimos os principais relatos obtidos nas entrevistas realizadas com as funcionárias da Caixa que concordaram em falar – algumas, vale dizer, ocupam posições relevantes na estrutura do banco. Elas terão as identidades preservadas, como pediram, e serão identificadas ao longo do texto por nomes fictícios. Detalhes das situações que as mulheres narram foram subtraídos para evitar que, a partir dos relatos, elas possam ser reconhecidas. Pedro Guimarães foi procurado pela coluna, mas não aceitou falar até a publicação desta reportagem. A Caixa enviou uma nota na qual diz não ter conhecimento das denúncias (leia a íntegra ao final da reportagem).

    “Dono das mulheres”

    Ana afirma que, a depender da proximidade que tem com algumas das mulheres, Pedro Guimarães passa a se sentir “dono” delas. “É comum ele pegar na cintura, pegar no pescoço. Já aconteceu comigo e com várias colegas”, diz. “Ele trata as mulheres que estão perto como se fossem dele.” A reportagem teve acesso a registros que corroboram o relato, mas optou por não exibi-los para não expor a funcionária envolvida. Ana relata que, diante de negativas das subordinadas, ele insiste: “Ele já tentou várias vezes avançar o sinal comigo. É uma pessoa que não sabe escutar não”. “Quando escuta, vira a cara e passa a ignorar. Quando me encontrava, nem me cumprimentava mais”, completa.

    “Discos voadores”

    Dentro da Caixa, uma prática apontada como comum na atual gestão deu origem a um epíteto: “discos voadores”. Assim são chamadas as mulheres que, durante as viagens pelo país, despertam a atenção do presidente do banco a ponto de ele chamá-las para atuar em Brasília. Por vezes, diz uma das mulheres, funcionárias são promovidas hierarquicamente mesmo sem preencher os requisitos necessários e acabam transferidas para a sede, por conveniência de Guimarães.

    “Mulher bonita é sempre escolhida para viajar”

    A escolha das mulheres que integram a comitiva de Pedro Guimarães nas viagens do programa Caixa Mais Brasil é feita diretamente pelo gabinete dele, denunciam as funcionárias. As selecionadas são comunicadas, segundo Ana, como quem recebe a notícia de que acabou de ganhar um prêmio. E o critério da seleção, diz Valéria, outra funcionária, é definido de acordo com as preferências de Guimarães: “Tem um padrão. Mulher bonita é sempre escolhida para viajar”. “Ele convida para as viagens as mulheres que acha interessantes”, afirma.

    “Você gosta de sauna?”

    Entre os relatos há algo que aparece em mais de uma oportunidade: convites, durante as viagens, para as funcionárias irem à piscina ou à sauna na companhia do presidente do banco nos horários de folga na agenda. “Ele me chamou para ir para sauna com ele. Perguntou: ‘Você gosta de sauna?’. Eu disse: ‘Presidente, eu não gosto’. Se eu tivesse respondido que gosto, ele daria prosseguimento à conversa. De que forma eu falo não? Então, eu tenho que falar que não gosto. É humilhante. Ele constrange”, diz Thaís. Ela afirma que, na mesma viagem, Guimarães a beliscou. Thaís diz que aquela foi uma das primeiras vezes em que foi destacada para viajar com o presidente da Caixa. “Ele praticamente nunca tinha me visto antes.” Beatriz, mais uma das funcionárias que se sentiram assediadas, relata que, depois de Guimarães puxar conversa sobre suas habilidades de nadador (na juventude, ele chegou a participar de competições), também recebeu um convite que classifica como estranho para nadar. “Eu falei que não ia”, diz. Ela afirma que recusou por ter entendido que havia segundas intenções no chamado.

    “E se o presidente quiser transar com você?”

    Cristina diz que, em outra viagem, duas funcionárias da equipe foram chamadas para ir à piscina do hotel encontrar Pedro Guimarães. Ao chegar lá, entenderam qual era a ideia. Primeiro, elas se sentiram constrangidas a assistir à performance dele na piscina. “Ele parecia um boto, se exibindo. Era uma espécie de dança do acasalamento”, diz ela. Depois, afirma, uma das mulheres ouviu uma proposta indecente, feita por uma pessoa bem próxima a Guimarães: “E se o presidente quiser transar com você?”.

    Chamados para ir ao quarto

    Outro ponto presente nos relatos são os chamados – tarde da noite, inclusive – para funcionárias irem ao quarto de Pedro Guimarães. Duas delas dizem já ter recebido pedidos para que levassem a ele itens dos quais estava precisando com suposta urgência: remédio, carregador de celular, bolsa que havia ficado no carro. “Ele pede carregador de celular, sal de fruta, remédios”, diz Beatriz. Ao chegar ao quarto, dizem as funcionárias, vem o constrangimento.

    “Toma um banho e vem aqui para a gente conversar”

    Beatriz relata que, em uma dessas situações, esteve na porta do quarto de Guimarães para entregar o que ele pedira e, então, foi convidada a voltar na sequência para “discutir a carreira”. “Ele falou assim: ‘Vai lá, toma um banho e vem aqui depois para a gente conversar sobre sua carreira’. Não entendi. Na porta do quarto dele. Ele do lado de dentro (do quarto) e eu um metro para fora. Falei assim: ‘Depois a gente conversa, presidente’. Achei aquilo um absurdo. Não ia entrar no quarto dele. Fui para meu quarto e entrei em pânico”. Em outra ocasião, ao atender o chamado, a funcionária encontrou Guimarães de samba-canção: “Ele abriu a porta com um short, parecia que estava sem cueca. Não estava decente. A sensação que tinha era que estava sem (cueca). Muito ruim a sensação”. “É hostil”, diz Ana, a outra funcionária que relata já ter sido chamada à noite para ir ao quarto de hotel em que Guimarães estava para entregar um carregador de celular. Beatriz afirma que tem crises de pânico quando é escalada para novas viagens. “Tenho pânico de ter que trabalhar com ele. Tenho medo da pessoa. Agora eu tento literalmente me esconder nas agendas”, afirma. “Agora, quando viajo, coloco cadeira na porta do quarto. Fico com medo de alguém bater.”

    “Se ele tem o poder, você tem que fazer”

    Todos os relatos têm como pano de fundo a relação de poder e a posição de mando de Guimarães. “A posição em que ele se coloca deixa as mulheres muito constrangidas. Se ele tem o poder, você tem que fazer, tem que fazer o que ele mandar, independentemente do que seja”, afirma Thaís, a funcionária que diz ter sido convidada por ele para ir à sauna e, na mesma viagem, recebeu um beliscão. “Ele chega de forma muita invasiva e constrangedora”, prossegue.

    “Conceito deturpado de meritocracia”

    A lógica das abordagens, dizem as mulheres, é sempre a mesma. Elas afirmam que Guimarães trabalha com a ideia de que quem aceita as investidas pode ganhar vantagens, como ascensão na carreira. “Sempre tem perguntas do tipo: ‘Quero saber se você está comigo ou não, se eu posso contar com você’”, diz Cristina. “É um conceito deturpado de meritocracia. Para ele, meritocracia é atendê-lo”, afirma Valéria.

    “Vou botar aí na frente”

    Thaís conta que, durante um evento em uma viagem ao Nordeste, Guimarães se aproximou. Queria que ela guardasse um cartão e o telefone celular dele. “Ele veio com o cartão de acesso do quarto e o celular, querendo que eu guardasse. Eu falei: ‘Presidente, minha mão está ocupada”. Thaís estava segurando um presente que Guimarães havia acabado de ganhar. Foi então que ele reagiu de uma maneira que a surpreendeu – e a fez, depois, considerar que aquele era um caso de assédio. “Ele veio e enfiou o celular e o cartão no meu bolso e falou: ‘Eu vou botar aí na frente’. Na hora, não tive reação. Pensei: ‘Botar na frente? Fiquei meio assim…”, afirma. “Foi nessa mesma viagem que, mais tarde, ele me chamou para ir para a sauna”, diz ela.

    “Ele passou a mão em mim”

    Beatriz afirma que, para além dos convites para nadar e dos chamados para ir ao quarto de Guimarães, foi surpreendida durante outra viagem, desta vez para uma capital da região Sudeste. Ela afirma que, depois de concluídos os trabalhos, ele estava deixando o salão onde havia jantado quando a chamou para repassar a agenda do dia seguinte e, de repente, enquanto caminhavam, avançou o sinal. “Ele passou a mão em mim. Foi um absurdo. Ele apertou minha bunda. Literalmente isso”, afirma. Ao fazer o relato, Beatriz chora. “Nunca precisei disso na minha vida para ganhar cargo. Prefiro até não ter cargo, mas nunca precisei disso.” Beatriz conta que, na hora, saiu de perto do chefe a passos largos. E que, assustada, procurou um colega que estava nas proximidades. “Falei com esse colega: ‘Fica aqui falando comigo’. Ele respondeu que não estava entendendo nada. Eu disse: ‘Não me solta, só fica conversando, como se nada tivesse acontecido. Finge que estou tratando alguma coisa com você. Nem olhei para trás”, relata. Era para dar tempo de Guimarães sair do ambiente, diz ela. O colega, afirma, continuou sem entender nada. “Nem contei a ele o que tinha acontecido. Depois, subi para o meu quarto e desabei. Chorei, desesperada, em pânico. Ela diz que nunca falou sobre o episódio antes por achar que o relato jamais resultaria em punição para o presidente do banco. “Hoje ainda trabalho nas agendas de vez em quando. Mas tento não ficar perto. Quando tenho que viajar, tenho crise de ansiedade”, afirma.

    “Ninguém vai ser de ninguém”

    Cristina afirma que, em uma viagem para uma importante cidade nordestina, Pedro Guimarães convidou um grupo restrito de integrantes da comitiva que o acompanhava para um jantar. Foram todos para um restaurante. Já era noite. À mesa, diz ela, ele foi se empolgando. A viagem fazia parte da programação do Caixa Mais Brasil. A certa altura, afirma Cristina, Guimarães disse que uma das excursões seguintes do programa deveria ser para Porto Seguro, na Bahia. E que, para essa viagem, tinha uma ideia especial: organizar uma espécie de micareta privê, na qual ninguém seria de ninguém. “Ele disse: ‘A gente vai fazer um carnaval fora de época (…) Ninguém vai ser de ninguém. E vai ser com todo mundo nu’”, relata Cristina. Ela diz que, a pedido de Guimarães, um assessor próximo anotou na agenda um lembrete para incluir a cidade baiana na lista dos roteiros futuros. Cristina afirma que ele se virou para ela e prometeu rasgá-la, até sangrar. “Ele me falou: ‘Vou te rasgar. Vai sangrar’”. Na mesma ocasião, diz ela, Guimarães pôs pelo menos dois amigos que também trabalham na Caixa para falar por telefone com as funcionárias que estavam à mesa e começou a “arranjar casais”: “Ele dizia, apontando para nós: ‘nessa viagem fulano vai pegar você, beltrano vai pegar você’. Foi nojento”. A reportagem ouviu dois outros funcionários que estavam no mesmo jantar. Sob reserva, eles confirmam o relato. Os três – Cristina e os dois colegas – já foram ouvidos na investigação em andamento no Ministério Público.

    A “mãozona” no mar

    Já era tarde da noite e a programação oficial do Caixa Mais Brasil na cidade do litoral do Nordeste havia sido concluída com êxito. Cristina afirma que, após o jantar, Pedro Guimarães levou uma parte do grupo que o acompanhava até a areia da praia. Logo depois, diz, ele propôs que todos entrassem no mar para tirar uma foto. “Na hora, ele derrubou a gente na água. Ficamos no mar por um tempo, e ele ficava circulando entre os grupos. De vez em quando ele aparecia do meu lado. Teve uma hora em que ele chegou e perguntou: ‘Você confia em mim? Confia na minha gestão? Você está comigo agora. Vem cá, me abraça”, afirma ela. Cristina conta que, constrangida, não sabia o que fazer. “Aí ele disse: me abraça direito, porra. E deu umas catracadas, e passou a mão em mim. Na hora de tirar a mão, passou a mão no meu peito”, diz a funcionária. Valéria, que também estava no grupo, faz um relato semelhante. “Eu estava com a roupa molhada. Ele chegou perto, disse que gostava muito de mim, perguntou se eu estava feliz e passou a mão na minha bunda”, conta. “Foi uma mãozona. Ali, ficou muito claro (o assédio). Foi como se ele dissesse: ‘Se você der para mim, você vai ser promovida’”, emenda. Valéria diz que entendeu a abordagem como uma proposta “para entrar para o clã da orgia” de Guimarães. Esse episódio consta dos relatos levados ao conhecimento de procuradores do Ministério Público Federal.

