Prefeito de Nova Alvorada pode ser cassado na segunda

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Acuado por escândalos de corrupção e tendo um aliado como inimigo estratégico, o prefeito Arlei Silva Barbosa (MDB), de Nova Alvorada do Sul, corre o risco de perder o mandato na segunda-feira (26). A Comissão Processante votou, por 2 a 1, pela cassação do emedebista por não cumprir a Lei de Licitação e por irregularidades na emissão do cheque de R$ 6.168.

Para aprovar a cassação, são necessários os votos de oito dos 11 vereadores. O principal problema de Arlei é que a tropa de choque para lhe apear do cargo é comandada pelo presidente municipal do MDB e da Comissão Processante, vereador Renilson César da Silva.

O mais curioso ainda pode ser o desfecho da história. Em caso da cassação, o novo prefeito do município será Moisés Neres (PT). Arlei foi do PT nos dois mandatos anteriores como prefeito e trocou o partido pelo MDB em decorrência do desgaste da sigla em nível nacional.

Conforme relatório publicado no Diário Oficial, a Comissão Processante votou pela perda do cargo de prefeito. O relator, vereador Edir Mesquita (PSB), emitiu parecer pela insuficiência de provas e pela improcedência da denúncia.

No entanto, ele acabou sendo voto vencido, porque o presidente da comissão, Renilson César, e o outro integrante, Nélio Justen, o Professor Nélio (PDT), votaram pela procedência da denúncia e pela perda do cargo.

Nos últimos dias, eleitores insatisfeitos bombardearam os vereadores nas redes sociais para aprovar a cassação de Arlei. Como a eleição do próximo ano, muitos parlamentares podem sucumbir a pressão e mudar de lado.

O emedebista pode perder o cargo em decorrência da grave crise financeira que assola praticamente todas as cidades do Estado. Além da falta de recursos para obras de impacto na cidade, ele se viu obrigado a baixar decreto de contingência, restringindo ainda mais os gastos do município.

Toda a história começou com o cheque entregue por Marcelo Lino ao empresário Francelino Ruis Machado em 17 de agosto de 2017. A folha no valor de R$ 6,1 mil não era nominal. Desconfiado, ele procurou o “amigo” e este colocou seu o nome no cheque. Pressionado a fazer o favor, ele voltou ao banco, trocou o cheque e entregou o dinheiro para Lino.

Só que antes de fazer tudo isso, Francelino tirou uma fotografia do cheque. Após analisar a situação e temer ser responsabilizado por crime que não cometeu, ele procurou o Ministério Público para denunciar a irregularidade.

Neste ano, o empresário colocou o cheque nas ruas para pressionar os vereadores a investigarem o prefeito. Pressionados, o legislativo criou a Comissão Processante, que ganhou força com o apoio dos aliados de Arlei e agora, o dia decisivo será na próxima segunda-feira.

A defesa do prefeito poderá contar com o reforço do ex-governador André Puccinelli (MDB), já que seu filho, André Puccinelli Júnior é o advogado de Arlei.

Este não é o único problema. No final do ano passado, a Justiça Federal de Dourados bloqueou os bens do prefeito, junto com o antecessor, Juvenal Neto (PSDB), em decorrência do escândalo da farinha.

Outra ação que envolve o prefeito é irregularidade no assentamento do Incra no município, que teve vários lotes interditados pela Justiça.

Fonte: Ojacaré.

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Promotoria pede arquivamento do pedido de afastamento do prefeito

O pedido de afastamento do cardo de prefeito, feito pelo vereador Serginho Rigo ao Ministério Público de Rio Brilhante, foi promovido ao arquivamento pela promotora Rosalina Cruz Cavagnolli.

O vereador do PT protocolou no mês de junho um pedido para que o MPE tomasse providências acerca do afastamento do Prefeito Donato Lopes da Silva, bem como de seu secretário de finanças.

Segundo narra o vereador, o prefeito tem condenação transitada em julgado por crime de improbidade administrativa, e responde há vários processos do mesmo teor, nas Justiças estadual e federal, e estaria na iminência de cometer novos crimes, se continuar a frente do executivo.

No pedido de providências à promotoria, o vereador frisa que apesar dos esforços do judiciário em tentar punir o atual gestor, apenas pessoas ligadas a ele receberam pena de prisão enquanto ele continua a frente do executivo, podendo cometer novos ilícitos.

Em resposta ao pedido protocolado a promotora, informou que promoveu o pedido ao arquivamento, por entender, que o simples fato de o atual prefeito estar sendo processado por crimes de improbidade administrativa, não à autorizam a realizar o pedido de afastamento do chefe do executivo. Informa ainda, que todas as ações feitas contra o prefeito, sempre foram pautadas com muito zelo e cuidado. Ao final conclui, que o poder legislativo, do qual o vereador é membro, pode pedir o afastamento do prefeito, caso entenda que seja necessário.

O Enfoque Político, entrou em contato com o vereador Serginho Rigo, que informou por telefone que já ingressou com recurso junto ao Conselho Superior do Ministério Público, pois, entende que o parquet local tem o dever de ação, e não pode esperar que a Câmara cumpra o papel que é do parquet.

“Já ingressamos com recurso junto ao Conselho Superior do Ministério Público, pois entendemos que a promotoria não pode se furtar de agir neste caso, vez que quando provocado o “Fiscal do Estado”, tem o dever de agir. E quanto, a narrativa de que a câmara municipal poderia ter afastado o prefeito, parece que a promotora  esqueceu-se de que o chefe do executivo tem a maioria dos vereadores a seu favor, e de que qualquer ato que contraria os interesses da atual administração jamais vai ser aprovado, e partindo do pressuposto que o Ministério Público, se esquiva de sua função de fiscalizar e exigir providências, a população continua a mercê dos mandos e desmandos do atual prefeito”, explicou.

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Indicação de Eduardo Bolsonaro para embaixada racha bancada de MS no Senado

A indicação do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL) para o cargo de embaixador do Brasil nos Estados Unidos rachou a bancada de Mato Grosso do Sul no Senado. No geral, 29 senadores são contra, 15 a favor, 29 não responderam e sete estão indecisos, conforme o jornal O Estado de São Paulo.

Dos três representantes do Estado, Soraya Thronicke (PSL) é a favor, enquanto a senadora Simone Tebet (MDB) é contra a nomeação do filho do presidente Jair Bolsonaro (PSL) para a embaixada em Washington, a mais importante e estratégica do País no exterior.

Presidente da Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional, Nelsinho Trad (PSD), não quis responder ao questionamento do jornal paulista. No entanto, ele vem emitindo sinais de que trabalhará pela aprovação do deputado para o cargo.

O senador ganhou os holofotes na semana passada ao buscar parecer para indicar o 19º integrante da comissão. O objetivo era buscar um nome favorável à indicação. No entanto, a vaga é da oposição, que deverá elevar o número de opositores a pretensão de Bolsonaro fazer o filho embaixador.

Trad ainda pediu parecer da consultoria do Senado para saber se a indicação caracterizava nepotismo. Conforme o jornal O Globo, de ontem (18), o parecer atestou que a indicação do filho do presidente da República caracteriza nepotismo, vetado por meio de jurisprudência do Supremo Tribunal Federal.

Mesmo que o resultado da votação na Comissão de Relações Exteriores não seja terminativo, ou seja, independente do resultado, a indicação será submetida ao plenário do Senado, o presidente trabalha para ter maioria no grupo.

Sem o respaldo legal para defender a indicação de Bolsonaro para a embaixada, Nelsinho saiu pela tangente. “Nesse caso, há uma controvérsia. Existem pareceres que dizem que é nepotismo e outros que dizem que não. Assim como no próprio Supremo”, justificou-se, em entrevistas aos jornais nacionais.

Por outro lado, a presidente da Comissão de Constituição e Justiça não teve receio em revelar como votará. Simone é contra a indicação de Bolsonaro, o filho 03, para a Embaixada em Washington.

