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Rio Brilhante: Vereadores vão propor redução de salários. Nas redes sociais população desconfia “das intenções”


Nem tudo que reluz e ouro, é uma metáfora muito usada pelas pessoas com mais idade, para mostrar uma certa desconfiança, quando se trata da ação de algumas pessoas.

Nessa semana quatro vereadores de Rio Brilhante, fizeram um vídeo em que propõem a redução dos salários de prefeito, vice-prefeito e dos vereadores em cinquenta por cento, enquanto houver o risco de contaminação pelo novo coronavirus.

Nestes momentos de pandemia, algumas ações mostram empatia com o problema que a população vem enfrentando, porém, a atitude dos vereadores não foi muito bem recebida nas redes sociais, já que muitas pessoas estão acreditando que a atitude tomada pelos vereadores, é de cunho eleitoreiro, e que visa apenas ludibriar a população, já que segundo os vereadores, os valores arrecadados com esta economia, seria destinado ao hospital de Rio Brilhante, para ajuda no combate ao covid 19.

Este mesmo hospital que pode vir a receber esta ajuda temporária da câmara, recebia da gestão anterior que comandava o legislativo municipal, cerca de R$ 30 mil reais por mês, que eram destinados por meio da devolução do duodécimo. Nesta gestão, a ajuda que foi feita durante quatros anos foi cortada. Até então, apenas dois vereadores, vem buscando colaborar com o hospital nestes últimos anos.

Se com essa demonstração de requerer a redução dos salários estão dispostos a cortar na própria carne, deveriam ter aceitado a sugestão do prefeito que em novembro de 2018 encaminhou à câmara um ofício solicitando aos vereadores que aprovassem a redução de dez por cento nos salários do vereadores, prefeito, vice-prefeito e secretário, e que tal medida geraria uma economia de pelo menos R$220 mil reais. Até o momento, a ideia do prefeito não foi colocada em votação.

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MS atinge 60 casos de coronavírus


Mato Grosso do Sul registra nesta sexta-feira (3) 60 casos do novo coronavírus, o Covid-19, segundo boletim epidemiológico divulgado pelo governo do Estado. Outros 43 casos estão ainda sob investigação. A maior parte dos infectados no estado tem entre 20 e 49 anos, ou seja, está fora da chamada faixa de maior risco, acima dos 60 anos.

Secretário de Saúde, Geraldo Resende explicou que a ‘melhor máscara ainda é ficar em casa’, ao ser questionado sobre o uso das mesmas na rua. “Estamos estudando, mas o melhor mesmo a se fazer é permanecer em casa. Este é um apelo que eu faço aos mais de 2,7 milhões de sul-mato-grossenses”, reforçando durante a coletiva que a política no Estado é a de isolamento social.

Quatro profissionais de saúde que tiveram contato com a idosa que morreu por conta da doença e estava internada em Dourados também estão infectados. São dois de Batayporã e dois de Nova Andradina. Ao todo, 13 pessoas estão internadas, sendo apenas uma na rede pública de atendimento, em Dourados. Um dos pacientes está internado em São Paulo e os outros na rede privada ou conveniada de Mato Grosso do Sul.

Novos casos

Dos novos 7 casos da doença, cinco são em Campo Grande e outros dois em Dourados, sendo cinco mulheres e dois homens de 24 anos, 33 anos e demais acima dos 50 até os 63 anos. Foram pessoas que tiveram contato com infectados ou que estiveram em viagem aos Estados Unidos, Inglaterra e São Paulo.

17 pacientes estão em isolamento domiciliar e 29 já finalizaram a quarentena, em um total de 648 notificações, 43 investigações, 60 confirmações, 533 descartados, 12 excluídos e 1 óbito. O boletim completo pode ser conferido aqui.

Isolamento em MS

O monitoramento em Mato Grosso do Sul mostra que até quarta-feira apenas 47% da população cumpriu com o isolamento social necessário. Os gráficos são distribuídos pelas cores, verde, amarelo, laranja e vermelho, sinalizando a situação de cada município com valores mínimo e máximo.

Fonte: Midiamax.

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Bolsonaro diz que Mandetta não tem humildade nem o ouve, mas descarta demiti-lo na “guerra”


Jair Bolsonaro (sem partido) fez duras críticas ao ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta. Além de acusa-lo de não ouvi-lo, ele disse que o médico campo-grandense deveria ter mais humildade. No entanto, apesar de não aprovar a conduta do ministro sul-mato-grossense, o presidente descartou demiti-lo “no meio da guerra”, fazendo referência ao combate à pandemia do coronavírus.

Em entrevista ao programa Pingo Nos Is, da rádio Jovem Pan, Bolsonaro manifestou a contrariedade pelo ministro da Saúde não aceitar a sua recomendação de trocar o isolamento total pelo isolamento social, liberando para o trabalho pessoas com menos de 40 anos. “O Mandetta já sabe que a gente tá se bicando há algum tempo”, disparou.