    O medo de denunciar

    As mulheres são unânimes ao responder que não denunciaram antes as situações sobre as quais estão falando agora por medo de serem perseguidas. Elas dizem não confiar nos canais de denúncias internas do banco – na Caixa, há um setor, a Corregedoria, que tem entre suas atribuições a apuração de casos do tipo. Uma das funcionárias afirma ter conhecimento do caso de uma colega de trabalho que resolveu comunicar uma situação de assédio que experimentou dentro da instituição, mas logo depois sua “denúncia” chegou às mãos de funcionários do gabinete de Guimarães. “A gente tinha muito receio, porque a corda arrebenta sempre do lado mais fraco, porque em qualquer lugar em que vá essa denúncia ele pode ter um infiltrado. E isso afeta o resto do meu encarreiramento, no aspecto profissional. Então, era melhor esperar passar”, afirma Thaís. “Noventa por cento das mulheres não vão falar porque ele tem poder”, emenda. “Quando ele percebe que tem algum caso que representa risco, chama para perto, mantém a mulher por perto. Ou então pede às pessoas próximas para que elas sejam observadas”, afirma Ana.

    A coluna fez uma série de perguntas a Pedro Guimarães, mas não houve respostas pontuais. A Caixa Econômica Federal enviou a seguinte nota:
    “A Caixa não tem conhecimento das denúncias apresentadas pelo veículo. A Caixa esclarece que adota medidas de eliminação de condutas relacionadas a qualquer tipo de assédio. O banco possui um sólido sistema de integridade, ancorado na observância dos diversos protocolos de prevenção, ao Código de Ética e ao de Conduta, que vedam a prática de ‘qualquer tipo de assédio, mediante conduta verbal ou física de humilhação, coação ou ameaça’. A Caixa possui, ainda, canal de denúncias, por meio do qual são apuradas quaisquer supostas irregularidades atribuídas à conduta de qualquer empregado, independente da função hierárquica, que garante o anonimato, o sigilo e o correto processamento das denúncias. Ademais, todo empregado do banco participa da ação educacional sobre Ética e Conduta na Caixa, da reunião anual sobre Código de Ética na sua Unidade, bem como deve assinar o Termo de Ciência de Ética, por meio dos canais internos. A Caixa possui, ainda, a cartilha ‘Promovendo um Ambiente de Trabalho Saudável’, que visa contribuir para a prevenção do assédio de forma ampla, com conteúdo informativo sobre esse tipo de prática, auxiliando na conscientização, reflexão, prevenção e promoção de um ambiente de trabalho saudável.”

    Fonte; Metrópoles.

  • Deputados do PT pedem apuração a Reinaldo sobre vídeos de conflitos em Amambai com indígenas

    Os parlamentares cobram que seja apurado se há ou não mandado de reintegração de posse para a ação de desocupação

    Os deputados estaduais do PT (Partido dos Trabalhadores) Pedro Kemp e Amarildo Cruz se reuniram na segunda-feira (27), junto com o deputado federal Vander Loubet, em audiência com o governador de Mato Grosso do Sul Reinaldo Azambuja (PSDB) para pedir apuração sobre os vídeos que circulam nas redes sociais sobre o confronto da Polícia Militar com indígenas Guarani-Kaiowá.

    De acordo com os parlamentares, a finalidade da reunião foi pedir ao líder do Executivo estadual apuração sobre a veracidade das imagens, onde supostamente um índio seria executado. De acordo com informações da polícia ao Jornal Midiamax, o indígena estaria vivo e preso.

    Outro pedido é esclarecer se havia ou não mandado de reintegração de posse para a ação do Choque da Polícia Militar no local. Nesta terça-feira (28), os deputados estaduais vão apresentar um requerimento oficial ao Governo do Estado para que seja feita uma perícia do vídeo.

    O governador afirmou que assim que receber o requerimento, a ser protocolado na Assembleia Legislativa, vai determinar a apuração da denúncia de execução.

    Indígena morreu

    “Se for confirmada a versão do vídeo, é algo gravíssimo, algo que a gente não pode permitir que aconteça por parte das nossas forças de segurança, que devem sempre agir dentro da legalidade”, pondera Vander Loubet. Na ocasião do conflito, o indígena Vitor Fernandes, de 42 anos, da etnia Guarani Kaiowá, morreu.

    O deputado destaca ainda que estará em Brasília, onde vai acionar as instituições envolvidas com a questão indígena para cobrar a apuração dos fatos em âmbito federal.

    “Independente do resultado da apuração feita pelo governo estadual, temos que exigir da União providências para que episódios como esse de Amambai não se repitam. Precisamos estancar esse processo de violência e agressão contra os povos indígenas de Mato Grosso do Sul e de todo o Brasil”, conclui Vander.

    Tragédia anunciada

    Desde o dia 19 de junho, a aldeia indígena de Amambai, cidade a 352 quilômetros de Campo Grande, pedia apoio para providências na área de retomada, por questões de conflitos internos. Os problemas antecederam a invasão a uma propriedade rural no dia 23 deste mês e conflito com policiais militares, que resultou na morte do indígena. 

    Já no dia 23, marco das primeiras invasões na Fazenda Borda da Mata, ofício foi encaminhado para a Funai (Fundação Nacional do Índio), MPF (Ministério Público) e Sejusp (Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública). No pedido, foi reforçada a situação de conflito interno na aldeia.

    Reações ao conflito

    Após a morte, a Aty Guasu – Grande Assembleia dos povos Guarani e Kaiowá – publicou carta em que expressa revolta e indignação com a ação da Polícia Militar e do governo de Mato Grosso do Sul, que terminou com a morte de um indígena da etnia Guarani Kaiowá, no território Guapo’y, em Amambai, região sul de Mato Grosso do Sul. “Foram atacadas crianças, jovens, idosos, famílias que decidiram, depois de muito esperar sem alcançar seu direito, retomar um território que sempre foi deles e que foi roubado no passado de nosso povo”, destaca a carta da Aty Guasu.

    Oficialmente, um boletim de ocorrência de homicídio decorrente da intervenção policial foi  registrado na Delegacia de Polícia Civil de Amambai, conforme relatado pelo prefeito Edinaldo Bandeira (PSDB).

    Fonte: Midiamax.

  • Sergio Moro lidera corrida para o Senado no Paraná

    Em todos os cenários que disputa, Moro abre vantagem sobre Álvaro Dias (Podemos), o atual ocupante da cadeira, e Paulo Martins (PL)

    O ex-ministro Sergio Moro (União Brasil) lidera as intenções de voto para o Senado no Paraná em todos os cenários, de acordo com a pesquisa Realtime BigData divulgada nesta segunda-feira (27). É a primeira pesquisa com o ex-ministro no Paraná.

    Contra o senador Álvaro Dias (Podemos), o atual ocupante da cadeira no parlamento, o ex-juiz vence com 30%; Dias fica com 23%. Em cenário sem o senador do Podemos, Moro tem 41% contra 8% de Paulo Eduardo Martins (PL) e Dra. Rosinha (PT).

    Na simulação sem Moro, Álvaro Dias leva a melhor contra Paulo Eduardo Martins, que hoje é deputado federal: 35% para Dias, 8% para Martins, em empate técnico com Dra. Rosinha (7%).

    Fonte: Oantagonista.

  • Flávio Bolsonaro tenta barrar CPI do MEC no Senado

    Aliados do presidente intensificam ofensiva para convencer senadores a retirar apoio à comissão que mira suspeitas de corrupção em gestão de Milton Ribeiro

    O Palácio do Planalto pretende intensificar a partir desta terça-feira a ofensiva para barrar a criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) no Senado para investigar suspeitas de corrupção no Ministério da Educação. A articulação governista, que até então estava sendo tocada pelo novo líder do governo na Casa, Carlos Portinho (PL-RJ), deve ganhar o reforço do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), responsável por coordenar a campanha à reeleição do pai, o presidente Jair Bolsonaro (PL).

    Portinho foi diagnosticado no fim de semana com Covid-19 e se manterá em isolamento até quinta-feira. Ele vinha apostando numa resistência do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), a instalar uma CPI às vésperas da campanha eleitoral. O Planalto, porém, não quer depender de Pacheco, que é visto com desconfiança pelo entorno de Bolsonaro, e pretende intensificar as conversas para tentar convencer senadores a retirarem seu nome da lista de apoio. Ontem, o presidente do Senado disse que o pedido, quando apresentado, será analisado com “celeridade”.

    Governistas avaliam que, embora haja 28 assinaturas para a abertura de uma CPI — uma a mais do que as 27 necessárias —, muitos senadores estão suscetíveis a desistir por causa da proximidade das eleições. O argumento de aliados do Planalto é que uma comissão em plena campanha poderá ficar esvaziada, com integrantes sendo acusados de usar o colegiado como palanque. Além disso, tentam convencer senadores a desistir alegando que já há investigação em curso da Polícia Federal e da própria Controladoria-Geral da União.

    A base governista está focada em dois senadores que veem como mais propícios a retirarem seus nomes: Eduardo Braga (MDB-AM) e Alexandre Giordano (MDB-SP). Ambos já foram beneficiados pelo chamado orçamento secreto, instrumento usado pelo governo para conquistar apoio no Congresso. Segundo os documentos enviados ao STF por Pacheco, Giordano indicou ao menos R$ 30 milhões em emendas de relator. Braga, por sua vez, não detalhou valores no ofício no qual admite ter recebido.

    Pressão sobre Pacheco

    Procurados ontem, Giordano e Braga disseram, por meio de suas assessorias, que mantêm o apoio à CPI.

    Em outra frente, Portinho tenta convencer Pacheco a barrar a comissão do MEC com o argumento de que há na fila pedidos para instalação de outras três CPIs já protocolados no Senado: uma sobre obras paradas do MEC em gestões passadas; outra sobre a atuação do narcotráfico no Norte e Nordeste do país, e uma terceira que trata da atuação de ONGs na Amazônia.

    Nos bastidores, líderes governistas do Senado ameaçam recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF) caso Pacheco decida abrir a CPI da oposição antes das outras comissões.

    Apesar da expectativa do governo, porém, interlocutores de Pacheco afirmam que ele deve instalar a CPI do MEC se a oposição conseguir manter o apoio necessário e protocolar o requerimento. A ideia é evitar o que aconteceu no ano passado, quando o presidente do Senado foi obrigado pelo Supremo a abrir a CPI da Covid após segurar a abertura por meses.

    O líder da oposição no Senado, Randolfe Rodrigues (Rede-AP), deu o dia de hoje como prazo para protocolar o pedido. A ideia é garantir que mais parlamentares assinem o requerimento para blindá-lo de eventual retirada de nomes da lista na última hora.

    Em outra frente, um relatório da Controladoria-Geral da União (CGU) sobre as suspeitas no MEC trouxe depoimentos que reforçam a proximidade do ex-ministro Milton Ribeiro com pastores investigados por operarem o esquema. Um servidor do ministério relatou que, a partir de maio de 2021, o então ministro passou a receber Arilton Moura e Gilmar Santos inclusive em casa. Segundo documentos obtidos via Lei de Acesso à Informação, Moura esteve 90 vezes na sede do MEC desde o início do governo Bolsonaro.

    Fonte: IG.

  • Exclusivo: ex-presidente da Petrobras diz que celular tinha mensagens que incriminam Bolsonaro

    Ao discutir com o ex-presidente do Banco do Brasil em grupo de economistas, Roberto Castello Branco chamou o presidente de “psicopata”

    Durante uma discussão em um grupo de economistas, o ex-presidente da Petrobras Roberto Castello Branco afirmou que devolveu seu celular corporativo à estatal, ao deixar o comando da empresa, com material que, segundo ele, poderia incriminar o presidente Jair Bolsonaro (PL).

    Castello Branco debatia com Rubem Novaes, ex-presidente do Banco do Brasil, sobre a elevação do preço dos combustíveis. Novaes então diz que o colega economista – primeiro presidente da Petrobras na gestão de Bolsonaro, indicado pelo ministro da Economia, Paulo Guedes – ataca a atual gestão do governo federal.

    “Se eu quisesse atacar o Bolsonaro não foi e não é por falta de oportunidade (sic). Toda vez que ele produz uma crise, com perdas de bilhões de dólares para seus acionistas, sou insistentemente convidado pela mídia para dar minha opinião. Não aceito 90% deles [dos convites] e quando falo procuro evitar ataques”, retruca o ex-presidente da estatal.

    A conversa ocorreu em troca de mensagens ao longo deste sábado (26/6).

    “No meu celular corporativo tinha mensagens e áudios que poderiam incriminá-lo. Fiz questão de devolver intacto para a Petrobras”, concluiu Castello Branco, sem entrar em detalhes sobre quais crimes o presidente teria cometido e estariam registrados no aparelho.

    Em outro trecho da discussão, Roberto Castello Branco classifica Bolsonaro como “psicopata” ao relatar uma teoria conspiratória que teria sido dita a ele pelo chefe do Executivo federal.

    “Já ouvi de seu presidente psicopata que nos vagões dos trens da Vale, dentro da carga de minério de ferro vendido para os chineses, ia um monte de ouro”, afirmou o ex-dirigente da petrolífera. Castello Branco tinha assumido o comando da empresa justamente depois de trabalhar por 15 anos na Vale, onde foi economista-chefe e diretor de relações com investidores.

    Metrópoles entrou em contato com Roberto Castello Branco. O economista afirmou que não iria falar sobre o assunto, mas não negou a veracidade da conversa. “Se nunca comentei, não vou comentar agora. Até porque me desfiz das provas”, respondeu ao questionamento da reportagem.