Nelsinho pediu parecer ao Senado, que apontou ser nepotismo indicação do filho do presidente para o cargo de embaixador (Foto: Arquivo)

“É um risco total do presidente, porque ele sabe que o menino acabou de fazer 35 anos, não conhece o mundo, não conhece geopolítica como um embaixador de carreira, e será muito mais provocado durante a sabatina pela mais alta corte do Parlamento”, afirmou.

Já Soraya Thornicke é a favor da indicação. “Esta nomeação do Eduardo é bastante estratégica e pragmática”, afirmou. Ela explicou que o deputado foi recebido na Casa Branca e tem intimidade com o presidente Donald Trump, do Partido Republicano. Na sua análise, o Brasil nunca foi valorizado pelos americanos, sempre foi mais um da América Latina.

A senadora destacou que Eduardo Bolsonaro vai abrir as portas do comércio americano para o mercado brasileiro. “Não temos nenhum embaixador que tenha este perfil para o cargo”, ressaltou, ponderando que existem muitos embaixadores bons e eruditos, mas não com o perfil do filho do presidente.

Soraya explicou que o objetivo não desmerecer as relações com a China, responsável por mais de 30% das exportações brasileiras. Ela disse que a estratégia é ampliar a relação com os Estados Unidos.

Após ser sabatinado pela comissão, o deputado precisa ter o voto de 41 dos 81 senadores para ser aprovado no cargo de embaixador. Em toda a sua história, o Senado só rejeitou dois nomes indicados pelo presidente, nos anos 60 e na gestão de Dilma Rousseff (PT).

Fonte: Ojacaré.

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Deputados votam hoje projeto que tira povo da tribuna: “vergonha” e “retrocesso”

A Assembleia Legislativa deve votar, nesta terça-feira (20), o projeto de resolução que tira o povo da tribuna do legislativo estadual. Para os deputados contrários, afastar a população do púlpito será “retrocesso”, o primeiro em quatro décadas de história da Casa de Leis, e motivo de “vergonha” para o parlamento.

A proposta foi aprovada pelo placar de 3 a 2 votos na Comissão de Constituição e Justiça. Votaram a favor os deputados Barbosinha (DEM), Lídio Lopes (Patri) e Gerson Claro (PP). Os dois últimos são réus por improbidade administrativa na Justiça. Já João Henrique (PL) e Marçal Filho (PSDB) votaram contra.

Apressado em tirar o representante da sociedade civil organizado, movimentos sociais, sindicatos, empresários, igrejas e entidades diversas, o presidente do legislativo, Paulo Corrêa (PSDB), incluiu o projeto de resolução para ir a primeira votação hoje. O tucano vai entrar para a história por cassar a população da tribuna.

“Votarei contra esse absurdo! A Casa de Leis é a casa do povo. Uma caixa de ressonância. O povo tem direito de falar sim!”, reagiu o deputado estadual Renan Contar, o Capitão Contar (PSL).

“Sinto vergonha de uma proposta como esta. Somos representantes do povo! Lamentável a atitude dos autores e dos 3 membros da CCJR”, criticou o parlamentar, que segue o estilo do presidente Jair Bolsonaro (PSL), que não economiza nas críticas quando acha algo errado.

“Sou totalmente contra.  A proposta do uso da tribuna por representantes da sociedade civil sempre foi uma bandeira defendida pelo PT”, emendou o deputado Pedro Kemp (PT). Ele é contra a proibição, mesmo ponderando que “nem sempre se observou o regimento e muitas pessoas vieram falar representando elas mesmas. Não vieram representando um segmento ou entidade”.

A ordem do dia prevê o projeto, que tem como um dos autores do deputado Lídio Lopes (Patri) (Foto: Reprodução)

“Eu quero aquela casa aberta para o setor da sociedade os sedimentos organizado ter palavra ter voz ali é a casa do povo”, ressaltou outro petista, Cabo Almi.

Para João Henrique, o projeto será “retrocesso muito grande” e poderá ser considerado inconstitucional. Ele explicou que a Constituição Federal impede retrocesso na representação social.

O deputado explicou que aumentar a participação popular é uma das promessas de campanha. “O cidadão tem o direito legítimo de ocupar a tribuna, apresentar sugestões, criticar e propor medidas”, defendeu.

A justificativa de alguns defensores do projeto, como Lídio Lopes, esposo da vice-prefeita de Campo Grande, Adriane Lopes (Patri), é adaptar-se ao regimento interno da Câmara dos Deputados.

Alguns deputados vão tirar o povo do legislativo neste ano. No próximo, eles vão pedir votos para “o povo”. Este é o caso do Barbosinha e Renato Câmara (MDB), que articulam para serem candidatos a prefeito de Dourados.

Márcio Fernandes (MDB) sonha em ocupar o vazio deixado com a provável desistência do padrinho político, o ex-governador André Puccinelli (MDB), e disputar a prefeitura da Capital. O mesmo sonho tem Jamilson Name, que deverá deixar o PDT para disputar a sucessão de Marquinhos Trad (PSD).

Lídio não será candidato, mas poderá lançar a esposa como candidata a vereadora, já que ela deverá perder o posto de vice na chapa à reeleição de Marquinhos.

Como a votação será nominal, o eleitor terá a oportunidade de saber o nome de todos os parlamentares que votaram, em plena democracia, para cassar a voz do povo da tribuna do legislativo.

Fonte: Ojacaré.

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PSL está rachado em MS

Atrito – Disposto a entrar na corrida pelo executivo em 2020, o PSL em Dourados terá imbróglio para resolver até a definição do nome a ser lançado. Pré-candidato assumido sob as bênçãos da presidente estadual da legenda, senadora Soraya Thronicke, o produtor rural Aristeu Carbonaro não vê em Rodolfo Nogueira, espaço para entrar na disputa interna pela vaga. 

Ausente – Em meio a ‘febre’ que resultou na eleição do presidente Jair Bolsonaro (PSL), Rodolfo, que se apresenta como da ‘cozinha’ do atual mandatário nacional, chegou a se colocar como pré-candidato pelo município. Porém, os recentes atritos com a senadora Soraya, a qual é primeiro suplente, causaram desgaste entre as partes. Ele também não compareceu ao ato de filiação do partido realizado no sábado, em Dourados.  

Racha – Mesmo evidenciado, a senadora negou racha dentro do PSL local e estadual, porém, durante coletiva na manhã de sábado, em Dourados, destacou apenas o nome dela, do deputado estadual Renan Contar e do federal Loester Trutis, entre as lideranças da legenda com mandato. Em seguida, aproveitou para ‘cutucar’ Luiz Ovando [deputado federal] e sequer citou o nome de Coronel Davi, deputado estadual. 

Fonte: Douradosnews.

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Delcídio Amaral assumirá presidência do PTB em Mato Grosso do Sul em setembro

O ex-senador Delcídio Amaral, que se filiou nesta semana ao PTB, vai assumir a presidência da sigla em Mato Grosso do Sul. A informação foi confirmada pela presidência do partido em Brasília nesta sexta-feira (16).

O ato deve ser realizado no próximo dia 21 de setembro, em evento do partido. A data coincide com o aniversário de Corumbá, cidade onde Delcídio nasceu e atualmente vive.

Em declaração durante o ato de filiação, o presidente nacional do partido Roberto Jefferson destacou que o objetivo da sigla é ampliar a representatividade no Estado.

“Delcídio do Amaral é uma peça importante na construção e no fortalecimento do nosso projeto político-partidário, pois é um homem determinado, experiente, preparado, que agrega e constrói. Ao lado do deputado estadual Neno Razuk e dos nossos companheiros de Mato Grosso do Sul, Delcídio nos ajudará a tornar o PTB mais evidente, elevando e fortalecendo a nossa flâmula naquele Estado e mais ainda em todo o país”, declarou.

Natural de Corumbá (MS), Delcídio do Amaral Gómez é engenheiro e ex-senador. Na política, também já foi ministro de Minas e Energia no governo Itamar Franco, secretário de Infraestrutura e Habitação de Mato Grosso do Sul e líder do governo no Senado Federal e no Congresso Nacional.