“O Mandetta quer fazer valer a vontade dele, precisa de um pouco mais de humildade para governar o Brasil”, aconselhou. Apesar de condenar a postura do sul-mato-grossense, o presidente da República deixou claro que não pretende demiti-lo durante o combate ao coronavírus. “Eu não vou demitir no meio da guerra, mas ele sabe que em algum momento extrapolou”, avisou.

Entre as queixas, o presidente deixou claro que não concorda com o prolongamento da quarentena, que conta com respaldo de prefeitos, governadores e autoridades de saúde como a melhor medida para evitar explosão de casos da Covid-19 no Brasil.

Em seguida, Bolsonaro destacou que deseja sucesso ao ministro da Saúde, que faça um bom combate e o melhor para o Brasil. No entanto, ele deixou claro que decidirá sobre a permanência do sul-mato-grossense no cargo após o fim da pandemia. “Boa sorte ao Mandetta”, desejou.

A entrevista de Bolsonaro repercutiu imediatamente em todos os jornais, emissoras de televisão e sites do Brasil. O presidente defende o isolamento vertical, em que o confinamento fica restrito a idosos e integrantes do grupo de risco. Ele voltou a avisar que baixará decreto autorizando a abertura do comércio na próxima semana caso a medida não seja adotada pelos governadores e prefeitos.

Para o presidente, a histeria pregada pelos meios de comunicação, ao propagar as mortes na Itália, onde, no seu entendimento, houve muitas mortes devido a idade avançada dos italianos, contagiou a equipe de Mandetta. “Aquela histeria que eu critico contagiou alguns lá”, ressaltou.

Ao jornal Folha de São Paulo, Mandetta evitou comentar a crítica de Bolsonaro. “Quem tem mandato fala, e quem não tem, como eu, trabalha”, afirmou o ministro. “Nunca fiz nenhum comentário sobre as ações dele. Não se comenta o que o presidente da República fala”, pontuou.

Em seguida, ele completou: “Eu acho que estamos frente a uma doença nova, e está todo mundo aprendendo com essa doença. Vamos saber o que ela vai fazer com nosso sistema de saúde. Rezo a Deus que nada disso aconteça aqui, que eu esteja absolutamente errado, que toda a ciência esteja absolutamente errada”.

As ações do ministro contam com respaldo da opinião pública. De acordo com o Datafolha, 55% aprovam as medidas de Mandetta, enquanto somente 35% aprovam as ações de Bolsonaro diante da pandemia.

Além disso, ele teria o respaldo de outros ministros importantes no Governo, como Sergio Moro (Justiça e Segurança Pública) e Paulo Guedes (Economia).

Fonte: Ojacaré.

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PSB e PSD discutem ações para as próximas eleições


Termina no próximo sábado, 4, de abril, o prazo para que os candidatos que pretendem disputar as eleições municipais se filiarem à algum partido político, e fazerem a alteração de seus domicílios, caso ainda não tenham feito.

Visando antecipar a entrega de documentos de seus filiados, PSD e PSB, se reuniram nesta segunda, 30, e decidiram sobre os nomes que devem fazer parte do rol de candidatos. Entre outros assuntos, os dirigentes trataram do apoio que o PSB dará ao PSD, que terá como candidato à prefeito, o empresário David Vincesi.

Na reunião estiveram presentes o presidente do PSB, Irineu Pael, o advogado Jaime Medeiros e o vice-prefeito de Rio Brilhante Márcio Belone, juntamente com o empresário David Vincensi, que vem ampliando os apoios em busca de se tornar o próximo prefeito do município.

Marçal pode ser candidato do governo à prefeitura de Dourados


Marçal Filho obteve mais de 25 mil votos nas eleições deste domingo (Foto: Divulgação)

Se a campanha por contato físico permanece parada, nos bastidores ela ferve e é cada vez maior a possibilidade do deputado estadual e radialista Marçal Filho (PSDB) ser o candidato do governo à prefeitura de Dourados. Sem conseguir emplacar, o colega de Casa e ex-líder do Executivo na Assembleia, José Carlos Barbosa, o Barbosinha (DEM), estaria fora dos planos da gestão estadual. 

Aviso – Marçal já teria até recebido a missão por parte do PSDB e ainda avalia a situação. Caso a situação se concretize, teria apoio do próprio DEM, que indicaria o vice na chapa – repetindo a dobradinha estadual – e ainda, em caso de vitória do deputado tucano, conseguiria emplacar um terceiro parlamentar na Assembleia, desde que para isso os suplentes diretos ao radialista – Mara Caseiro, Dione Hashioka e Enelvo Felini, sejam mantidos em seus respectivos cargos, caindo a vaga ‘no colo’ do vereador por Campo Grande André Salineiro, que troca o ninho tucano pelo Democratas nessa janela. 

Trio – Com isso, o DEM aumentaria a sua bancada na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul, que atualmente conta com Zé Teixeira e o próprio Barbosinha.

Fonte: Douradosnews.

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Coronel David ganha na justiça direito de sair do PSL


2019-03-11-david1

O deputado estadual Coronel David se diz “aliviado” após ter o aval da Justiça Eleitoral para deixar o PSL. Nesta segunda-feira (30), o Tribunal Regional Eleitoral (TRE-MS) julgou favorável sua saída do partido. O pedido de Coronel David para justa causa foi aceito de forma unânime. 