    Rubem Novaes também disse que não comentaria a troca de mensagens, porque ela aconteceu em um grupo fechado, e também não negou a autenticidade da discussão.

    Fonte: Metrópoles.

  • Acionistas minoritários acionam CVM contra nomeação de Caio Paes de Andrade

    Anapetro cita a falta de capacitação do indicado do governo para a presidência da Petrobras. Ele já foi aprovado pelo Celeg

    A Associação Nacional dos Petroleiros Acionistas Minoritários da Petrobras (Anapetro) se posicionou contrária à indicação de Caio Paes de Andrade à presidência da estatal. O grupo entrou hoje (27) com uma representação na Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

    No documento, a associação afirma que, em função das regras de governança da empresa e do ordenamento da CVM, Caio Paes de Andrade, já aprovado pelo Comitê de Elegibilidade (Celeg), não pode tomar posse como presidente da Petrobras.

    A Anapetro cita a falta de capacitação do indicado do governo para exercer a função, ferindo “dois requisitos legais previstos na Lei das Estatais”. O posicionamento cita “instabilidade e oscilação indesejada no mercado de capitais da Companhia”. 

    Fonte: Oantagonista.

  • Bolsonaro volta a defender Milton Ribeiro: “Foi preso injustamente”

    No programa 4 por 4, presidente da República insistiu que não havia indícios mínimos de corrupção por parte do ex-ministro da Educação

    O presidente Jair Bolsonaro (PL) defendeu o ex-ministro Milton Ribeiro, preso durante a operação Acesso Pago, da Polícia Federal. Segundo ele, não havia “indícios mínimos de corrupção por parte” de Ribeiro. Em relatório enviado ao Ministério Público Federal (MPF), a PF diz que o ex-titular do MEC e os pastores evangélicos atuavam como “organização criminosa” na pasta.

    “Quem começou essa investigação foi a Controladoria-geral da União a pedido do próprio Milton”, afirmou Bolsonaro durante entrevista do programa 4 por 4 no YouTube. O Ministério Público foi contra a prisão do Milton. Não tinha indícios mínimos de corrupção por parte dele. No meu entender, ele foi preso injustamente”, completou o presidente.

    A tese da organização criminosa é corroborada pelo próprio MPF. “As provas carreadas aos autos demonstram a articulação da ORCRIM para utilizar verbas públicas em contrapartida a benefícios próprios”, escreveu a procuradora Carolina Martins Miranda de Oliveira em seu parecer sobre o caso.

    Na entrevista, Bolsonaro também falou sobre a suposta interferência dele na PF, uma vez que há gravação de telefonema entre Ribeiro e a filha em que o ex-ministro fala de um pressentimento do presidente sobre a operação de busca e apreensão.

    Anteriormente, o mandatário, em entrevista à rádio Itatiaia, não havia defendido com tanta veemência o ex-ministro. “Ele responda pelos atos dele. Eu peço a Deus que não tenha problema nenhum, mas se tem algum problema, a PF está agindo, está investigando. É um sinal que eu não interfiro na PF”, afirmou no último dia 22.

    Fonte: Metrópoles.

  • PRÉ-CAMPANHA DE DAVID ESTÁ ESTAGNADA, APONTAM PESQUISAS

    Embora muitos políticos dizem não acreditar no que dizem as pesquisas, é certo que em sua maioria, quem almeja disputar um cargo público, se socorre delas para traçarem estratégias em suas campanhas.

    Há cada 4 anos, surge em Rio Brilhante, um candidato que sonha em ser o primeiro deputado estadual pela “Pequena Cativante”.

    Neste ano, o candidato à candidato é o empresário David Vinensi, que nas eleições de 2020, ficou em segundo lugar. Após não se eleger ao executivo municipal, muitos imaginavam que ele se colocaria como um líder político, que faria oposição a atual administração. No entanto, este resolveu abrir mão do grupo que havia lhe ajudado a obter 5.831 votos, ou cerca de 32% votos daquela eleição, e se aliar com pessoas que fizeram parte do grupo da candidata que ficou em terceiro lugar na mesma eleição.

    Desde o início do ano, o empresário vem realizando ações em todo o estado para tentar viabilizar seu nome, com a finalidade de se eleger deputado estadual. No entanto pesquisas que vem sendo realizadas em todo o estado, se quer citam o nome do pretenso candidato, e o mais grave que nem mesmo em Rio Brilhante, que seria se reduto eleitoral, ele é citado. Estranhamente, nas pesquisas realizadas pelo Instituto Ranking, aparecem os nomes dos vereadores Wandressa Barbosa e Sergio Silva, que se quer almejam serem candidatos, são citados por eleitores do município, enquanto David não aparece entre as dezenas e dezenas de nomes colocados como pré-candidatos ao legislativo estadual.

    Além de abandonar seu grupo de apoio nas últimas eleições, David busca nesse momento, “associar” seu nome as pautas de direita, demonstrando claramente que não tem interesse nos votos de quem comunga com ideias da esquerda, ou ligadas ao PT.

    David é conhecido por ser uma pessoa de fácil trato, no entanto desde que resolveu buscar uma cadeira na Assembleia Legislativa, escolheu para estar ao seu lado, pessoas que são nitidamente radicais quando se trata de política, no entanto, esta parceria com os radicais da “nova política”, não vem trazendo resultados ao empresário, já que além de não ser mencionado nas pesquisas de intenções de votos, o grupo que o cerca, não tem feito com que o bom nome de David seja alavancado nas intenções de votos, nem mesmo existe um crescimento ou interação em suas redes sociais.

    Faltando menos de 45 dias para o início das eleições, caso não haja uma mudança de rumos, e David, volte a ser o cidadão que tem elo com toda a população, sem fazer distinção de ideologia política, o segundo colocado nas eleições municipais, corre o risco de sair das urnas menor do que nas eleições de 2020.

    Para ser eleito, o político precisa ter votos, e ter ao seu lado quem agregue, quem construa pontes, e não muros.

    Ao que parece, Rio Brilhante vai continuar mais uma vez sem ter um representante, não que David não pode vir a ser, é que sua estratégia, até o momento não tem dado a ele resultados. Assim como uma construção precisa de uma base sólida, uma candidatura para ter sucesso, depende que o candidato em seu reduto, tenha um apoio maciço da população e dos líderes políticos, o que infelizmente não é o caso. 

    Em se mantendo esta situação, perde Rio Brilhante que continuará sendo representada por políticos de outros municípios, e perde o próprio David, que ao invés de fazer política para todos, escolheu fazer para alguns.

  • “Esperamos que a democracia seja respeitada”, afirma Barbosinha

    O deputado estadual Barbosinha (PP) registrou nesta manhã (23) a nomeação do novo reitor da Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD). “Hoje o Diário Oficial da União trouxe a nomeção do novo reitor da UFGD, professor Jones Dari Goettert. O eleito em primeiro lugar na consulta com a comunidade universitária foi o professor Etienne Biazotto, após a consulta prévia para reitor e vice, conforme os ritos internos”, relatou.

    “Esperamos que o resultado democrático e escolhido pela comunidade universitária seja respeitado pela União. Há necessidade respeitar o processo democrático, elimininar disputas partidárias e devolver a universidade para os destinos das comunidades universitárias”, ressaltou Barbosinha.

    O deputado desejou êxito na administração do novo reitor da UFGD. “Desejo sucesso, e espero que sejam bem conduzidos os destinos da UFGD neste tempo de gestão até a nova consulta em 2023. em que espero que seja respeitada a escolha pela presidência do Brasil, devolvendo a autonomia da universidade que cumpre seu papel no desenvolvimento do ensino e pesquisa”, concluiu Barbosinha.

    Fonte: Bocadopovo.

  • Órgão da CNBB desmente versão oficial e diz que ação da PM com morte de indígena em MS foi ilegal

    Desde o dia 19 de junho, a aldeia pedia apoio na retomada

    Após os conflitos na região de Amambai, a 352 quilômetros de Campo Grande, entre indígenas e fazendeiros resultando na morte de Vitor Fernandes, de 42 anos, e outros feridos, o Cimi (Conselho Indigenista Missionário) em nota desmentiu a versão da ação policial, que supostamente teria ido ao local para atender uma denúncia de tráfico de drogas.

    Em nota, o Cimi que é ligado a CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil), relata que “A ação de despejo, sem mandado judicial e realizada por um grande contingente de policiais da tropa de choque da PM (Polícia Militar) de Amambai, resultou no assassinato de Vitor, indígena Guarani Kaiowá de 42 anos, e deixou pelo menos outros nove feridos por armas de fogo e projéteis de borracha, alguns com gravidade.”

    Ainda segundo a nota, a ação teria sido truculenta com policiais usando armas letais e não letais, e ainda com uso de helicóptero, atirando contra crianças e idosos, sendo que um dos feridos estaria internado na UTI (Unidade de Terapia Intensiva) do hospital de Ponta Porã, após ser ferido a tiros na cabeça. A ação teria sido ilegal e ainda durante o sábado (25), as lideranças indígenas buscavam por mais feridos e mortos.

    “A justificativa apresentada pela Secretaria de Segurança Pública do estado, em entrevista coletiva sobre o caso, reproduz uma série de preconceitos contra os povos indígenas e não encontra respaldo na realidade dos fatos.”, diz a nota que rebateu a informação dada pelo secretário de Justiça, que a ida dos policiais seria por denúncia de tráfico de drogas.

    Em coletiva na sexta-feira (24), o secretário da Sejusp (Secretaria de Estado e Justiça e Segurança Pública), Antônio Carlos Videira, disse que os policiais teriam ido até o local para atender uma ocorrência de tráfico de drogas. “Tem muitas pessoas do tráfico em Amambai, por isso, reforçamos a segurança e acionamos o Choque”, disse o secretário em coletiva.

    O episódio acorreu dias depois, do apoio popular a militares do Choque que tiveram pedidos de prisão feitos pelo MPMS (Ministério Público Estadual), em uma ação que também envolvia tráfico de drogas.

    Ainda na nota, o Cimi manifesta-se contrário a criminalização das vítimas“O Cimi manifesta-se contra qualquer tentativa de criminalização das vítimas deste ataque e conclama as autoridades e o Ministério Público Federal a tomar ações urgentes e efetivas para salvaguardar a vida das comunidades Guarani e Kaiowá. É necessário que a Polícia Federal assuma as investigações sobre o caso, com a atuação de um corpo de delegados e peritos federais de fora do estado, para garantir maior isenção.”

    Pedido de ajuda

    Desde o dia 19 de junho, aldeia indígena de Amambai, pede apoio para providências na área de retomada, por questões de conflitos internos. Os problemas antecederam a retomada a uma propriedade rural no dia 23 deste mês e conflito com policiais militares, que resultou na morte do indígena Vitor Fernandes, de 42 anos.

    Em um primeiro ofício, datado de 19 de junho, o pedido de apoio é sob alegação de que há situações de agressividade e violência na retomada das terras. “Há muitos menores de idade correndo risco de vida, bêbados e muitos aproveitam o conflito e andam com armas brancas e com facão, lanças, fechando as estradas que a comunidade utiliza”, diz trecho do ofício.

    Já no dia 23, marco das primeiras invasões na Fazenda Borda da Mata, ofício foi encaminhado para a Funai (Fundação Nacional do Índio), MPF (Ministério Público) e Sejusp (Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública). No pedido, foi reforçada a situação de conflito interno na aldeia.

    Ainda foi ressaltado que alguns envolvidos na retomada estavam agindo com agressividade e que deram tiros com armas de fogo em direção à sede da fazenda. “As lideranças temem que os fazendeiros ataquem os indígenas e que saia alguém ferido, pois no local está ficando tenso”.

    Foi solicitado novamente apoio e tomada de providência para resguardar a vida dos indígenas. “Declaramos que não compactuamos com esse tipo de violência dentro da aldeia”, cita o documento.

    Indígenas deixaram a fazenda após conflito

    Ainda foi ressaltado que alguns envolvidos na retomada estavam agindo com agressividade e que deram tiros com armas de fogo em direção à sede da fazenda. “As lideranças temem que os fazendeiros ataquem os indígenas e que saia alguém ferido, pois no local está ficando tenso”.

    Foi solicitado novamente apoio e tomada de providência para resguardar a vida dos indígenas. “Declaramos que não compactuamos com esse tipo de violência dentro da aldeia”, cita o documento.

    Fonte: Midiamax.

  • Bolsonaro envia mensagem sobre apoio dos militares em eventual golpe

    O presidente requentou uma ameaça feita pelo coronel Marcos de Oliveira pouco antes das manifestações golpistas do 7 de Setembro

    Um dia depois de ser citado pela Polícia Federal por suspeita de vazamento da operação contra o ex-ministro Milton Ribeiro, o presidente Jair Bolsonaro (foto) enviou a grupos de WhatsApp uma imagem em que fala sobre o apoio dos militares em eventual “ruptura institucional”, diz O Globo. 