Fonte: Midiamax.

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Senadora do PSL critica Rodrigo Maia e o DEM: ‘Uma lástima’

A senadora Soraya Thronicke (PSL) fez duras críticas ao presidente da Câmara Federal, Rodrigo Maia (DEM), durante o evento de filiação do partido em Dourados neste sábado (17). Ela também falou de possíveis alianças nas próximas eleições e descartou o PSDB em Mato Grosso do Sul.

Na Câmara Municipal, a presidente do PSL no Estado falou com a imprensa e não hesitou em criticar Maia e o seu partido. De acordo com ela, o DEM não correspondeu até o momento ser da base do governo federal.

“Não sei aqui como o DEM vai se comportar. Mas o DEM que assumiu ser base de governo a nível federal não está sendo. Eu destaco um ou outro, não generalizo. Davi Alcolumbre tem contribuído muito, parceiro no senado, mas o Rodrigo Maia é uma lástima. Ele e o DEM receberam apoio incondicional do PSL, tem três ministros, mas não assumem a posição de ser governo. Estou esperando até agora o DEM a posição que se comprometeu conosco e nada. Criticam o governo por falta de governabilidade e na verdade falta caráter dos que se comprometeram conosco e aí quando é interessante não são governo”, disse Soraya.

A douradense também falou de futuras alianças para as eleições municipais e descartou seguir com o PSDB por entender que são linhas diferentes de governo.

“O Governo do Estado não é um partido alinhado. Foi feita essa coligação a contragosto da nacional. Não é um partido que caminha conosco, pois não tem diretrizes parecidas com a nossa. Não são liberais na economia e atitude de inchaço de estado não condizem com o que nós acreditamos. Nós caminhamos para ajudar a população e não para partidos e políticos. A tendência é não caminhar com o PSDB de forma alguma. Vamos ou de chapar pura ou de algum partido que se mostre extremamente alinhado. Se for mais ou menos alinhado, não”, completou.

O PSL também trabalha com 28 nomes para a Câmara Municipal de Dourados, mas os candidatos devem ser confirmados em breve.

Fonte: Midiamax.

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Senadora Soraya vai participar de ato de filiação em Dourados

O PSL realiza amanhã em Dourados, ato de filiação em busca de novos nomes para integrar o partido. A senadora Soraya Thronicke confirmou presença e deve fazer sua primeira aparição pública na cidade em que nasceu desde que assumiu o mandato, em fevereiro. 

Além do ato, agendado para a partir das 8h na Câmara de Dourados, a legenda deve se reunir para tentar aparar arestas não só no maior colégio eleitoral do interior do Estado, como também na Capital, onde é nítida a divisão entre os grupos da própria senadora e do deputado estadual Coronel Davi. 

Fonte: Douradosnews.

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MPF concorda com indenização de R$ 170 mil a Zeca por “má conduta” de promotores de MS

O Ministério Público Federal concordou com a decisão da 2ª Turma do Superior Tribunal de Justiça, que condenou o Estado de Mato Grosso do Sul a pagar indenização de R$ 170 mil ao ex-governador Zeca do PT. Para o órgão, houve má conduta dos promotores ao dar ampla divulgação às ações no escândalo conhecido como “Farra da Publicidade” antes de serem analisadas pelo Poder Judiciário.

“Diante do exposto, nada a reparar com a decisão da turma que se ajustou aos fundamentos da decisão do Tribunal a quo para responsabilizar os Membros do Ministério Público pelo vazamento das informações sigilosas”, anotou o subprocurador-geral da República, Moacir Guimarães Filho, em parecer encaminhado ao STJ no dia 6 deste mês.

O parecer joga balde de água fria no esforço dos integrantes da Força-Tarefa do MPE, formada na época pelos promotores Marcos Antônio Sottoriva, Clóvis Smaniotto, Jiskia Sandri Trentin, Marcos Fernandes Sisti e Silvio Amaral Nogueira de Lima.

Eles recorreram, junto com o Governo do Estado, contra o pagamento da indenização por danos morais de R$ 50 mil, arbitrada pela 4ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul. Em primeira instância, o valor foi definido em R$ 30 mil.

Alvo de dezenas de ações por improbidade administrativa e peculato no escândalo da Farra da Publicidade, que teria ocorrido desvio de R$ 130 milhões, o petista foi absolvido de praticamente todas as acusações. Em fevereiro deste ano, a Justiça estadual arquivou 12 inquéritos e ações por peculato.

Zeca do PT pediu indenização de R$ 500 mil. Apesar de não ter conseguido o valor solicitado, o petista obteve vitória em todas as instâncias. De acordo com o advogado Newley Amarilla, a indenização atualizada pode chegar a aproximadamente R$ 170 mil.

“O parecer da Procuradoria Geral da República chancelando o acórdão do STJ, que condenou o Estado de Mato Grosso do Sul a pagar dano moral ao Zeca do PT por perseguição encetada pelo Ministério Público é um marco no direito”, celebrou o advogado. “É o reconhecimento do próprio órgão ministerial de que seus membros agiram fora dos limites éticos jurídicos”, ressaltou.

Para o STJ e a PGR, os promotores erraram ao dar ampla divulgação às ações, que teriam sido protocoladas às 15h30 e 16h13 do dia 5 de outubro de 2007, uma sexta-feira, e que só foram analisadas pelo órgão julgador na segunda-feira (8).

Newley Amarilla avalia parecer do MPF como marco (Foto: Arquivo)

Outro revés do Ministério Público foi a aprovação simbólica pela Câmara dos Deputados, nesta quarta-feira (14) do projeto contra abuso de autoridade.

Apesar de ser duramente criticado por vários parlamentares, principalmente governistas, o projeto foi aprovado em votação simbólica, sem votação nominal, e segue para sanção do presidente da República, Jair Bolsonaro (PSL)

Confira os principais pontos sobre abuso de autoridade

Os deputados aprovaram o projeto que define os crimes de abuso de autoridade, que deve dificultar as investigações de combate à corrupção. O G1 elencou os principais pontos da proposta:

O que vai configurar crime de abuso de autoridade

  • Obter prova em procedimento de investigação por meio ilícito (pena de um a quatro anos de detenção);
  • Pedir a instauração de investigação contra pessoa mesmo sem indícios de prática de crime (pena de seis meses a dois anos de detenção);
  • Divulgar gravação sem relação com as provas que se pretende produzir em investigação, expondo a intimidade dos investigados (pena de um a quatro anos de detenção);
  • Estender a investigação de forma injustificada (pena de seis meses a dois anos de detenção);
  • Negar acesso ao investigado ou a seu advogado a inquérito ou outros procedimentos de investigação penal (pena de seis meses a dois anos);
  • Decretar medida de privação da liberdade de forma expressamente contrária às situações previstas em lei (pena de um a quatro anos de detenção);
  • Decretar a condução coercitiva de testemunha ou investigado de forma manifestamente descabida ou sem prévia intimação de comparecimento ao juízo (pena de um a quatro anos de detenção);
  • Executar a captura, prisão ou busca e apreensão de pessoa que não esteja em situação de flagrante delito ou sem ordem escrita de autoridade judiciária (pena de um a quatro anos de detenção);
  • Constranger preso com violência, grave ameaça ou redução da capacidade de resistência (pena de um a quatro anos de detenção);
  • Deixar, sem justificativa, de comunicar a prisão em flagrante à Justiça no prazo legal (pena de seis meses a dois anos de detenção);
  • Submeter preso ao uso de algemas quando estiver claro que não há resistência à prisão, ameaça de fuga ou risco à integridade física do preso (pena de seis meses a dois anos de detenção);
  • Manter homens e mulheres presas na mesma cela (pena de um a quatro anos de detenção);
  • Invadir ou entrar clandestinamente em imóvel sem determinação judicial (pena de um a quatro anos de detenção);
  • Decretar, em processo judicial, a indisponibilidade de ativos financeiros em quantia muito maior do que o valor estimado para a quitação da dívida (pena de um a quatro anos de detenção);
  • Demora “demasiada e injustificada” no exame de processo de que tenha requerido vista em órgão colegiado, com o intuito de atrasar o andamento ou retardar o julgamento (pena de seis meses a 2 anos de detenção);
  • Antecipar o responsável pelas investigações, por meio de comunicação, inclusive rede social, atribuição de culpa, antes de concluídas as apurações e formalizada a acusação (pena de seis meses a 2 anos de detenção).