De acordo com David, ele deu entrada no processo após sofrer perseguições e até mesmo ofensas públicas, além de ser acusado de ser “muito bolsonarista”. “Foi tudo público, nunca escondi que a situação não era confortável e busquei o que era correto e deixei para Justiça resolver”, afirmou o parlamentar.

Apesar de já ter convite de outras siglas, o deputado espera agora para conversar, mesmo que pelo telefone, com o presidente Jair Bolsonaro. “O momento é de apoiar o presidente nessa crise e continuar as ações pelos cidadãos e cidadãs de Mato Grosso do Sul”, finalizou David.

IMBRÓGLIO 

O PSL-MS havia entrado com representação contra o deputado estadual, mas foi arquivada pela Executiva Nacional do partido. O documento da executiva estadual, presidido pela senadora Soraya Thronicke, e levado para a Comissão de Ética pontuava que o parlamentar está mais ligado ao presidente Jair Bolsonaro – que deixou o partido e pretende criar o Aliança pelo Brasil – e não a agremiação. 

Ainda de acordo com texto de Thronicke “o mandato do deputado possui interesses ideológicos diversos do defendido pelo partido, contrariando as diretrizes a anseios despendidos pela executiva estadual e nacional bem como a liderança da bancada do PSL na Asssembleia Legislativa e principalmente perante a sociedade com manifestações desagregadoras perante a imprensa estadual”.

O deputado poderia ser punido pelo partido e até mesmo expulso, perdendo o mandato. A dificuldade de diálogo entre Soraya e David vem sendo veiculada pela imprensa desde 2018, quando durante a eleição, a senadora, então candidata, registrou um boletim de ocorrência contra o então presidente da sigla, Rodolfo Nogueira, e principal aliado de David dentro da agremiação. 

A situação piorou quando Soraya foi designada presidente estadual pelo chefe nacional, Luciano Bivar, e ainda colocou o deputado Capitão Contar como presidente municipal do partido, declarando ainda apoio a ele para concorrer a prefeitura de Campo Grande, cargo a qual David também tem interesse de disputar e seria o candidato do presidente Bolsonaro.

Contar já foi destituído da presidência do PSL Campo Grande e quem assumiu foi o deputado federal e também aliado de Soraya, Loester Trutis. A nova diretoria foi instituída no dia 1º de janeiro e tem validade até 31 de dezembro deste ano. Segundo Soraya declarou na imprensa, o motivo do deputado sair da executiva é porque precisa se preparar para concorrer a prefeitura da Capital.  

O processo interno contra o deputado será arquivado no partido. Conforme a ata assinada pelo presidente Luciano Bivar registra que o presidente colocou em votação os pareceres do Conselho de Ética, Fidelidade e Disciplina Partidária e “deliberou por declinar a competência nas representações 20, 22 e 23”.

Sendo o de número 20 a representação da Comissão Executiva Estadual do PSL de Mato Grosso do Sul contra o Carlos Alberto David do Santos – o Coronel David. No mesmo documento foram punidos 19 integrantes do partido, entre eles o deputado federal e filho do presidente, Eduardo Bolsonaro.

Fonte: Correiodoestado.

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Marco Aurélio encaminha à PGR pedido de afastamento de Bolsonaro


“Bolsonaro não está à altura do cargo. A necessidade de sua saída não é uma necessidade política, é de saúde pública”, afirmou o deputado Reginaldo Lopes (PT-MG), autor da ação que o ministro Marco Aurélio, do STF, optou por não arquivar e enviou à PGR, que agora terá de se posicionar.

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Marco Aurélio Mello encaminhou, na condição de relator, a notícia-crime protocolada pelo deputado federal Reginaldo Lopes (PT-/MG) à Procuradoria-Geral da República (PGR).

A ação aponta as inúmeras irresponsabilidades cometidas desde o início da crise do Covid-19, que foram são listadas na peça, que pode levar o presidente ao afastamento por 180 dias ou até mesmo à perda de mandato.

“Bolsonaro não está à altura do cargo. A necessidade de sua saída não é uma necessidade política, é de saúde pública”, afirmou o deputado.

“A notícia-crime relata mais de 20 vezes em que o presidente pôs o país em risco. E ainda há novos fatos a serem incorporados!” concluiu Lopes sobre a peça que o ministro Marco Aurélio optou por não arquivar e enviou à PGR, que agora terá de se posicionar.

Caso a Procuradoria concorde com a notícia-crime e apresentar denúncia ao STF, a Câmara será consultada para autorizar ou não o seguimento da Ação Penal. Em caso de crime transitado em julgado, o presidente perde o mandato.

Nesta segunda, em entrevista ao Correio Braziliense, o ministro Marco Aurélio Mello afirmou que temia a eleição de Jair Bolsonaro como presidente por seu histórico de ataque às minorias. Com Bolsonaro eleito, o ministro se diz “triste” com a postura do mandatário.