    Na mensagem, o presidente requentou uma tentativa de intimidação feita em agosto do ano passado pelo coronel Marcos de Oliveira, intitulada “Polícia Militar seguirá o Exército em caso de ruptura institucional”.

    A fala do coronel da PM de Brasília foi feita pouco antes das manifestações golpistas do 7 de Setembro, quando apoiadores do presidente saíram às ruas para pedir, entre outras coisas, o fechamento do STF.

    Fonte: Oantagonista.

  • Após ser preso pela PF, pastor disse que iria “destruir todo mundo”

    Arilton Moura é acusado de participar de esquema de favorecimento no Ministério da Educação (MEC)

    O pastor Arilton Moura, apontado pela Polícia Federal (PF) como um dos principais responsáveis pelo esquema que montou “gabinete paralelo” no Ministério da Educação (MEC), junto ao também pastor e lobista Gilmar Santos, afirmou que iria “destruir todo mundo” depois de ter sido preso pela corporação.

    Moura foi detido na mesma operação que prendeu o ex-ministro Milton Ribeiro, na quarta-feira (22/6). Em telefonema interceptado pela PF e obtido pelo jornal O Globo, o pastor fala com sua equipe de defesa antes de ser colocado na carceragem da sede da instituição no Pará.

    “Eu preciso que você ligue para a minha esposa… acalme minha esposa… porque se der qualquer problema com a minha menininha, eu vou destruir todo mundo”, diz o religioso na gravação.

    Os dois pastores são acusados de integrar organização criminosa para destravar, por meio de propina, demandas estaduais e municipais do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE). Já Milton Ribeiro foi preso em 22 de junho sob a acusação de tráfico de influência no ministério que ele chefiava.

    No curso das diligências, a PF e o MPF interceptaram conversa de Milton Ribeiro e a filha. O teor do diálogo levou os procuradores a pedirem envio de parte da investigação ao Supremo, conforme revelou o colunista Rodrigo Rangel, do Metrópoles, nesta sexta, por envolver autoridade – Bolsonaro – com direito a foro privilegiado.

    Fonte: Metrópoles.

  • Obra de faixa elevada é vandalizada no bairro 14

    Nesta sexta-feira (24/06), ocorreu um ato de vandalismo na obra da construção de uma faixa de elevação na Avenida Augusto Lopes, onde alguns cidadãos passaram por cima da mesma com moto, bicicletas, afundando o concreto que ainda não está seco/curado.

    A execução da obra atenderia a necessidade da população, com objetivo de melhorar o tráfego dos veículos e trazer maior segurança para aquela região.

    Durante alguns dias, a via ficou interditada nos dois trechos para equipe executar a obra, porém, atendendo novamente o pedido da população, foi liberado o acesso de apenas uma via e a outra segue interditada para dar continuidade no andamento da obra.

    Lamentável a atitude de alguns munícipes, que prejudicaram a obra.

    Um desrespeito com um trabalho que visa ofertar melhores condições aos moradores.

    É triste ver que ainda existem os verdadeiros “espíritos de porco”, ou a turma do “quanto pior melhor”.

    O trecho segue em obra e cabe a cada cidadão fazer a sua parte.

  • Gilmar Mendes convoca união e estados para acordo sobre ICMS

    O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes convocou uma reunião com estados e União para tentar um acordo sobre tributação de ICMS.

    No despacho dentro da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental 984, ele agenda uma reunião para a próxima terça-feira (28) as 9h.

    “Considerando a busca por um compromisso conciliatório manifestado pelos Estados-membros e colhida, pessoal e informalmente, a concordância da submissão ao interesse autocompositivo com diversas autoridades do Poder Executivo da União, designo audiência de conciliação/mediação, na qual poderão comparecer os representantes de todos os entes federados, a ser presidida por mim e/ou pelo juiz auxiliar Diego Viegas Veras no dia 28 de junho de 2022, as 9h, virtualmente, pela plataforma Zoom”, afirma.

    Ele diz ainda que “as partes deverão comparecer munidas de propostas que envolvam o pacto federativo discutido nesses autos, previamente autorizadas pelos setores técnico-administrativos, caso seja necessário”.

    O despacho se deu dentro da ação proposta pelo Conpeg (Conselho Nacional de Procuradores Gerais dos estados e do Distrito Federal), que questionou, dentre outros pontos, a competência do ministro André Mendonça para decidir sobre critérios de essencialidade na tributação de combustíveis.

    Mendonça concedeu uma liminar no dia 17 de junho para suspender a eficácia do convênio ICMS 16/2022 do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) e decidiu que as alíquotas do ICMS dos combustíveis devem ser uniformes em todo território nacional.

    E na avaliação de Conpeg por meio dessa liminar ele invadiu a competência de Gilmar que ja debatia a essencialidade  do ICMS em combustíveis em outra ação.

    “Esperamos que sob a condução do ministro Gilmar, que ja foi responsável por casos semelhantes exitosos,  consigamos chegar a bom termo e a uma solução atenda interesse de todos envolvidos”, disse a CNN Rodrigo Maia, presidente do Conpeg. 

    Fonte: CNN.

  • MS terá que pagar R$ 40 mil em indenização por condenado que morreu dentro de presídio

    Família chegou a pedir quase R$ 1 milhão, mas Justiça não aceitou

    O Governo do Estado de Mato Grosso do Sul e a Agepen (Agência Estadual de Administração do Sistema Penitenciário) foram condenados ao pagamento de R$ 40 mil em indenização por danos morais à família de um preso condenado por roubo, que morreu na PED (Penitenciária Estadual de Dourados), unidade a 225 quilômetros de Campo Grande.

    A sentença é da juíza Liliana de Oliveira Monteiro, da 3ª Vara de Fazenda Pública e de Registros Públicos da Capital. Consta nos autos que o interno, apesar de condenado, o réu já cumpria requisitos para ter direito à progressão de regime. Porém, todos os seus pedidos foram negados sob alegação de que ele não poderia voltar a conviver em sociedade.

    A família alega que o então interno da PED vinha recebendo ameaças de morte, motivo pelo qual solicitou benefício à progressão. Diante das negativas, pediu que fosse pelo menos transferido para outro local de custódia. Inicialmente, ele estava no Presídio de Segurança Máxima da Capital e queria ser enviado ao Centro de Triagem.

    Ocorre que, sem motivo conhecido, ele foi mandado para a PED, onde continuou a receber ameaças e pediu, mais uma vez, que voltasse para a Capital. Neste último pedido, o juiz solicitou que o interno fosse submetido a uma perícia criminológica, mas a avaliação foi desfavorável, no sentido de que o mesmo não estava apto a deixar a prisão.

    Morte e indenização

    Assim, no dia 1º de novembro de 2017, foi encontrado morto por asfixia na PED. Ao avaliar o caso, a juíza entendeu que a partir do momento em que dá entrada no presídio, passa a ser responsabilidade direta do Estado a garantia da vida, saúde e demais condições do detento, independentemente se a morte foi resultado de ação violenta ou suicídio, por exemplo.

    “O ente público tem a obrigação de zelar, em qualquer circunstância, pela segurança dos detentos e para isso existe nas cadeias e penitenciárias a presença de carcereiros e guardas de segurança”, disse a magistrada. O Estado alegou não haver nexo entre a morte e sua responsabilidade e que não caberia indenização no caso.

    Contudo, a magistrada julgou procedente o pedido para condenar Estado e Agepen ao pagamento de R$ 40 mil em indenização por danos morais. A família havia pedido indenização de R$ 954 mil por danos morais e mais R$ 2,3 mil pelos em danos materiais pelos gastos funerários, mas os pedidos não foram atendidos e o valor acabou reduzido.

    Fonte: Midiamax.

  • Deputados aprovam proibição de animais em testes de produtos de limpeza

    Proposta do deputado estadual Evander Vendramini (PP), restringe pesquisas com bichos no Estado

    Por unanimidade, os deputados estaduais aprovaram na sessão desta quarta-feira (22) em primeira votação, projeto de lei que inclui na proibição da utilização de animais para desenvolvimento, experimento e teste de produtos cosméticos, de higiene pessoal, e perfumes, os produtos de limpeza e seus componentes.

    O texto em vigor no Estado prevê punição com multas e sanções para empresas e profissionais que foram flagrados cometendo a ilegalidade. Para a instituição a multa é de 10 mil UFERMS (Unidades Fiscais do Estado de Mato Grosso do Sul) por animal usado. Já para profissional o valor é de 2 mil UFERMS. O texto de autoria do deputado estadual Evander Vendramini (PP) segue para segunda discussão e votação.

    Outro projeto votado hoje em primeira votação foi a inserção de nomenclatura e quantitativos de funções da PMMS (Polícia Militar de Mato Grosso do Sul) e do CBMMS (Corpo de Bombeiros Militar de MS). A matéria também segue para sua segunda análise em plenário, em segunda discussão.

    O deputado Carlos Alberto David, o Coronel David (PL) agradeceu à relatoria na CCJR (Comissão de Constituição, Justiça e Redação). “Cumprimento o Barbosinha pelo relatório na CCJR e ressalto a importância da votação deste projeto, pois regularizamos os números das funções gratificadas das funções gratificadas existentes da Polícia Militar e Corpo de Bombeiros Militar, que atenderá não só as necessidades de ambas instituições, mas de suas praças”, destacou.

    Já em segunda discussão foi aprovada a proposta do MPMS (Ministério Público do Estado) que se ajusta Lei Orgânica do Ministério Público, tornando-a equivalente aos direitos concedidos na norma federal. Se sancionado, promotores de Justiça terão o direito a tirar licença compensatória para fazer curso ou seminários.

    Fonte: Campograndenews.

  • Datafolha: 53% dizem nunca confiar nas declarações de Bolsonaro

    Dos entrevistados, 17% disseram que sempre confiam nas falas do presidente

    Pesquisa Datafolha divulgada nesta sexta-feira aponta que 53% dos entrevistados dizem nunca confiar nas declarações do presidente Jair Bolsonaro (PL). O número representa um percentual menor do que a última pesquisa, quando 56% disseram desconfiar do chefe do Executivo.

    De acordo com o levantamento, a taxa de quem confia permaneceu a mesma em comparação aos meses de março e maio, marcando 17%.

    Ainda segundo a pesquisa, 29% dizem confiar às vezes, contra 26% do levantamento do mês anterior. E 1% não sabe.

    O Datafolha entrevistou, nesta quarta e quinta-feira, 2.556 eleitores em 181 cidades de todas as regiões do país. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-09088/2022. A margem de erro é de dois pontos percentuais, e o índice de confiança é de 95%.

    Fonte: IG.

  • Datafolha: Lula tem 47% no primeiro turno, contra 28% de Bolsonaro

    A pesquisa ouviu 2.556 pessoas nos dias 22 e 23 de junho em 181 cidades brasileiras. A margem de erro é de dois pontos para mais ou para menos.

    Pesquisa do instituto Datafolha divulgada nesta quinta-feira (23) pelo site do jornal “Folha de S.Paulo” revela os índices de intenção de voto para a eleição presidencial de 2022.

    Foram apresentados como pré-candidatos: Lula (PT), Jair Bolsonaro (PL), Ciro Gomes (PDT), André Janones (Avante), Simone Tebet (MDB), Luciano Bivar (União Brasil), Felipe D’Ávila (Novo), Eymael (DC), Pablo Marçal (Pros), General Santos Cruz (Podemos), Leonardo Péricles (UP), Sofia Manzano (PCB) e Vera Lúcia (PSTU).

    Em relação ao levantamento anterior, Lula oscilou um ponto para menos, dentro da margem de erro. Bolsonaro oscilou um ponto para mais, também dentro da margem de erro.

    Pesquisa estimulada de intenções de voto no 1º turno

    • Lula (PT): 47% (48% na pesquisa anterior, em maio)
    • Jair Bolsonaro (PL): 28% (27% na pesquisa anterior)
    • Ciro Gomes (PDT): 8% (7% na pesquisa anterior)
    • André Janones (Avante): 2% (2% na pesquisa anterior)
    • Simone Tebet (MDB): 1% (2% na pesquisa anterior)
    • Pablo Marçal (Pros): 1% (1% na pesquisa anterior)
    • Vera Lúcia (PSTU): 1% (1% na pesquisa anterior)
    • Em branco/nulo/nenhum: 7% (7% na pesquisa anterior)
    • Não sabe: 4% (4% na pesquisa anterior)

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    Felipe d’Avila (Novo), Sofia Manzano (PCB), Leonardo Péricles (UP), Eymael (DC), Luciano Bivar (UB) e General Santos Cruz (Podemos) não pontuaram.

    A pesquisa ouviu 2.556 pessoas nos dias 22 e 23 de junho em 181 cidades brasileiras. A margem de erro é de dois pontos para mais ou para menos.

    Votos válidos

    Lula ganharia no primeiro turno, pelos números do Datafolha divulgados nesta quinta. Em relação à pesquisa anterior, ele e Bolsonaro oscilaram dentro da margem de erro.