Arquivada investigação sobre licitação de meio milhão para manutenção de ar condicionado

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O MPMS (Ministério Público de Mato Grosso do Sul) arquivou inquérito civil instaurado para apurar licitação no valor de R$ 555 mil feita pela prefeitura de Rio Brilhante para contratação de serviços de manutenção de ar condicionado. O arquivamento do procedimento de n. º 06.2018.00000227-9 foi publicado na edição do Diário Oficial de segunda-feira (12), já disponível para consulta.

No procedimento, constavam como réus o prefeito Donato Lopes da Silva (PSDB) e outras duas pessoas. A investigação foi aberta para apurar eventual prática de improbidade administrativa que importa enriquecimento ilícito, causa prejuízo ao erário e atenta contra princípios da administração.

Constavam ainda como assuntos da apuração do MPMS, superfaturamento, fraude e direcionamento de licitação mediante procedimento de ajuste prévio. Na movimentação do processo constam diligências realizadas desde 2017. O MPMS não deu detalhes da investigação.

“O valor [da licitação] foi o que chamou atenção. Quando a prefeitura faz o termo de referência é levando em consideração possíveis problemas, porque tem que estar preparada. Mas conforme foi executando o serviço foi verificado que a gente usou bem abaixo do valor, por isso o arquivamento”, explicou  o chefe de gabinete do prefeito, Aleson Alípio Cândido.

Ele informou que na licitação de n. º 53/2017, alvo do inquérito, foi gerada ata de preços no valor de R$ 555 mil. Mas, foram efetivamente gastos somente R$ 72,3 mil, sendo: R$ 29,5 mil em 2017 e R$ 42 mil em 2019. “Foi realizado 13% do valor total. Isso porque a ata não é compromisso de compra, apenas planejamento do total que porventura possa ser necessário durante 12 meses”, finalizou.

Fonte: Midiamax.

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Grandes Shows marcarão o 1º Rodeio Itaporã Fest Bulls

É a grande a expectativa de público para o  grande rodeio denominado Itaporã Fest Bulls nos dias 12,13,14 e 15 de Setembro. Os artistas que virão já se manifestaram através das redes sociais convidando a galera para este grande evento que promete atrair um grande público não só de Itaporã como de toda a região da Grande Dourados.

O evento contará com grandes atrações musicais de renome, como: Loubet e Patrícia Adriana, além, de artistas da região como Kleber e Rodolfo, Billy e Bruno e bailão com o grupo Postal Sul. Serão quatro dias de festa em uma grande estrutura montada no pátio do ginásio de esportes, oferecendo parque de diversão, praça de alimentação e exposição de máquinas agrícolas. 

A organização reitera que o Rodeio terá uma grande infra estrutura, com o recinto montado pela Cia Marca Cabeça de Valdir de Brito, e segundo o IdealizadorCascatinha Bar, o primeiro dia terá entrada franca no show do Loubet, com diversas atrações do rodeio profissional e também rodeio mirim, sempre com a apresentação do renomado locutor de rodeio Sidney Correia.

Fonte:Diarioitaporã.

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ANTT enquadra CCR e valor do pedágio na BR-163 pode ter redução de até 54% em setembro

A ANTT (Agência Nacional de Transporte Terrestre) decidiu, finalmente, enquadrar a CCR MS Via por não cumprir o contrato de concessão e pode reduzir o valor do pedágio em até 54,27% a partir de setembro deste ano. A concessionária assumiu o compromisso de duplicar os 845 quilômetros da BR-163 em cinco anos, mas duplicou menos de 20% e passou apenas a faturar com a cobrança.

O contrato de concessão passou a ser descumprido oficialmente em 2017, quando o grupo suspendeu as obras de duplicação da rodovia. A MS Via não só manteve a cobrança do pedágio, como conseguiu dois reajustes na tarifa, autorizados ainda na gestão de Michel Temer (MDB).

Nem a Justiça Federal se sensibilizou com o usuário da BR-163. Em abril deste ano, a juíza Janete Lima Miguel, da 2ª Vara Federal de Campo Grande, julgou improcedente ação da OAB/MS, que pediu a redução ou suspensão do pedágio em decorrência do não cumprimento do pedágio.

A ANTT e a própria empresa enganaram a magistrada ao informar que as obras de duplicação foram retomadas. A sentença foi publicada no dia 8 de abril deste ano.

Conforme nota do balanço do segundo trimestre deste ano, divulgado na quinta-feira (8) pelo Grupo CCR, dois meses depois, no dia 13 de junho passado, a agência notificou a MS Via de que o contrato não está sendo cumprido e vai aplicar o fator D, que significa redução de 54,27% no valor do pedágio.

Caso o Governo de Jair Bolsonaro (PSL) resolva esticar em mais três anos o prazo para cumprimento do contrato, a tarifa pode ter queda de 40,58%. Nos dois casos, o preço tem redução em setembro, data base da revisão anual.

Isso significa que o usuário está pagando o dobro do valor pelo pedágio na BR-163. A esperança da CCR é, de novo, a Justiça Federal, mas do Distrito Federal. Desde maio do ano passado, a Justiça concedeu liminar para proibir a ANTT de aplicar multa pelo não cumprimento do contrato pela concessionária.

Conforme a nota, a empresa informou ao juiz da causa de que a agência quer reduzir a tarifa a partir de setembro deste ano. Ou seja, mais uma vez a Justiça pode penalizar o usuário da rodovia, ao obrigá-lo a continuar pagando pedágio para trafegar pela rodovia que deveria estar totalmente duplicada, mas não está.

No primeiro semestre deste ano, 21,129 milhões de veículos passaram pelos nove postos de pedágio da CCR MS Via no Estado, acréscimo de 1,7% em relação ao mesmo período de 2018, quando foram 20,766 milhões.

A tarifa média por veículo foi de R$ 6,60, aumento de 5,1,% em relação ao ano passado. O valor da MS Via é o 7º maior valor entre as concessionárias do grupo CCR no País. O preço mais conta é de R$ 2, cobrado pela Rodo Anel  Oeste.

Como não vem duplicando a rodovia, a empresa reduziu o investimento em 53%, de acordo com a nota explicativa. O balanço foi publicado pela controladora, já que a concessionária da BR-163 ainda não publicou os levantamentos deste ano – o primeiro e o segundo trimestre de 2019. Os motoristas devem estar na expectativa pela redução expressiva no pedágio e na torcida por uma decisão justa da Justiça Federal do Distrito Federal.

Fonte: Ojacaré.

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Enquanto Capital sofre com falta de policiais, Reinaldo põe tropa da PM para vigiar fazenda

Mato Grosso do Sul sofre com a precariedade na segurança pública, já que o número de policiais militares equivale a 42% do efetivo considerado ideal. No entanto, os donos das fazendas em Aquidauana podem se considerar privilegiados em questão de segurança, já que o governador Reinaldo Azambuja (PSDB) colocou uma tropa, inclusive com equipes de elite da PM, para impedir a invasão das propriedades pelos índios.

Há dez dias, desde o dia 1º deste mês, cerca de 30 policiais do Batalhão de Choque, do Bope (Batalhão de Operações Especiais), do DOF(Departamento de Operações de Fronteira), da Polícia Militar Rodoviária, da Cavalaria de Campo Grande e da PM de Aquidauana cuidam da Fazenda Esperança, das primas da ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina.

A propriedade faz divisa com a Fazenda Água Branca, de onde centenas de índios da etnia Kinikinau foram despejados sem ordem judicial no início do mês. Durante a desocupação, alguns indígenas ficaram feridos, incluindo o cacique, cuja imagem bombou nas redes sociais e grupos de aplicativos como símbolo da violência policial.

A Sejusp (Secretaria Estadual de Justiça e Segurança Pública) justifica que as equipes estão na região para “realizar o policiamento preventivo, e também estão realizando diligências na região para apurar os crimes praticados”.

Por outro lado, o Governo confirma que os policiais estão para evitar a invasão da propriedade das parentes da ministra Tereza Cristina pelos índios. “A Fazenda Água Branca, onde ocorreu a invasão, possui segurança particular”, destaca a secretaria.

“A Sejusp mantém um efetivo na região em pontos estratégicos, com objetivo de prevenção, pois caso ocorra outra invasão a distância entre a propriedade rural e a cidade não permite que ocorra o deslocamento em tempo hábil”, esclareceu.

A tropa policial vai permanecer na área até o ministro de Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, acatar pedido do governador para enviar equipes da Força Nacional para a região. De acordo com o Governo, a medida será semelhante à adotada em Caarapó, onde houve intervenção das tropas federais.

A Secretaria de Segurança Pública não divulga o número de policiais militares nem quanto tempo deverão permanecer na área. “Por questões estratégicas e de inteligência, não podemos fornecer informações”, justificou-se.

A Secretaria também já está formalizando um pedido ao Governo Federal para que encaminhe equipes da Força Nacional para atuar na região, como já acontece na cidade de Caarapó.

Números da violência de 1 a 11 de agosto de 2019 em MS
Roubos183
Furtos898
Homicídios9
Sequestro7
Fonte: Sejusp

O problema é que a população tem sofrido com a falta de policiamento na Capital. No período de 1º a 11 deste mês, conforme a própria secretaria, ocorreram dois sequestros na Capital, contra nenhum no mesmo período do ano passado. No Estado, o número de sequestros dobrou, de três para sete no mesmo período.

Governador e o atual comandante da PM, coronel Waldir Acosta: falta de policiamento não é problema em área rural de Aquidauana (Foto: Arquivo)

Enquanto policiais militares, inclusive as tropas de elite como Bope, DOF e Choque fazem a segurança das propriedades rurais sem qualquer determinação judicial, como interdito proibitório, a Polícia Civil contabiliza 10 roubos e 37 furtos por dia na Capital.

No Estado, foram 183 assaltos e 898 furtos em 11 dias.

A falta de segurança pública é agravada pela falta de efetivo. Só na Polícia Militar, estima-se que faltem cerca de 5 mil militares.

De acordo com o Campo Grande News, sete caciques da região vão denunciar a presença da tropa ao Ministério Público Federal.

Em off, especialistas em segurança pública explicam que o uso da estrutura da segurança pública para fins particular pode significar crime de improbidade administrativa. O artigo 144 da Constituição Federal proíbe o uso de estrutura pública para fim particular.

Agora, caberá aos promotores apurarem se houve crime de desvio de função.

Fonte: Ojacaré.

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‘Só falta o sim dele’, diz Neno Razuk sobre ida de Delcídio para o PTB

Presidente regional do PTB, o deputado estadual Neno Razuk revelou que estão adiantadas as conversas para ida do ex-senador Delcídio do Amaral para o partido. “Só falta o sim dele”.

Apesar do otimismo, Neno admitiu tratar-se de decisão pessoal de Delcídio e que ele ainda está conversando com a família e pensando no melhor caminho. “Sei que tem muitos partidos procurando por ele, é um nome forte, e eu aguardo e torço para ele vir para o PTB disputar as próximas eleições”, afirmou, ressaltando que a legenda está de portas abertas.

Para o deputado, a atuação do ex-senador o credencia para ser candidato ‘em qualquer lugar’, diz, apontando Campo Grande, Corumbá e Três Lagoas como opções. Ele não esconde, entretanto, o desejo de que Delcídio seja o candidato de seu partido na disputa pela prefeitura da Capital. “Torço para que ele venha para o PTB e seja candidato a prefeito de Campo Grande”, declarou.

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Vice-prefeito de Nova Alvorada e vereador, são acusados de lotear lotes de maneira irregular

O vice-prefeito de Nova Alvorada do Sul, Moizes Neres de Souza (PT), o vereador Luciano Dias da Rocha (PT) e mais três pessoas são acusados de obter 186 vezes vantagens ilícitas com venda de ilegal de lotes no Município.

A denúncia contra o vice-prefeito e os demais envolvidos foi feita pelo Ministério Público Federal e aceita pela Justiça Federal que determinou no dia 05 deste mês a intimação dos denunciados para responderem, por escrito, as acusações no prazo de dez dias.

De acordo com inquérito Policial n. 0203/20414, entre os meses de julho de 2015 até momento os acusados lotearam de forma ilegal sem conhecimento do INCRA lote 1 do assentamento PANA e venderam lotes como sendo de sua propriedade.

De acordo com inquérito do MPF que ouvi testemunhas e também o INCRA os lotes foram vendidos de forma ilegal por meio de “contratos de gaveta” o que caracteriza ação criminosa diante da venda das propriedades com inexistência do título legítimo de propriedade”, ainda de acordo com inquérito os acusados obtiveram “por 186 vezes para si vantagem ilícita”.

Fonte: CorreiodoMs.

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Em Nova Alvorada prefeito terá que pagar R$1 milhão por uso irregular de verba do Incra

O TCU (Tribunal de Contas da União) condenou o prefeito de Nova Alvorada do Sul, Arlei Silva Barbosa, em processo que apura aplicação irregular de recursos repassados pelo Incra (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária). O gestor teve contas julgadas irregulares e terá de pagar R$ 1.093.749,50.

Instaurado pela superintendência regional do Incra em Mato Grosso do Sul, o processo de tomada de contas especial se refere a convênio para recuperação e conservação de APPs (Áreas de Preservação Permanente) e reserva legal e práticas tecnológicas para recuperação do solo dos assentamentos Pana, Bebedouro e Sucesso. O vínculo foi firmado em 2009, durante segundo mandato de Barbosa à frente de Nova Alvorada do Sul, com repasse de R$ 459.832,13.

Em acórdão, publicado na edição de hoje do DOU (Diário Oficial da União), a Primeira Câmara do TCU determinou a devolução do valor contratado com o Incra, atualizado e acrescido de juros, além de pagamento de crédito de R$ 233.917,37. O tribunal ainda aplicou multa de R$ 400 mil, que devem ser recolhidos ao Tesouro Nacional.

O acórdão fixou prazo de 15 dias para comprovar o pagamento dos valores e autorizou cobrança judicial da dívida, caso as notificações não sejam atendidas.

Arlei Silva Barbosa cumpriu dois mandatos até 2012 e voltou para a prefeitura de Nova Alvorada do Sul em 2017, eleito no ano anterior com 56,74% dos votos.

Procurado, o prefeito disse que vai se posicionar somente após analisar a decisão do TCU.

Fonte: CorreiodoMS.

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Pesquisa aponta Marquinhos na liderança pela prefeitura de Campo Grande

Candidato declarado à reeleição, Marquinhos Trad (PSD) aparece em primeiro nas sondagens visando as eleições de 2020. Apesar das denúncias de corrupção e de até de ter passado uma temporada na prisão, o ex-governador André Puccinelli (MDB) segue no páreo e tiraria votos do prefeito, caso seja candidato.

Com a saída do juiz federal Odilon de Oliveira (sem partido), que cogita disputar o comando de uma prefeitura no interior, a deputada federal Rose Modesto (PSDB) e o procurador de Justiça, Sérgio Harfouche (PSC) despontam como principais nomes na oposição.