    • Lula (PT): 53% (54% na pesquisa anterior, em maio)
    • Bolsonaro (PL): 32% (30% na pesquisa anterior, em maio)

    Bolsonaro cresce na espontânea

    A pesquisa espontânea mostra crescimento de Bolsonaro: ele passou de 22% para 25%. Lula segue líder, tendo oscilado de 38% para 37%. A margem de erro é de dois pontos percentuais para cima ou para baixo.

    • Lula: 37% (38% em maio)
    • Bolsonaro: 25% (22% em maio)
    • Ciro: 3% (2% em maio)
    • Não sabe: 27% (29% em maio)
    • Em branco/nulo/nenhum: 6% (5% em maio)
    Lula e Bolsonaro — Foto: Nelson Almeida/AFP e Alan Santos/Presidência da República

    Lula e Bolsonaro — Foto: Nelson Almeida/AFP e Alan Santos/Presidência da República

    Fonte: Globo.com

  • PESQUISA IBRAPE: ANDRÉ PUCCINELLI LIDERA PARA GOVERNADOR

    O levantamento do Novo Ibrape também mostra avanço do pré-candidato do PSDB na disputa ao governo de Mato Grosso do Sul. Riedel agora ocupa o 3º lugar na preferência do eleitor. O ex-governador André Puccinelli (MDB) e o ex-prefeito Marquinhos Trad (PSD) permanecem tecnicamente empatados em 1ª colocação.

    Na pergunta estimulada, quando uma lista de pré-candidatos é apresentada ao eleitor, o levantamento coloca André com 22,1% e Marquinhos com 21,5%, diferença de menos de um ponto percentual.

    Riedel tem 13,7% das intenções de votos. Em 4ª posição surge Rose Modesto, com 12%, seguida por Renan Contar  (PRTB) com 6,6% e Gisele Marques (PT) com 2,1%. Luhhara Arguelho (PSOL) foi a única que não recebeu nenhuma menção.

    O Novo Ibrape entrevistou 3 mil pessoas entre os dias 14 e 19 de junho, em 28 municípios de Mato Grosso do Sul. A margem de erro é de 1,8%

    A pesquisa está registrada no TSE sob número 06447/2022 – MS e 08519/2022 – BR. – CREDITO: CAMPO GRANDE NEWS

  • Tribunal Regional Federal da 1ª Região manda libertar Milton Ribeiro

    Decisão foi dada pelo desembargador federal Ney Bello; mais cedo, outro desembargador negou a liminar

    O desembargador federal Ney Bello, do Tribunal Regional Federal (TRF-1), aceitou nesta quinta-feira um habeas corpus apresentado pela defesa do ex-ministro da Educação Milton Ribeiro e mandou libertá-lo. Ele e os pastores Gilmar Santos e Arilton Moura, suspeitos de terem atuados como lobistas no ministério, foram presos na quarta-feira.

    Além de Milton, todos os outros presos pela decisão também serão soltos, segundo a decisão do desembargador. A decisão é liminar e vale até o julgamento do caso pela Terceira Turma do TRF-1.

    Na tarde desta quinta-feira, Milton Ribeiro passaria pela audiência de custódia com o juiz Renato Borelli, que foi quem determinou a prisão. Nessa ocasião, seria avaliada a necessidade de mantê-los presos ou não.

    “”Num Estado Democrático de Direito ninguém é preso sem o devido acesso à decisão que lhe conduz ao cárcere, pelo motivo óbvio de que é impossível se defender daquilo que não se sabe o que é”, diz trecho da decisão. Os advogados reclamaram não ter tido acesso à decisão do juiz

    Mais cedo, o desembargador federal Morais da Rocha, também TRF-1, negou outro habeas corpus apresentado pela defesa do ex-ministro. Ele ressaltou que não poderia conceder o habeas corpus porque a decisão que determinou a prisão não foi juntada ao processo. Os advogados de Milton Ribeiro afirmam que ainda não tiveram acesso à decisão na íntegra. O desembargador reconheceu o fato, mas destacou que não poderia reverter uma decisão sem acesso a ela.

    Entre outros pontos, o desembargador destacou que “não há mais qualquer vínculo” entre o ex-ministro e o serviço público. Assim, “já não pode praticar qualquer ato”, não justificando a necessidade de prisão.

    “Da mesma forma, as decisões que foram tomadas e os atos adjetivados de ilícitos há meses atrás, não estando o paciente na possibilidade de continuar os praticando, não geram contemporaneidade e nem a utilidade a fundar um decreto de prisão preventiva. Como o próprio nome já indica, a prisão preventiva serve para prevenir, não para punir; serve para proteger e não para retribuir o mal porventura feito”, destacou o desembargador federal.

    Ele reconheceu que desvios na educação são fatos gravíssimos, mas também destacou que os possíveis crimes não são atos violentos que justifiquem uma prisão.

    Ney Bello destacou que a defesa, no habeas corpus, usa dados concretos e também suposições, uma vez que não teve acesso à decisão da prisão. Ele destacou que a prisão preventiva não é censura prévia ou condenação antecipada, e que a regra é “a liberdade”.”A antecipação da culpa, a punição prévia, a sensação socialmente difusa de justiça, ou a narrativa política não justificam a prisão de quem quer que seja, ainda que crimes graves tenham ocorrido o que deve ser objeto de futura e rápida condenação – se provados –, jamais de prisão preventiva”, diz trecho da decisão.

    Fonte: Globo.com

  • PoderData: Lula tem 52% das intenções de voto no segundo turno

    Bolsonaro aparece com 35% e a distância entre os dois candidatos, agora, é de 17 pontos percentuais

    Pesquisa PoderData divulgada nesta quarta-feira (22) e realizada de 19 a 21 de junho de 2022 aponta um crescimento na vantagem de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sobre Jair Bolsonaro (PL) em uma eventual disputa de 2º turno: o petista tem 52% das intenções de voto, enquanto o atual presidente tem 35%. A distância é de 17 pontos percentuais.

    Segundo o levantamento, esta é a 1ª vez em 4 meses de pesquisa que a diferença de Lula para Bolsonaro teve uma ampliação fora da margem de erro de 2 pontos. Na rodada de 13 a 15 de fevereiro, o ex-presidente tinha 50% das intenções e Bolsonaro, 35%. A partir daí, a distância vinha sendo encurtada –chegou ao mínimo de 9 p.p. nas rodadas de 10 a 12 de abril e 24 a 26 de abril. 

    Na última pesquisa divulgada pelo PoderData, Lula (50%) e Bolsonaro (40%) estavam a 10 pontos de distância. O atual presidente caiu 5 pontos percentuais nas últimas duas semanas. A maior diferença registrada entre os 2 pré-candidatos foi a da rodada realizada no final de agosto ao início de setembro de 2021, quando estava em 25 p.p.

    Primeiro turno

    O cenário para o 1º turno mostrou-se estável, registrando oscilações na margem de erro de 2 pontos percentuais. Na pesquisa divulgada nesta quarta (22), Lula tem 44% das intenções, seguido de Bolsonaro, que pontua 34%. Em relação à rodada de 5 a 7 de junho, o petista variou 1 ponto para cima, enquanto o chefe do Executivo oscilou 1 p.p para baixo.

    Ciro Gomes (PDT) manteve 6% dos votos. André Janones (Avante) marcou 2%. Simone Tebet (MDB), Luciano Bivar (União Brasil) e José Maria Eymael (DC) tiveram 1% cada.

    Luiz Felipe d’Avila (Novo), Sofia Manzano (PCB), Pablo Marçal (Pros), Leonardo Péricles (UP) e Vera Lúcia (PSTU) não somaram menções suficientes para pontuar. Brancos e nulos são 5%, e 4% não souberam responder.

    Metodologia

    A pesquisa foi realizada pelo PoderData, empresa do grupo Poder360 Jornalismo, com recursos próprios. Os dados foram coletados de 19 a 21 de junho de 2022, por meio de ligações para celulares e telefones fixos. Foram 3.000 entrevistas em 302 municípios nas 27 unidades da Federação. A margem de erro é de 2 pontos percentuais. O intervalo de confiança é de 95%. O registro no TSE é BR-07003/2022.

    Para chegar a 3.000 entrevistas que preencham proporcionalmente (conforme aparecem na sociedade) os grupos por sexo, idade, renda, escolaridade e localização geográfica, o PoderData faz dezenas de milhares de telefonemas. Muitas vezes, são mais de 100 mil ligações até que sejam encontrados os entrevistados que representem de forma fiel o conjunto da população.

    Fonte: IG.

  • Polícia Federal prende ex-ministro da Educação Milton Ribeiro

    Operação deflagrada pela Polícia Federal tem como objetivo investigar balcão de negócios no Ministério da Educação

    Polícia Federal prendeu preventivamente o ex-ministro da Educação Milton Ribeiro, na manhã desta quarta-feira (22/6), em operação que investiga esquema de corrupção envolvendo pastores evangélicos durante a gestão dele à frente do MEC.

    Segundo apurou a coluna com fontes da PF e do Palácio do Planalto, Ribeiro foi preso no início da manhã em sua casa na cidade de Santos, no litoral paulista. A expectativa é que ele seja transferido para Brasília ainda nesta quarta.

    A prisão foi determinada pelo juiz federal Renato Borelli. No mandado de prisão, ao qual a coluna teve acesso, o magistrado elenca ao menos quatro crimes que teriam sido cometidos por Ribeiro: corrupção passiva, prevaricação, advocacia administrativa e tráfico de influência.

    A PF também cumpriu mandados de busca e apreensão em endereços dos pastores Arilton Moura e Gilmar Santos. Eles são ligados ao presidente Jair Bolsonaro (PL) e apontados como lobistas que atuavam no MEC, quando a pasta era comandada por Ribeiro.

    Os pastores negociavam com prefeitos a liberação de recursos federais – mesmo sem ter cargo no governo.

    Fonte: Metrópoles.

  • RIO BRILHANTE E MAIS 39 MUNICÍPIOS RECEBEM CAMINHÕES E MOTONIVELADORAS

    Motoniveladoras e caminhões-caçambas serão entregues a 40 municípios de Mato Grosso do Sul, nesta segunda-feira (20), com investimento de R$ 25,2 milhões.

    O governador Reinaldo Azambuja (PSDB) fará a entrega no estacionamento do Buffet Yotedy, em Campo Grande, a partir das 9h30. Os novos equipamentos agrícolas fazem parte do programa Prosolo (Plano Estadual de Manejo e Conservação de Solo e Água), da Semagro (Secretaria de Estado da Produção, Meio Ambiente, Desenvolvimento Sustentável e Agricultura Familiar). Eles serão usados para manutenção e adequação de estradas vicinais, assim como na conservação do solo.

    Segundo informações do governo estadual, os maquinários contribuem para fortalecer a agricultura familiar do Estado, dando suporte aos pequenos produtores.

    Com isso, as 19 motoniveladoras serão repassadas para as cidades de Anastácio, Caarapó, Costa Rica, Deodápolis, Glória de Dourados, Guia Lopes da Laguna, Iguatemi, Itaporã, Jateí, Naviraí, Nova Alvorada do Sul, Paranaíba, Paranhos, Rio Brilhante, Sete Quedas, Sidrolândia, Tacuru, Três Lagoas e Vicentina.

    Já os caminhões serão distribuídos para Amambai, Bataguassu, Batayporã, Brasilândia, Campo Grande, Corumbá, Costa Rica, Dois Irmãos do Buriti, Douradina, Dourados, Glória de Dourados, Guia Lopes da Laguna, Iguatemi, Itaquiraí, Japorã, Jaraguari, Ladário, Maracaju, Miranda, Naviraí, Nova Andradina, Novo Horizonte do Sul, Ponta Porã, Porto Murtinho, Santa Rita do Pardo e Taquarussu.

    Outras entregas

    O Governo do Estado já entregou mais de 2,8 mil equipamentos agrícolas desde 2015 e a meta é chegar a 3,8 mil até o final do ano. Os veículos e maquinários ajudam os municípios a promover serviços públicos essenciais no campo.

    Nesta solenidade ainda está prevista a entrega de 10 vans para transporte de pacientes, por meio do Programa Saúde da Família (PSF), vinculado a SES (Secretaria Estadual de Saúde), ampliando assim para 94 o número de veículos entregues à saúde desde 2019.

  • EX-PREFEITO DONATO VAI APOIAR WALTINHO CARNEIRO PARA DEPUTADO FEDERAL

    Com uma gestão altamente profissional na Sanesul e com foco na sustentabilidade e em resultados dentro do planejamento visionário do governador Reinaldo Azambuja e do secretário Eduardo Riedel, de Infraestrutura e Gestão Estratégica, o ex-diretor-presidente da empresa de saneamento, Walter Carneiro Junior, vem se destacando no meio político e se qualificando à disputa eleitoral deste ano.

    Depois de mais de três anos à frente da presidência da Sanesul, Waltinho Carneiro deixou o cargo para disputar uma vaga de deputado federal, pelo Partido Progressista, representando a região da Grande Dourados. Saiu exaltado pelas lideranças estaduais e atuais diretores da companhia por uma gestão de excelência administrativa. Ele estava no comando da empresa desde janeiro de 2019.