Essas constatações podem ser tiradas da pesquisa do Ipems, que ouviu 400 eleitores na Capital entre os dias 17 e 19 de julho deste ano. Se não acertam o veredicto das urnas em levantamentos feitos na véspera da eleição, o levantamento não vai cravar o resultado do pleito previsto para daqui um ano e dois meses. A sondagem serve para o eleitor especular a força dos políticos no momento.

Marquinhos segue favorito e vem liderando os levantamentos feitos desde fevereiro deste ano. Ele atingiu o ápice me março, quando foi citado por 42,13% dos eleitores. Com colocação do nome do presidente regional do MDB no disco, o percentual do prefeito caiu para 34,83% em julho.

Puccinelli mostra força apesar de ter sido preso duas vezes e ser acusado de chefiar organização criminosa na Operação Lama Asfáltica, da Polícia Federal. Ele é acusado ainda de ter recebido R$ 22,5 milhões em propinas pagas pela JBS em troca de incentivos fiscais. Ele subiu de 15,84% em maio para 22,45% no mês passado, ficando isolado em segundo lugar na disputa.


Rose segue em terceiro, apesar de ter oscilado de 17,87% em maio para 12,57%. Apesar de estar bem situada nas pesquisas, a deputada só será candidata se deixar o PSDB. O governador Reinaldo Azambuja (PSDB) tem reiterado que o partido apoiará a reeleição de Marquinhos, como forma de gratidão pelo apoio no ano passado.
O quarto lugar fica com Harfouche, que ficou em primeiro lugar na disputa do Senado no ano passado. O principal desafio do procurador é encontrar um partido com estrutura para lhe dar fôlego na campanha eleitoral. Ele só não se elegeu senador porque não teve votos no interior. A pesquisa o coloca com 11,55% dos votos.
O deputado estadual Jamilson Name, em guerra com o PDT, em 5º lugar, com 3,8%.

Cenário é totalmente indefinido, com 74% dos eleitores sem candidato a um ano e dois meses das eleições
Depois de dar susto em Reinaldo, o juiz Odilon vinha pontuando em segundo lugar nos levantamentos. Ele teve o nome incluído nos meses de fevereiro, março e abril. O magistrado chegou a ter 26,41%, percentual maior que o ex-governador.
No entanto, ao anunciar a saída do PDT, Odilon sinalizou que a chance de ser candidato nas eleições de 2020 é maior em Três Lagoas ou Dourados. Ele descartou ser candidato na Capital após fechar acordo com Marquinhos, que resultou na indicação do empresário Herbert Assunção para a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico.
O Ipems não incluiu o deputado estadual Renan Contar, o Capitão Contar (PSL), que é o principal nome para disputar pelo partido do presidente Jair Bolsonaro. No único levantamento em que foi incluído, no mês de abril, ele apareceu com 5,21%.
O mesmo ocorreu com o Coronel David (PSL), que foi candidato em 2016 e apareceu com 5,31% em fevereiro.
Outros nomes podem surgir na disputa da sucessão de Marquinhos, como o presidente da Cassems, Ricardo Ayache (PSB). Ele pode ser lançado como o candidato de consenso dos partidos de esquerda. O médico pode unir o PDT, PT e PCdoB, que não andam juntos na disputa da prefeitura há muitos anos.
Em 2012, o PDT e o PCdoB apoiaram a candidatura de Edson Giroto, na época no MDB, contra a candidatura de Vander Loubet (PT). O ex-deputado está preso e foi condenado a quase dez anos na Operação Lama Asfáltica.
Com Policia Federal no encalço de André, o MDB poderá lançar a senadora Simone Tebet, que já foi prefeita de Três Lagoas e vice-governadora. No ano passado, ela alegou motivos pessoais para não enfrentar Reinaldo, obrigando Junior Mochi trocar a reeleição garantida de deputado estadual pelo fiasco como candidato a governador.

André segue forte apesar de ter sido preso duas vezes e até ter usado tornozeleira eletrônica (Foto: Arquivo)
O ex-senador Delcídio do Amaral, réu na Operação Lava Jato, trocou o PTC pelo PTB disposto a ser candidato a prefeito da Capital. O ex-prefeito Alcides Bernal (PP) desistiu de entregar o comando do partido ao ter a mesma pretensão. No  entanto, ambos enfrentam o mesmo problema, estão inelegíveis e dependem da Justiça para recuperar os direitos políticos.
Outros nomes podem surgir, como o deputado estadual Lucas Lima (SD) e o jovem Luso de Queiroz (PSOL).
O fim das coligações nas disputas proporcionais deve causar proliferação de candidatos a prefeito em 2020.

Fonte: Ojacaré.

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Capitão contar laça candidatura a prefeito de Campo Grande

Em postagem patrocinada feita no Facebook, o deputado estadual Capitão Contar (PSL) anunciou que é pré-candidato a prefeitura de Campo Grande, seguindo o desejo de correligionários como deputado federal Loester Trutis e a senadora Soraya Thronicke, que tentavam convencê-lo de aceitar a proposta.

No texto, é ressaltado que o deputado foi campeão de votos em 2018, sendo o mais votado da história para uma cadeira na ALMS (Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul), escolhido por 78.390 eleitores no Estado. O jovem parlamentar também frisa que a Executiva nacional quer lançar “campeões de voto” em 2020.

Além disso, ele reforça o discurso de que “Campo Grande e as outras capitais do Brasil precisam e pedem por um novo modelo de política, mais transparente e com o mesmo direcionamento do novo Governo Federal”, deixando claro a existência de um alinhamento com o presidente Jair Bolsonaro (PSL).PUBLICIDADE

“Da minha parte, só posso dizer que seguirei o nosso presidente e os anseios da nossa população. Se a Cidade Morena me convocar, estou pronto para atender ao chamado!”, frisa a postagem feita na rede social oficial do deputado.

Postagem patrocinada feita no perfil oficial do deputado (Reprodução)

Com Soraya e Trutis despontando como principais lideranças dentro do PSL desde o início do ano, o partido iniciou a busca pelo nome a concorrer a prefeitura. Inicialmente, Contar aparentava não querer se pré-candidatar e afirmava estar focado apenas no cumprimento do seu mandato na Assembleia.

Entretanto, recentemente ele se mostrou mais aberto a possibilidade em entrevistas concedidas em eventos do PSL. Além disso, Soraya revelou há duas semanas que o partido também estudava um ‘plano B’ caso o convite fosse recusado pelo deputado, e o nome do partido para a prefeitura seria alguém de fora da política.

A reportagem tentou falar por telefone com o Capitão Contar para saber mais detalhes da situação, mas não obteve êxito na tentativa de contato até o fechamento do texto.

Márcio Belone pode disputar a prefeitura pelo PSB

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O PSB de Rio Brilhante vem trabalhando nos bastidores para fortalecer ainda mais o nome do vice-prefeito Márcio Belone, com o intuito de que ele seja o candidato a disputar o cargo de prefeito.

Márcio Belone esteve nas fileiras do PSDB por quase 20 anos, foi duas vezes vereador e numa terceira oportunidade ficou de suplente, mesmo tendo sido o nono candidato mais votado na eleição de 2012. Quatro anos depois, graças ao seu prestígio político foi eleito como vice na chapa do atual prefeito.

No mês passado, depois de ficar por quase duas décadas no grupo que comanda a cidade por quase 30 anos, resolveu se filiar no PSB, e colocar seu nome a apreciação da população com a intenção de disputar as eleições de 2020.

A saída do grupo de Donato, se deu em razão de discordâncias de como as coisas são conduzidas, o que fez com que ele ficasse como secretário de saúde apenas 3 meses.

“A minha forma de trabalho inclui antes de mais nada respeito ao seu humano, e além disso isso, sou o vice-prefeito, não aceito imposição de ninguém, tudo se constrói na base do diálogo, e a administração hoje não tem comando, está perdida, e as decisões são tomadas por um vereador, dois secretários e um funcionário comissionado, enquanto o prefeito só assina”, disse.

Ao analisar o cenário político explicou que a cidade vive um novo momento onde a sociedade está buscando uma alternativa de form coletiva.

“É necessário criar laços, já perdemos muito tempo com rixas políticas que não chegaram a lugar nenhum, pelo contrário, sempre fez com que a cidade ficasse estagnada. Rio Brilhante tem que ser pensada para os próximos 10, 20 anos, porque desta forma projetamos a cidade para o desenvolvimento, esquecendo do que é bom para uma pessoa ou grupo, e focamos no coletivo, é preciso investir na melhoria da qualidade de vida das pessoas”, explicou.

Márcio é médico dentista, casado, pai de duas filhas, tem como capital político a empatia que faz com seja muito querido não só pelos seus pacientes, como também pelos funcionários públicos e amigos que vêem nele alguém que ouve mais do que fala, e procura ter ações corretas.

Com a intenção do PSB em ter candidatura própria, sobe cinco o número de pré candidatos à prefeitura de Rio Brilhante.

PV quer Adailton Lima, candidato a prefeito

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O presidente do Partido Verde no estado, Marcelo Bluma, disse em entrevista por telefone ao Enfoque Político, que a sigla pretende lançar o vereador Adailton Lima, como candidato à prefeito por Rio Brilhante.

Segundo Bluma a intenção do partido é ter candidatura a prefeito nas principais cidades do estado, e em razão do trabalho que Adailton vem desempenhando como vereador, o partido vê no vereador potencial para concorrer a prefeito.

“De fato, é nosso projeto estadual apresentar o maior número de candidatos a prefeito nos municípios de Mato Grosso do Sul.
Rio Brilhante é uma das cidades onde entendemos que é possível ter uma candidatura competitiva para Prefeito, uma vez que temos um vereador exercendo um mandato expressivo”, explicou.

Adailton Lima, é administrador de empresas, tem forte ligação ao agronegócio em razão de sua atividade como representante comercial, é casado e pai de 3 filhos. Foi eleito em 2016, com 579, votos, e mesmo sendo eleito em um partido de oposição procura ter atuação independente, votando e trabalhando de acordo com acredita ser o melhor em favor da sociedade.

Caso o partido, efetive o nome de Adailton como candidato, a cidade passa a ter 4 pré-candidatos a prefeito.

De olho na eleição para Prefeito, PSL de Rio Brilhante recebe o deputado federal doutor Luiz Ovando

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O diretório municipal recebeu na última quinta-feira 25/07 o deputado federal Doutor Luiz Ovando, o deputado de primeiro mandato foi eleito com mais de 50 mil voto.

Entre as pautas discutidas, estavam a análise do atual cenário político, atender as demandas do município de Rio Brilhante e as próximas eleições municipais.
Quem também esteve presente na reunião foi o vereador Mário Cezar Furlan (MDB), que entregou nas mãos do deputado algumas demandas e reivindicações.
O principal assunto abordado foram as eleições municipais, o deputado reiterou seu apoio incondicional ao diretório local.

O PSL local, vem trabalhando para fortalecer o nome da médica Caroline Cassol, que vêm sendo bem recebido no cenário político.

Além do nome da médica que já aparece nas pesquisas de intenções de votos, o partido conta ainda com o nome do empresário José Airton Inacio, o Zezinho da Agrocampo.

Com nomes de fora da política, o PSL trabalha pela renovação, e vem buscando por meio de reuniões mensais com seus filiados e simpatizantes, o que almejam para Rio Brilhante.

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Em Nova Alvorada, vereador assume secretaria de obras, após negociar mandato

Uma negociação política comentada até então apenas nos bastidores da política Sulnovaalvoradense se torna realidade, o vereador Manoel da Obra (PSB) negociou seu mandato com o prefeito Arlei Silva Barbosa (MDB) e deve assumir como titular da Secretaria Municipal de Obra.

Com seu licenciamento o comerciante e primeiro suplente Sidcley Brasil da Silva (SD) deve assumir sua vaga. Segundo informações a posse será nesta terça-feira (30) no período da tarde.

Manoel da Obra integra a chamada “Nova Câmara” e foi um dos vereadores que votou contra a aprovação da Comissão Especial Processante que investiga irregularidades na emissão e pagamento de um cheque da prefeitura de Nova Alvorada do Sul. O vereador foi um dos primeiro a ir para o grupo do prefeito se tornando líder na câmara.

Apôs rumores de compra de “apoio político”, com uma evidente tentativa de barrar a Comissão Processante que está em fase final e pode provocar o afastamento ou até mesmo a cassação de mandato do prefeito, a ida para a secretaria de Obras seria uma espécie de moeda de troca.

Fonte: Correio do MS.

Compra do jatinho descartado por SC por Reinaldo, o 7º de MS, causa indignação e revolta

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A compra do jatinho descartado pelo Governo de Santa Catarina por R$ 3,2 milhões pelo governador Reinaldo Azambuja (PSDB) causou revolta e indignação entre os internautas. Além de inoportuna pela crise financeira da administração estadual, que reduziu em 32,5% os salários de 9 mil professores por falta de dinheiro, a aquisição é considerada mau negócio, porque será a sétima aeronave em condições de uso a integrar a frota estadual.

O tucano enxergou oportunidade na venda feita pelo governador Carlos Moisés (PSL), que decidiu vender as duas aeronaves do governo catarinense para reduzir os gastos públicos. Só para o leitor ter ideia, SC conta com 6,7 milhões de habitantes, o dobro da população de MS, com 2,6 milhões.

Só que Mato Grosso do Sul conta com seis aeronaves e um helicóptero para atender as autoridades estaduais. Em fevereiro deste ano, o Governo admitiu, em entrevista ao Campo Grande News, que todos estavam em boas condições de uso.

Na época, O Jacaré constatou que apesar de ter uma imensa frota à disposição, Reinaldo gastou R$ 3,4 milhões com táxi aéreo no primeiro mandato. Neste ano, o gasto já soma R$ 215,2 mil.

A compra do sucatão catarinense, um jatinho com nove lugares fabricado em 1989, causou indignação entre os leitores. A aeronave, que pode ser chamada de “Aerorei”, foi considerada inoportuna.

“Péssimo exemplo! Já que era usado, porque não pegou um daqueles apreendidos pela Polícia Federal que estão no pátio do Aeroporto de Campo Grande”, postou um internauta.

A reação do leitor em frases no Facebook

“Duplicar nossas BRs nem pensar não é Sr. Governador , para que duplicar? O governador e sua comitiva anda de jatinho!

“O Estado em dificuldades financeiras e o governador comprando jatinho. É pra acabar.

“Ultrapassou os 45 motivos para não terem votado em Reinaldo Azambuja.

“Lava jato está chegando……Cuidado

“KD aqueles fomentadores da reeleição 45 de novo, mais quatro anos de sucateamento do funcionalismo público: Saúde, Educação e Segurança Pública( polícia civil, polícia militar e bombeiros militares).

“Todos tiveram a oportunidade da mudança não quiseram então não chora o leite derramado.

“Reeleição dá nisso. Agora é época de recuperar tudo que gastaram na campanha.

“Há ‘farra’ do uso de aviões no estado, esta que será a SETIMA aeronave estocada no hangar do Aeroporto Internacional de CG. Não é mentira!!! É o 7° avião e mais dois helicópteros, dos quais seremos taxados na manutenção, hangaragem, tripulação, tarifas e seguro.

“Só resta lamentar essa sucessão de atos e fatos que deterioram a governabilidade de Reinaldo Azambuja

“MS virou um Estado refém desse Governador! Faz e abusa e o povo só assistindo.

“Aplausos pra quem reelegeu essa coisa aí.

“Engraçado dias antes das eleições ele foi preso por corrupção e o povo desse estado ainda reelegeu o cara. Do que estão reclamando?

“Na próxima vota nele pra o senador talvez ele melhora.”

“Em crise mesmo está o funcionário público, que está sem reajuste há cinco anos”, comentou outro, fazendo alusão aos 75 mil servidores públicos estaduais que tiveram os salários congelados neste ano. De acordo com o Fórum dos Servidores, a defasagem nos salários supera 20% nos últimos cinco anos.