    Com base eleitoral em Dourados, Waltinho Carneiro diz que deseja defender uma região que já desfrutou do privilégio de contar com três deputados federais e atualmente não tem nenhum representante.

    Responsável por uma gestão eficiente que colocou a Sanesul no ranking das cinco melhores companhias de saneamento do Brasil, Waltinho Carneiro recebeu várias homenagens ao se despedir do cargo mais importante da estatal.

    Em Rio Brilhante, Waltinho Carneiro Junior ganha mais um grande aliado a sua pré-campanha, a do ex-prefeito Donato Lopes da Silva (PSDB), que comandou o município por 5 vezes e destacou o trabalho de Waltinho em prol do município. “Enquanto prefeito, tive um bom diálogo com Waltinho que sempre nos atendeu com os nossos pedidos em benefício da população, foram dezenas de milhões investidos na qualidade de vida da nossa gente, graças ao empenho do Waltinho. Tenho certeza que como deputado federal irá contribuir muito para o desenvolvimento do nosso estado”.

    Fonte: RBNOTICIAS.

  • Petrobras anuncia pedido de demissão do presidente José Mauro Coelho

    Ele vinha sendo pressionado a deixar o cargo. Bolsonaro já indicou novo nome, que precisa ser aprovado pelo Conselho de Administração

    Petrobras comunicou na manhã desta segunda-feira (20/6) que José Mauro Coelho pediu demissão do cargo. A nomeação de um presidente interino será examinada pelo Conselho de Administração da Petrobras a partir de agora, informou a companhia em comunicado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

    Coelho cedeu à pressão do presidente Jair Bolsonaro (PL), que tem afirmado que o conselho da Petrobras está “boicotando” o novo ministro de Minas e Energia, Adolfo Sachsida, ao não se reunir para votar as novas indicações feitas pelo governo para o comando da empresa.

    Em maio, Bolsonaro indicou o quarto nome para presidir a Petrobras: Caio Mário Paes de Andrade, que ocupava uma secretaria do Ministério da Economia, a de Desburocratização, sob o comando do ministro Paulo Guedes.

    A renúncia de José Mauro Coelho vem dias após reajustes nos preços dos combustíveis. O preço do litro da gasolina vendido às distribuidoras passou de R$ 3,86 para R$ 4,06, um aumento de 5,18%. No caso do diesel, de R$ 4,91 para R$ 5,61 (14,26%).

    O reajuste foi anunciado depois de quase 100 dias sem alteraçõs nos preços. O Conselho de Administração da Petrobras aprovou o aumento, em reunião extraordinária realizada na quinta-feira (16/6). O encontro que decidiu o reajuste aconteceu durante o feriado, em convocação de emergência.

    Com o impasse entre as demandas do governo e do Congresso – que querem os preços mais baixos – e do mercado, que insiste na política de preço de paridade de importação (PPI), o conselho apostou no aumento. A maioria dos participantes afirmou que é da competência do conselho tomar esse tipo de decisão e que isso estaria no estatuto.

    CPI da Petrobras

    Na última sexta-feira (17/6), o presidente Bolsonaro propôs instalar uma comissão parlamentar de inquérito (CPI), no Congresso Nacional, para investigar o presidente, os diretores e o conselho administrativo e fiscal da Petrobras.

    Nesta segunda, o vice-presidente Hamilton Mourão (PRTB) disse que uma possível CPI “não vai nem andar”. Isso por uma questão de timing político, tendo em vista a proximidade do calendário eleitoral.

    O colunista do Metrópoles Igor Gadelha apurou que aliados devem tentar convencer Bolsonaro a desistir da ideia de patrocinar uma CPI.

    A avaliação na bancada governista é que o presidente lançou a ideia em um momento de irritação com o aumento de preços anunciados pela estatal, mas que, com calma, perceberá que a iniciativa seria “um tiro no pé”.

    Interlocutores do presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), que chegou a pedir a renúncia de José Mauro Coelho, explicam que, como é o próprio governo que nomeia o presidente da Petrobras e boa parte do conselho diretor, são altas as chances de que uma CPI atinja o próprio Palácio do Planalto.

    Em especial em um ano eleitoral, pode também prejudicar sua base aliada no Congresso.

    Fonte: Metrópoles.

  • Petrobras ignora governo e deve anunciar hoje aumento de combustível

    Decisão foi tomada pelo Conselho de Administração da Petrobras, entre as demandas do governo, do Congresso e do mercado

    O Conselho de Administração da Petrobras aprovou, nessa quinta-feira (16/6), aumento do preço da gasolina e do diesel. A reunião que decidiu o reajuste aconteceu durante o feriado, em convocação de emergência. Os valores devem ser anunciados nesta sexta-feira (17/6).

    Apesar de não estar sob a responsabilidade do conselho esse tipo de medida, o presidente do órgão, Márcio Weber, convocou a reunião para tentar dar um fim à crise que toma conta do assunto. O fato de, segundo a Petrobras, os preços estarem abaixo do mercado internacional fez com que o conselho tomasse a decisão.

    Há quase 100 dias, a estatal não aumenta a gasolina, enquanto o último reajuste do diesel veio 37 dias atrás. Segundo a Associação Brasileira dos Importadores e Combustíveis (Abicom), a defasagem em relação ao combustível no mercado externo é de até 18% no diesel e de 14% na gasolina.

    Com o impasse entre as demandas do governo e do Congresso – que querem os preços mais baixos – e do mercado – que insiste na política de preço de paridade de importação (PPI) –, o conselho apostou no aumento.

    A maioria dos participantes afirmou que é da competência do conselho tomar esse tipo de decisão e que isso estaria no estatuto. Geralmente, valores de combustíveis passam por um comitê que tem como integrantes o presidente da companhia, José Mauro Coelho, e os diretores de Finanças e Comercialização e Logística, Rodrigo Araújo e Cláudio Mastella.

    Críticas de Bolsonaro

    O presidente Jair Bolsonaro (PL) voltou a criticar os aumentos concedidos pela Petrobras em live semanal, na quinta-feira (16/6), e atacou novamente a estatal, seus diretores, acionistas minoritários e o reajuste no preço dos combustíveis que a empresa está prestes a anunciar.

    “Espero que a Petrobras não queira aumentar o diesel e a gasolina nesses dias em que estamos negociando com o Parlamento, com tremenda boa vontade dos parlamentares”, disse o presidente, referindo-se ao corte de impostos sobre diesel e gasolina, que foi aprovado pelas duas Casas.

    O mandatário do país leu uma notícia afirmando que a margem do lucro da Petrobras seria até seis vezes maior do que de petroleiras estrangeiras. Em seguida, aumentou o tom de voz: “A Petrobras está rachando de ganhar dinheiro. O diesel está lá em cima, em função de impostos e também em função do preço cobrado pela Petrobras, que está rachando de ganhar dinheiro”.

    Fonte: Metrópoles.

  • Braga Netto entrega os pontos e abre caminho para Tereza Cristina

    O general, que até semanas atrás era o favorito para a posição, participou de jantar com Valdemar Costa Neto e aliados do governo

    Dado até semanas atrás como nome certo para vice de Jair Bolsonaro na corrida presidencial deste ano, o general Walter Braga Netto entregou os pontos e já diz, em privado, que a ex-ministra da Agricultura Tereza Cristina é uma opção melhor para compor a chapa.

    Com a estagnação de Jair Bolsonaro nas pesquisas, Tereza Cristina voltou a ser cotada nos últimos dias para a posição de vice.

    Para os defensores da ideia, ela poderia ajudar a reverter a rejeição a Bolsonaro entre as mulheres. A ex-ministra é filiada ao Progressistas, antigo PP, partido do ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira.

    Braga Netto admitiu que a ex-ministra pode agregar mais do que ele à campanha de Bolsonaro durante um jantar na noite de terça-feira, em Brasília

    O general disse que não faz questão de compor a chapa. O que importa, disse, é ajudar Bolsonaro a ganhar a eleição.

    Entre os presentes estava Valdemar Costa Neto, presidente do PL, partido de Bolsonaro, ao qual o general também está filiado.

    “Ele (Braga Netto) é o nome preferido do presidente, mas o foco é ganhar a eleição. E ela (Tereza Cristina) é leal a Bolsonaro e Valdemar a adora”, disse à coluna, sob reserva, uma pessoa que testemunhou a conversa.

    Os participantes do jantar fizeram uma espécie de check-list das vantagens que Tereza Cristina poderia representar para a chapa de Bolsonaro.

    Além de ser mulher e poder ajudar a conter a rejeição ao presidente junto ao público feminino, eles realçaram o bom trânsito da ex-ministra no meio político e sua ligação estreita com o agronegócio, o que poderia, inclusive, facilitar a arrecadação de doações de empresários do setor para a campanha – algo que, para Valdemar, tem um valor mais do que especial.

    Fonte: Metrópoles.

  • Zé Teixeira solicita ao Governo do Estado obras de pavimentação na MS-456 e MS-470, em Rio Brilhante

    O deputado estadual Zé Teixeira (PSDB) apresentou indicação solicitando ao Governo do Estado, obras de pavimentação asfáltica das Rodovias Estaduais MS-456 (Estrada Piraporã/Frangosul) e MS-470 (Estrada da Mata Sede), localizadas em Rio Brilhante.

    De acordo com Teixeira, o trecho também serve de acesso a vários assentamentos, dentre eles os Assentamentos Fortuna I e II, São Judas Tadeu e Margarida Alves, onde há o total de 414 famílias assentadas no Programa de Agricultura Familiar e região em que centena de médios e grandes produtores rurais trafegam todos os dias levando insumos, maquinário para o desenvolvimento da produção e outros voltam para a cidade para comercializar a produção.

    “Perante o exposto, e considerando a relevância da reivindicação para o município, sendo que a população depende desse trecho da rodovia para sua locomoção e a falta da manutenção reivindicada poderá comprometer o escoamento agropecuário da região, pedimos a atenção do Governo do Estado, visando o atendimento com as obras solicitadas”, finaliza Teixeira.

    Fonte: Assessoria.

  • Tereza Cristina diz não haver convite para ser vice de Bolsonaro e segue pré-candidata ao Senado

    Até o momento ‘não passa de especulação’, diz a ex-ministra sobre composição na chapa de Bolsonaro

    A ex-ministra da Agricultura Tereza Cristina (PP), nega ter recebido convite para ser vice de Jair Bolsonaro (PL), na disputa a Presidência da República, nas eleições de 2022. A assessoria da parlamentar diz que tudo ‘não passa de especulações’.

    A coluna da Juliana Dal Piva, publicado no portal UOL na manhã desta quarta-feira (15), cita que pesquisas internam apontariam que o nome de Tereza estaria ganharia força dentro da composição para a Presidência.

    Até o momento, o principal cotado é Walter Braga Netto (PL), general da reserva e ex-ministro da Defesa. No entanto, líderes do PP, PL e Republicanos estariam defendendo incisivamente que o presidente opte pela ex- ministra para tentar melhorar sua proximidade junto às eleitoras e angariar votos femininos.

    Apesar disso, o próprio presidente declarou na terça-feira (14), a jornalistas no Palácio do Planalto sobre a escolha de seu vice. Ele disse que Braga Netto é “um nome que é palatável, é um nome de consenso, que sabe conversar com o Parlamento. É um colega meu da Academia Militar, um ano mais novo que eu. Ele pode ser o vice”.

    No entanto, o presidente também acrescentou: “alguns querem a Tereza Cristina, um excelente nome também. Mas isso vai ser definido mais tarde”.

    Tereza Cristina segue realizando pré-campanha ao Senado

    A equipe de reportagem do Midiamax, entrou em contato com a Tereza Cristina nesta manhã de quarta-feira e a assessoria de imprensa da ex-ministra ressaltou que tudo não passa de especulações. Até o momento, Tereza Cristina confirma que faz pré-campanha por uma vaga no Senado por Mato Grosso do Sul. No próximo feriado e fim de semana, a pré-candidata visita as cidades de Chapadão do Sul, Costa Rica e Paraíso das Águas.

    Fonte: Midiamax.

  • Bolsonarista sai em defesa de deputado pego com maços de dinheiro

    Coronel Tadeu protocolou recurso à decisão do Conselho de Ética de não adiar tramitação de representação contra Josimar Maranhãozinho

    O deputado bolsonarista Coronel Tadeu (PL-SP) saiu em defesa no Conselho de Ética da Câmara do deputado licenciado Josimar de Maranhãozinho (PL-MA) .

    Tadeu levou à mesa diretora da Casa Legislativa um recurso contra uma decisão do presidente do colegiado, deputado Paulo Azi (União-BA). Ele quer que a representação contra Maranhãozinho seja suspensa momentaneamente.

    Na sessão do dia 25 de maio, o parlamentar bolsonarista pediu uma questão de ordem ao presidente do conselho. Ele alegou a necessidade de adiar a apreciação da representação justamente porque Maranhãozinho está de licença de seu mandato na Câmara.

    O parlamentar representado é pré-candidato ao governo de seu estado. Como o presidente da comissão indeferiu a questão de ordem, Tadeu protocolou um recurso ao presidente da Câmara, Arthur Lira (PL-AL).

    “Esta medida se faz necessária, uma vez que o deputado Josimar Maranhãozinho se encontra licenciado de suas atividades parlamentares, motivo pelo qual está impossibilitado de exercer seu amplo direito de defesa perante o colegiado”, afirma Tadeu no pedido.

    Após o recurso de Tadeu, Lira deu duas sessões para que o Conselho de Ética, na figura de seu presidente, se manifeste sobre o caso.

    A representação contra Josimar foi protocolada pela Rede Sustentabilidade. O partido alega quebra de decoro após o deputado maranhense ser flagrado em uma operação da Polícia Federal com maços de dinheiro. Segundo a PF, os valores são provenientes de um esquema de desvio de emendas parlamentares.

    Por enquanto, a representação contra Maranhãozinho aguarda a escolha de um relator. A lista tríplice foi sorteada com os deputados Alexandre Leite (União-SP), Júlio Delgado (PV-MG) e Dra. Vanda Milani (Pros-AC).

    Fonte: Metrópoles.

  • Caminhoneiros veem Guedes como ‘culpado por caos’ e ameaçam nova greve

    Categoria também criticou o projeto que limita a cobrança de ICMS sobre combustíveis em até 17%

    A Associação Brasileira de Condutores de Veículos Automotores (Abrava) voltou a criticar as medidas anunciadas pelo governo federal para tentar frear os preços dos combustíveis. Em nota, a categoria disse que o projeto que limita a cobrança de ICMS sobre combustíveis, energia elétrica, comunicações e transporte público em até 17%,  aprovado nesta semana pelo Senado, é ineficaz e não deve ter efeito nenhum sobre os preços aplicados aos consumidor final.

    Os caminhoneiros veem o ministro da Economia, Paulo Guedes, como o “grande culpado deste caos” e avaliam que a gestão de Jair Bolsonaro (PL) falhou em “não ter reestruturado a Petrobras no início do governo”. 

    “O governo se acomodou e, por ironia do destino, o ministro apelidado de posto Ipiranga, que deveria resolver esse problema, é o grande culpado deste caos, e hoje chegamos a este ponto crítico, sendo que ainda temos sérios riscos de falta de diesel”, afirmou a Abrava. “Muitas especialistas afirmam que esse problema tem soluções viáveis, mas está claro que essa não é a prioridade, o que vemos é um governo desesperado”.

    Para a categoria, o que se tem com o chamado “teto do ICMS” é uma “diminuição temporária que, talvez, seja suficiente para reduzir o valor por dois ou três meses” e a depender da frequência com que a Petrobras anunciará novos reajustes. 

    Na semana passada, a Petrobras sinalizou que os preços dos combustíveis podem voltar a subir, sob risco de desabastecimento. Em comunicado divulgado à imprensa, a petroleira disse que com a aceleração da recuperação econômica no segundo semestre de 2021 e a guerra na Ucrânia, “tem-se observado aumento dos preços e maior volatilidade nas cotações internacionais de commodities energéticas, em especial, do óleo diesel”.

    A companhia ponderou que o diesel tende a ficar mais pressionado nos próximos meses em função de: (1) aumento sazonal da demanda mundial no segundo semestre; (2) menor disponibilidade de exportações russas pelo prolongamento e agravamento de sanções econômicas ao país; e (3) eventuais indisponibilidades de refinarias nos Estados Unidos e no Caribe com a temporada de furacões de junho a novembro.

    “Portanto, não há fundamentos que indiquem a melhora do balanço global e o recuo estrutural das cotações internacionais de referência para o óleo diesel”.

    Dados mais recentes da Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis (Abicom) revelam que a defasagem da gasolina e do diesel em relação aos preços praticados no mercado internacional está na casa de 17% e 16%, respecticamente.

    A Abrava disse estar ciente disso. “Sabemos que a Petrobras deve anunciar novos aumentos para a gasolina e para o diesel, respectivamente 17% e 16%, em breve. Ora, não precisa ser um economista para chegar à conclusão que 2 ou 3 aumentos consumirão toda redução que se pretende fazer por meio dos tributos, correndo o risco de os litros desses combustíveis ficarem ainda mais caros do que são hoje”.

    Segundo a associação, a situação é ainda pior para os caminhoneiros autônomos, que atuam como prestadores de serviços e não são funcionários de uma empresa específica. Isso porque eles não conseguem repassar os gastos com combustível para os custos do frete, já que este é definido por outros agentes da cadeia, como empresas de transporte e embarcadores. 

    A Abrava voltou a criticar a política de preços da Petrobras e ameaçou realizar uma nova greve. “De uma forma ou de outra, mantendo-se essa política cruel de preços da Petrobras, sem a garantia que o caminhoneiro autônomo tenha suas despesas de viagem integralmente ressarcidas, a categoria vai parar. Se não for por greve, será pelo fato de se pagar para trabalhar. A greve é o mais provável e não demora muito”, declarou.

    Fonte: IG.

  • Centrão oferece ministério para o general

    Valdemar Costa Neto e Ciro Nogueira sabem como agradar um general.

    Segundo Andréia Sadi, o plano do Centrão é chutar Walter Braga Netto da vaga de vice e oferecer-lhe a “garantia de um ministério para comandar caso o presidente consiga um segundo mandato”.

    O argumento é que Tereza Cristina pode reduzir o repúdio das mulheres a Jair Bolsonaro. Como se isso bastasse.

    Fonte: Oantagonista.

  • Crise na campanha de Bolsonaro faz ideia de vice mulher voltar a ganhar força

    Crise na campanha de Bolsonaro faz ideia de vice mulher voltar a ganhar força

    O pessimismo que se abateu sobre a campanha de Jair Bolsonaro, diante do risco de derrota já no primeiro turno para Lula, fez com que voltasse a ganhar força a ideia de uma mulher ser candidata à vice-presidência, em vez do general da reserva Walter Braga Netto, hoje o provável escolhido.

    O objetivo seria tentar melhorar a aceitação de Bolsonaro entre as mulheres, grupo em que sua rejeição é superior à que existe entre os homens.

    Dentre esses nomes, a mais provável seria Tereza Cristina, que não gostaria da missão. Prefere ser candidata ao Senado, eleição que considera bem mais segura.

    Fonte: Metrópoles.

  • Barroso apresenta queixa-crime contra Magno Malta por calúnia

    Ex-senador acusou ministro de bater em mulher; defesa de Barroso fala em “dano à reputação de agente público como forma de enfraquecer o Supremo Tribunal Federal”

    O ministro Luís Roberto Barroso apresentou queixa-crime contra o ex-senador Magno Malta para que ele responda por calúnia. Em congresso conservador no último fim de semana, o bolsonarista disse que Barroso batia em mulher e que ele poderia provar suas afirmações.

    Na petição, distribuída a Alexandre de Moraes por prevenção no inquérito que apura ofensas ao STF e ao sistema democrático, a defesa do ministro afirma que, com a declaração, o ex-senador praticou “ato concertado que revela manifestação concreta das táticas utilizadas para a operação de redes de desinformação contra o órgão de cúpula do Poder Judiciário e o Estado de Direito”.

    Segundo o advogado Ademar Borges, trata-se de acusação de um crime grave, o de violência doméstica. Ele diz que o político sabe que as informações são falsas e não apresentou nenhuma prova. As declarações foram dadas em palestra transmitida ao vivo e que permanece acessível no Youtube.

    “Nesse contexto, cumpre destacar que há dois elementos importantes no presente caso que justificam o acionamento do direito penal para sancionar as condutas ofensivas à honra do Querelante. Primeiro, o uso de informações manifestamente falsas e fraudulentas. Nesse caso, há prejuízo à própria liberdade de expressão, uma vez que a desinformação distorce o debate público, constituindo barreira a que os cidadãos tenham acesso a conteúdos de qualidade e possam formar o seu convencimento na esfera pública, sem interferências indevidas. Segundo, o propósito de produzir dano à reputação de agente público como forma de enfraquecer o Supremo Tribunal Federal, bem como a própria democracia e seus pressupostos fundamentais (como a existência de um Poder Judiciário independente).”

    Fonte: Oantagonista.

  • Pré-candidatos devem deixar programas de rádio e TV até o fim do mês

    Três pré-candidatos deverão deixar os programas de rádio e TV até o dia 29 de junho

    Pré-candidatos ao Governo e deputados que disputam a reeleição devem deixar programas de rádio e TV até o dia 29 de junho para dar continuidade no calendário eleitoral deste ano. A partir do dia 20 de julho, os partidos estão autorizados a oficializar as pré-candidaturas, registrar oficialmente e dar início a propaganda eleitoral.

    Dos pré-candidatos ao Governos envolvidos no meio, a deputada federal Rose Modesto (União Brasil) seguia com o programa Tocando em Frente na Rádio Capital 12, porém o mesmo foi encerrado há 20 dias.

    Lucas de Lima (PDT) disputará a reeleição para o cargo de deputado estadual e está relacionado a rádio e programa de TV. o mesmo destacou que se afastará das atividades a partir do dia 26 de junho.

    Marçal Filho (PP)também segue na disputa e afirmou que se afasta das atividades no dia 29 de junho, no qual realizará seu último programa na Rádio 94 FM Dourados.

    Fonte: Midiamax.

  • PESQUISA XP: LULA 44%, BOLSONARO 32%

    Os bolsonaristas reclamam da pesquisa encomendada pela XP, mas o resultado da pesquisa encomendada pelo BTG é igual: de acordo com o novo levantamento, Lula derrota com folga Jair Bolsonaro.

    No primeiro turno, Lula vence por 44% a 32%. Em seguida, aparecem Ciro Gomes, com 9%, e Simone Tebet, empacada com 2%.

    No segundo turno, a vantagem de Lula sobre Bolsonaro é ainda mais folgada: 54% a 36%.

    Um detalhe: a pesquisa foi realizada pela FSB, que tem contratos com o governo.

    Fonte: Oantagonista.

  • TCU INVESTIGA GASTOS DUPLICADOS EM CONTRATOS E CARTÃO DO GOVERNO BOLSONARO

    O Tribunal de Contas da União (TCU) vai apurar gastos em duplicidade do governo federal com contratos e o cartão corporativo. O autor do requerimento, o deputado federal Elias Vaz (PSB-GO) identificou que o governo informa despesas no cartão corporativo que já estão pagas por contrato ou diárias a servidores. O relator da investigação será o ministro Antônio Anastasia.

    “Há despesas informadas na fatura do cartão e contratos firmados pela União para os mesmos serviços. É uma verdadeira farra com dinheiro dos impostos dos brasileiros. Queremos que as contas anuais do presidente sejam rejeitadas e os valores sejam devolvidos aos cofres públicos”, afirma o deputado.

    A auditoria do TCU revelou que desde o início do governo Bolsonaro que os gastos são cada vez mais altos com hospedagem, alimentação e locomoção nas faturas do cartão corporativo. Jair Bolsonaro costuma alegar que o valor é decorrente de despesas com equipes de segurança em viagens.

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    No entanto, os militares responsáveis pela segurança de Jair Bolsonaro e do vice, Hamilton Mourão, recebem diárias para pagar o custo de alimentação e hospedagem. Entre janeiro de 2020 e maio de 2022, o valor foi de R$10.767.281,13 em diárias, segundo levantamento no Portal da Transparência.

    A locomoção também está garantida. O governo pagou entre janeiro de 2020 e maio deste ano R$12.154.944,08 à empresa Miranda Turismo e Representações Ltda para fornecimento de passagens.

    “Se eles recebem a passagem porque o governo tem contrato pra isso, as diárias pra pagar alimentação e hospedagem, como é que os seguranças do Bolsonaro estão inflando o cartão corporativo? Há sérios indícios de que o cartão vem sendo usado pra pagar viagens de lazer, alimentação de luxo e caronas para parentes e amigos do Bolsonaro”, defende Elias Vaz.

    Avião presidencial

    Levantamento do deputado federal Elias Vaz mostra que os caroneiros foram muito bem alimentados durante as viagens. Só de janeiro a maio deste ano, o governo federal pagou R$527.059,65 com refeições dentro do avião presidencial.

    O contrato 05/2017, com a International Meal Company Alimentação S.A., já custou R$ 1.803.975,89 de 2020 até o mês passado e prevê o fornecimento de refeições prontas (almoço, jantar e café da manhã), bebidas, lanches (salgados e sanduíches), petiscos (castanhas, barras de cereais e frios), frutas, doces e gelo.

    O governo também mantém contrato com a Hot Cozinha Industrial LTDA para fornecer refeições aos funcionários e convidados do Palácio do Planalto. De maio de 2020 a maio deste ano, o valor foi de R$6.435.199.

    fonte:congressoemfoco.

  • Preço médio da gasolina aumenta nos postos após três quedas seguidas, diz ANP

    Óleo diesel também registrou leve aumento na semana em relação à anterior.

    Os preços da gasolina e do diesel aumentaram nos postos nesta semana, de acordo com dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) divulgados nesta sexta-feira (10).

    O preço médio do litro da gasolina passou de R$ 7,218 para R$ 7,247, aumento de 0,4%. O maior valor encontrado foi de R$ 8,490. O menor, R$ 6,180.