“A mim, o banquete… Ao povo, as migalhas para dividir com os cachorros”, comentou outro leitor, fazendo referência o ditado popular em que os governantes se divertem e impõem sacrifícios ao restante da população. Reinaldo elevou o próprio salário em 16,37% no início do ano.

“Azambuja é pecuarista, jamais será um bom governador”, analisou uma leitora, sobre o estilo administrativo do tucano. No entanto, ela não considerou que ele foi candidato à reeleição e venceu no segundo turno com mais de 52% dos votos válidos.

Outra já brincou com o fato do jatinho ser usado. “Se parcelasse os salários (dos servidores), poderia comprar um jato novinho”, ironizou. Em março, o governador deu entrevista falando do risco de atrasar o pagamento dos salários em junho devido à falta de dinheiro nos cofres estaduais, conforme registros feitos pelo Campo Grande News e Correio do Estado.

“O que me consola é que há lei do retorno, o que plantamos, colhemos”, profetizou outra. “Isto já era de se esperar, que decepção, senhor Azambuja”, anotou outro.

Apesar da indignação, o Governo não sinaliza de que recuará da compra. O avião será pago em quatro parcelas.

Fonte: Ojacaré.

Sem Foroni MDB corre risco de extinção

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Vivendo sua pior crise desde a redemocratização, o MDB, que já foi o maior partido político do Brasil, deixou de ser o protagonista da cena política, para viver no ostracismo.

O partido que se orgulhava de ter em seus quadros nomes como Michel Temer, Eduardo Cunha, Sergio Cabral, André Puccinelli, hoje faz questão de não ser ligado a eles, em razão de serem considerados como símbolos da corrupção.

Em Rio Brilhante o protagonismo do partido estava ligado à atuação do ex-prefeito Sidney Foroni, que por mais de 2 décadas se notabilizou como ferrenho opositor do atual prefeito. Por anos, a voz de Foroni, se confundia com a voz do partido, como se ambos fossem um só.

Porém, sem mandato e com os direito políticos cassados, o ex-prefeito vê companheiros de longa data, tomarem rumos diferentes, a ponto de buscarem até mesmo na oposição uma saída, enquanto estes abandonam o barco.

O partido que atualmente têm dois representantes na câmara municipal, não se comporta nem como oposição e nem situação, e no mesmo modelo de atuação da chamada “NOVA CÂMARA”, tem seu trabalho bastante questionado. O partido que já foi a voz da oposição parece ter ficado mudo, diante das más notícias que se abateu sobre o ex-prefeito, já que este precisa de um milagre para reverter a condenação do Tribunal Regional Eleitoral, que com 5 votos dos desembargadores o condenou a ficar inelegível por 8 anos, um feito que nem o mesmo o ex-presidente Lula conseguiu.

Se a condenação for mantida, o partido pode ficar sem disputar as eleições para prefeito, já que como a única alternativa do partido é o nome do ex-prefeito, o MDB, não se preocupou em fortalecer no grupo alguém que possa substituir o nome de Foroni, caso a estratégia falhe.

De outro lado, o partido pode ficar sem representantes no legislativo, já que o vereador João Pedro, vem sendo sondado para ser candidato à vice, tanto do grupo do atual prefeito, como de outros partidos que buscam chegar ao poder pela primeira vez, ficando somente o vereador Mario Furlan, que mesmo tendo sido muito bem votado na última eleição, seria em tese, o mais forte candidato a se reeleger, mas precisaria que os demais candidatos também fossem bem votados, porém, o quadro atual, mostra que os pretensos candidatos ao cargo de vereador talvez não tenham votos suficientes para ajudar o vereador a continuar seu trabalho.

Do sucesso ao fracasso, o MDB, não soube fazer a leitura correta dos acontecimentos da política local, não contou com o fator da mudança, e poderá ser o principal cabo eleitoral do atual prefeito, assim como ocorreu em 2004, onde o partido não tinha uma estratégia de como ganhar as eleições, não tinha nem mesmo candidato, e por não pensar de forma coletiva e com a estratégia errada, bateu o pé até o ex-prefeito Paulo Cuel romper um acordo prévio com o PT, que já estava acertado para indicar o cargo de vice. Tal atitude rasteira, fez com que o Partido dos Trabalhadores, resolve ter candidatura a prefeito, no fim da contagem dos votos, a reeleição de Paulo, escorregou no orgulho de alguns dirigentes do MDB, enquanto que o PT mostrou que tinha os votos que poderiam ter ajudado o ex-prefeito a continuar seu projeto. Esta lição, serviu naquela época para mostrar que estratégia para ganhar as eleições, o MDB não tem, mas caso o atual prefeito, precise de um cabo eleitoral, que esteja disposto a tudo para entregar a ele e a seu grupo as próximas eleições, é só pedir que o MDB, indicará o caminho.

Iliezinho pode ser candidato à prefeito pelo DEM

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Depois de três décadas sendo coadjuvante no cenário político local, o Democratas vislumbra a possibilidade de ter candidatura própria à prefeito nas próximas eleições.

Nos bastidores comenta-se que o vereador de 6 mandatos Ilie Vidal, pode ser o escolhido pelo atual prefeito para dar continuidade ao projeto político do grupo que por 5 mandatos está à frente do executivo municipal.

Segundo informações Iliezinho como é conhecido, seria o candidato do DEM, e teria como vice o médico ortopedista Leonardo Arruda, que atende no distrito de Prudêncio Thomas, assentamentos e no posto de saúde central.

Das 6 eleições em que disputou, foi o vereador mais votado em quatro oportunidades, sendo o único candidato ao legislativo a ter mais de 1000 votos.

Ao mesmo tempo em que é um nome forte a ser o sucessor do atual prefeito, passa a ser invejado por companheiros que compõe o grupo de situação que esperam ansiosamente pela indicação ao cargo de chefe do executivo.

De espírito conciliador, Iliezinho, é filho do ex-prefeito Ilie Vidal, que se notabilizou por ter sido um gestor de sentido humanitário, e com uma visão voltada para atender aos mais pobres, herança política, que passou de pai para filho, já que graças ao trabalho que desempenha a frente do Águia Negra, atual campeão estadual de futebol, junto as entidades sociais, está sempre entre os mais votados.

Ele é casado com Sandra Lopes, filha do atual prefeito, e tem 3 filhos.

TRE-MS cassa prefeita de Miranda por compra de votos e convoca novas eleições

O TRE-MS (Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso do Sul) afastou a prefeita de Miranda, Marlene Bossay (MDB), seu vice Adailton Rojo (PTB) e o vereador Ivan Bossay (MDB), filho de Marlene, nesta terça-feira (20).

A decisão do juiz eleitoral Alexsandro Motta, da 15ª Zona Eleitoral de Miranda, determina o imediato afastamento da prefeita, vice e do vereador citado. O presidente da Câmara, Edson Moraes de Souza (PDT) assume a prefeitura até a realização de novas eleições.

Marlene foi acusada de compra de votos na Aldeia Lalima de Miranda. A denúncia foi elaborada por Gerson Prata Jr (PSDB), candidato derrotado nas últimas eleições do município, e entregue ao Ministério Público Eleitoral.

O filho de Marlene, Alexandre Bossay, foi apontado como o executor do crime. Ele teria sido flagrado por policiais portando cestas básicas em uma pick-up em setembro de 2016, um mês antes das eleições. Os produtos deveriam ser entregues a eleitores na Aldeia Lalima.

Na época, Alexandre chegou a ser preso em flagrante, mas pagou fiança e foi liberado. Testemunhas ouvidas em inquérito do Ministério Público Eleitoral, incluindo moradores da Aldeia, confirmaram a intenção de compra de votos.

Em sua defesa, Marlene e Adailton alegaram que as testemunhas eram aliadas políticas de Gerson Prata, o candidato derrotado, e que os depoimentos eram incongruentes e contraditórios.

Fonte: Midiamax.