    Já o valor do litro do diesel passou de R$ 6,882 para R$ 6,886, o que representa um leve aumento de 0,058% após seguidas quedas. Nesta semana, o maior valor encontrado pela ANP para o diesel foi de R$ 8,430, enquanto o menor foi R$ 5,640.

    Em maio, o preço do combustível havia atingido um patamar recorde de R$ 6,943, o maior valor nominal desde que a ANP passou a fazer levantamento semanal de preços, em 2004.

    Por fim, o valor médio do etanol passou de R$ 5,083 para R$ 5,002, queda de 1,59%. No posto mais caro pesquisado pela agência, custava R$ 7,890. No mais barato, R$ 3,890.

    Preços em 2022

    Em 2022, a disparada dos preços dos combustíveis ocorre em meio à forte alta nos valores internacionais do petróleo após a Rússia ter invadido a Ucrânia, impactados pela oferta limitada frente a demanda mundial por energia.

    Desde 2016, a Petrobras adotou o chamado PPI (Preço de Paridade de Importação), após anos praticando preços controlados, sobretudo no governo Dilma Rousseff. O controle era uma forma de mitigar a inflação, mas causou grandes prejuízos à petroleira.

    Pela política de preços atual, os valores cobrados nas refinarias se orientam pelas flutuações do preço do barril de petróleo no mercado internacional e do câmbio.

    Fonte: Globo.com

  • DATAFOLHA: LULA VENCERIA EM PRIMEIRO TURNO, COM VANTAGEM DE 21 PONTOS

    O Instituto Datafolha divulgou nesta quinta-feira (26) nova rodada da sua pesquisa de intenção de votos para presidente da República. E, segundo o levantamento, o pré-candidato do PT, Luiz Inácio Lula da Silva, abriu 21 pontos de vantagem sobre seu principal adversário, o presidente Jair Bolsonaro (PL), que tenta a reeleição.

    De acordo com a pesquisa, Lula tem 48% das intenções de voto, contra 27% de Bolsonaro. Em terceiro, vem Ciro Gomes, do PDT, com 7%.

    Fonte: Congressoemfoco.

  • Bolsonaro diz que eleições serão realizadas em ‘espírito democrático’

    Em encontro com Joe Biden, presidente disse querer um pleito limpo, confiável e auditável

    No primeiro encontro bilateral entre os presidente brasileiro, Jair Bolsonaro , e o americano, Joe Biden, Bolsonaro afirmou que o país é maior em energia verde e que o mundo depende “em muito do Brasil” para sua sobrevivência.

    O presidente, que dois dias antes da viagem a Los Angeles, voltou a afirmar em uma entrevista que ainda duvidava do resultado da eleição americana falou sobre as eleições brasileiras e disse querer “eleições limpas, confiáveis e auditáveis”.

    “Para que não sobre nenhuma dúvida após o pleito. Tenho certeza que ele será realizado nesse espírito democrático. Cheguei pela democracia e tenho certeza de que quando deixar o governo também será de forma democrática.”

    Pouco antes do encontro, Bolsonaro esclareceu que só aceitou ir à reunião, que acontece às margens da Cúpula das Américas, porque os dois lados acertaram uma agenda, comparando o compromisso a um casamento.

    “Não aconteceria. Eu não estava previsto para vir aqui. Ele mandou um enviado especial para lá [Brasil] e acertamos a agenda”, disse o presidente, que reclamara anteriormente que, em outubro do ano passado no encontro do G20, Biden “passou como se eu não existisse”. 

    “É igual a um casamento, você vai aceitar os meus defeitos, eu vou aceitar os seus e vamos ser felizes.”

    Apenas na quarta-feira o governo brasileiro confirmou que o presidente estaria no evento, acompanhado do chanceler Carlos França, que não participou de um encontro de ministros convocado para definir os acordos que serão assinados pelos chefes de Estado.

    Desde antes da posse do democrata, em janeiro de 2021, a relação entre os dois líderes é fria, devido a divergências políticas e à proximidade do mandatário brasileiro com o ex-presidente Donald Trump, a quem declarou apoio aberto na eleição americana de 2020. Nesta quinta, o presidente brasileiro falou sobre o tema.

    “Em alguns momentos nos afastamos por questões ideológicas, mas tenho certeza que com nossa chegada ao governo nunca tivemos uma oportunidade tão grande pelas afinidades que nosso governo tem”, afirmou Bolsonaro.

    O presidente brasileiro foi um dos últimos líderes mundiais a reconhecer a vitória de Biden sobre Trump, o que só fez 35 dias depois das eleições, em dezembro de 2020. Além disso, adotou o discurso do republicano de que pode ter havido “fraude” no pleito, apesar de não existir qualquer evidência pública que endosse a acusação.

    Fonte: IG.

  • Simone Tebet comemora apoio do PSDB à candidatura: “Estamos prontos”

    Mais cedo, tucanos oficializaram apoio da legenda à candidatura da emedebista para presidente da República

    A pré-candidata do MDB à Presidência da República, Simone Tebet, comemorou a decisão do PSDB de apoiá-la na disputa ao Palácio do Planalto. O apoio tucano à emedebista foi anunciado, nesta quinta-feira (9/6), após reunião da executiva do partido, em Brasília.

    Simone afirmou que a união entre MDB e PSDB “é um reencontro do centro democrático não agendado pela história, mas exigido por ela”. “No passado, democracia, cidadania, justiça social. Hoje, pelos mesmos valores e com a mesma urgência, unimos forças por um Brasil sem fome e sem miséria”, defendeu.

    “Sabemos da responsabilidade. Estamos prontos. Com coragem e amor, vamos reconstruir o Brasil. Recebo com alegria e imensa honra o apoio do PSDB à nossa candidatura”, prosseguiu a candidata da chamada terceira via nas redes sociais.

    A reunião

    A reunião que decidiu o apoio tucano à emedebista esteve longe de ser rápida e consensual. O encontro, que durou quase cinco horas e sob clima bastante tenso, oficializou a aliança entre os partidos que buscam lançar um nome alternativo a Lula (PT) e Jair Bolsonaro (PL) nas eleições.

    Foram 39 votos pela aliança, 6 contra e uma abstenção. O placar inclui os votos computados entre membros da executiva, e das bancadas do Senado e da Câmara. “Obviamente esse resultado já dá um sinal do caminho que o PSDB vai tomar”, disse Araújo, após a reunião.

    Também já ficou decidido que o partido vai indicar um candidato a vice, na chapa de Simone. O nome mais cotado é o do senador Tasso Jereissatti (CE).

    “Nós vamos oferecer o que temos de melhor ao Brasil. Um nome que possa colaborar com essa caminhada com Simone Tebet”, disse Araújo.

    Bruno Araújo ainda informou que confia no acordo a ser fechado para lançar o nome de Eduardo Leite ao governo do Rio Grande do Sul. Para isso, é necessário agora que o MDB anuncie apoio ao ex-governador, que hoje figura como nome favorito nas pesquisas de intenção de voto.

    Dissidências

    A decisão não foi unânime. Apesar de a maior parte da cúpula do partido apontar para a coligação com o MDB no plano nacional, lideranças importantes da legenda ainda insistem em uma candidatura própria tucana e defendem o nome do ex-governador do Rio Grande do Sul – que perdeu as prévias para João Doria (SP) – como cabeça de chapa.

    Votaram contra o apoio a Tebet os deputados federais Aécio Neves, Alexandre Frota, Paulo Abi-Ackel, Eduardo Barbosa e Rossoni, e o senador Plinio Valério. O ex-deputado Nelson Marchezan Júnior se absteve.

    O ex-governador de Goiás Marconi Perillo saiu do encontro se dizendo “broxado” com o rumo da reunião. “Desde 1986 eu não digito outro número nas urnas a não ser 45”, disse o tucano.

    No encontro, Perillo ainda colocou um desafio aos seus colegas de partido: o de perguntar ao próprio Eduardo Leite se ele aceitaria a tarefa de encarnar uma candidatura tucana ao Planalto.

    Perillo alega que Leite só não disse que aceitaria porque não foi feita a pergunta a ele.

    “Alguns de nós continuamos a defender a candidatura própria. E não é difícil fazer a defesa dessa tese. Nós temos excelentes nomes. O Eduardo Leite foi o segundo colocado na prévia, com votação muito boa, muito expressiva. Perdeu para o Doria por pouco”, insiste o ex-governador goiano.

    “Com a desistência do governador Doria, o nome natural para ser candidato a presidente é Eduardo Leite”, defendeu. “A minha proposição é de que o partido inteiro convide ou convoque Leite pra ser o nosso candidato. Eu tenho certeza de que se houver uma convocação o governador diria que aceita ser candidato a presidente pelo PSDB.”

    Cenário polarizado

    O deputado federal Aécio Neves (MG), que foi candidato a presidente pelos tucanos em 2014, também saiu da reunião frustrado. “Neste momento, eu não vou mais tensionar essa questão. O que me preocupa é que o PSDB não tenha para entregar aquilo que eventualmente entregaria”, disse o mineiro.

    “O PSDB terá enorme dificuldade de caminhar com a candidatura do MDB (caso apoie Simone). Tenho enorme respeito pela senadora Simone Tebet, um dos melhores quadros da política brasileira. Mas eu continuo entendendo que, pelo papel que o PSDB já exerce na política brasileira, sobretudo em razão da polarização que nós vamos assistir nessas eleições, para o país, que seria necessário que o PSDB tivesse uma candidatura própria para sinalizar para o futuro, o que eu chamaria de uma certa reinstitucionalização da política”, disse o mineiro.

    Também compartilharam dessa visão o ex-deputado Marcos Pestana (MG) e o ex-senador José Aníbal (SP), entre outros.

    Estiveram presidentes o secretário-geral, Beto Pereira, o líder do PSDB no Senado, Izalci Lucas, além de Pedro Vilela (AL), Paulo Abi-Ackel (MG), Nilson Pinto (PA), Aécio Neves (MG), José Aníbal (SP), Eduardo Azeredo (MG), Thelma de Oliveira (PSDB-Mulher), Gabriela Cruz (Tucanafro), Edgar de Souza (Diversidade Tucana), Sérgio Ballaban, Moema São Thiago e Marcus Pestana (MG).

    Participaram de forma remota o senador Tasso Jereissati, o líder dos tucanos na Câmara, Adolfo Viana (BA), Nelson Marchezan Júnior (RS), o tesoureiro do pardido, Cesar Gontijo (MG), Samuel Moreira, Vanderley Macris (SP), a prefeita de Palmas, Cinthia Ribeiro, o prefeito de Ribeirão Preto, Duarte Nogueira, Júlia Jereissati, Mara Gabrilli, Eduardo Cury, Eduardo Barbosa, Joyce Hasselman, o prefeito de São Bernardo, Orlando Morando, Marco Vinholi, Fernando Alfredo, e Manoela Imbassahy.

    Fonte: Metrópoles.

  • Datafolha: Lula tem 43% dos votos no estado de São Paulo, contra 30% de Bolsonaro

    Ciro Gomes registra 8% das intenções de voto entre paulistas, e Simone Tebet, 3%

    Pesquisa Datafolha divulgada nesta sexta-feira mostra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) como líder na disputa ao Palácio do Planalto entre os eleitores do estado de São Paulo, com 43% das intenções de voto. O presidente Jair Bolsonaro (PL) segue em segundo, com 30%.

    O pré-candidato Ciro Gomes (PDT) mantém o patamar da pesquisa nacional, com 8% de intenções de voto. Simone Tebet (MDB) chega a 3% de votos entre os paulistas.

    André Janones (Avante) tem 2%, seguido de Vera Lúcia (PSTU), Pablo Marçal (Pros) e Felipe d’Avila (Novo) com 1% cada. Sofia Manzano (PCB), Leonardo Péricles (UP), Eymael (Democracia Cristã), Luciano Bivar (União Brasil) e General Santos Cruz (Podemos) não pontuaram.

    Votos nulos e brancos no estado representam 9%; e 2% não sabem ou não responderam. O Datafolha entrevistou 1.806 eleitores de terça a quinta-feira, e a margem de erro é de dois pontos percentuais. São Paulo é o principal colégio eleitoral brasileiro, com 33,1 milhões de votos, e representa mais de 21% do eleitores brasileiros.

    Em comparação com os dados nacionais divulgados no último levantamento, Lula, que tem 47% das intenções de voto no país, perde votos no estado paulista. Já Bolsonaro, que nacionalmente teve 28% das intenções de votos, flutua 2% dentro da margem de erro.

    O mesmo levantamento também mensurou as intenções de voto dos candidatos a governador por São Paulo. Foram avaliados dois cenários: um com o ex-governador Márcio França (PSB) e outro sem. O ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT), aparece na liderança nos dois casos. Com o pessebista na disputa, Haddad tem 28%, enquanto chega a 34% sem o adversário.

    Os dados do Datafolha pressionam para que Márcio França anuncie a desistência na disputa ao Palácio Bandeirantes. Segundo aliados, França já decidiu pelo apoio a Haddad.

    Fonte: Oglobo.