Bancada federal de MS gasta R$ 15 milhões em dez meses

A bancada federal sul-mato-grossense gastou em média R$ 1,5 milhão por mês, entre janeiro e novembro deste ano, com despesas para manter a estrutura política e pagar assessores.

Em média, cada um utilizou R$ 138,8 mil da verba pública por mês. As despesas com combustíveis, passagens aéreas, manutenção do escritório em Mato Grosso do Sul, divulgação e consultorias chegaram a R$ 3,320 milhões. Esses itens são da cota parlamentar e quem mais gastou foi o senador Nelson Trad Filho (PSD), com R$ 430,196 mil, e o menor gasto foi do deputado Luiz Ovando (PSL), com R$ 139,923 mil, de acordo com levantamento divulgado pelo site políticos.org.

Entre os deputados, o valor usado para pagamento de assessores foi de R$ 8,951 milhões, subindo para R$ 11,385 milhões os gastos para manter a estrutura e pessoal, o que representa R$ 1,138 milhão por mês em custos.

O deputado que mais usou os recursos públicos foi Vander Loubet (PT). Ele gastou R$ 1,693 milhão em dez meses, sendo R$ 429,8 mil com despesas diversas e R$ 1,263 milhão com pagamento de pessoal. Por mês, foram em média R$ 169,3 mil. Loubet disse que o gasto elevado ocorreu porque, “se consultar, fui o que mais passei no Estado entregando obras. Percorria 1,4 mil km nos fins de semana. Eram recursos e obras que sairiam no ano passado, mas só saíram agora. Desafio um deputado a provar que andou mais do eu. Eu levei mais investimento para o Estado, os novos [deputados e senadores] não têm o que entregar ainda”, emendando que “usei o material dentro da cota estabelecida por lei”.

Em segundo lugar, aparece o deputado Dagoberto Nogueira (PDT), com uso do dinheiro público que chega a R$ 1,636 milhão em dez meses. Em terceiro, está o deputado Beto Pereira (PSDB), com R$ 1,552 milhão. Em quarto, Fábio Trad (PSD) com R$ 1,522 milhão, seguido por Loester Trutis (PSL), com R$ 1,5 milhão, entre fevereiro e novembro deste ano.
“Se foi utilizado porque é necessário, se foi disponibilizado porque é legal”, disse o deputado Beto Pereira.

Os que menos gastaram foram o deputado Luiz Ovando (PSL), com R$ 1,072 milhão, a deputada Rose Modesto (PSDB), com R$ 1,175 milhão, e Bia Cavassa (PSDB), com R$ 1,230 milhão nos dez meses de mandato.  

SENADO

Enquanto a Câmara dos Deputados mostra os valores por despesa e com pessoal de forma resumida e aglutinada por tipo de gasto, o Senado Federal só disponibiliza desta forma os custos para manutenção do trabalho legislativo, sem apontar quanto cada um pagou aos servidores, além de dificultar o acesso à consulta dos salários com o uso de código de acesso pouco legível.

Na transparência do Senado, é mostrado que Nelson Trad Filho (PSD) é o senador do Estado com maior gasto. O parlamentar usou em dez meses R$ 430,1 mil da cota parlamentar para comprar  materiais de escritório e pagar diversas despesas, entre elas gastos com correspondência. 

Soraya Thronicke (PSL) gastou R$ 271,6 mil com aluguel de imóvel para escritório político, material de consumo, contratação de serviço de apoio parlamentar, passagens aéreas, entre outras.

A senadora Simone Tebet (MDB) foi a que menos gastou. Ela usou R$ 185,1 mil para compra de materiais e outros gastos permitidos para que realize a atividade parlamentar.

Fonte: Correiodoestado.

Em Nova Alvorada, Prefeito e Assessor Jurídico são acusados de causar prejuízos de 16 milhões aos cofres públicos

O Ministério Público Estadual ingressou na justiça estadual com uma ação civil pública por ato de Improbidade administrativa contra o prefeito de Nova Alvorada do Sul, Arlei Silva Barbosa (MDB) e seu assessor jurídico Oliveira Sérgio Borges Silveira, por supostamente terem causado prejuízos de mais de 16 milhões de reais ao cofres públicos

Segundo consta nos autos, o prefeito e o seu respectivo assessor jurídico teriam sidos inertes quanto as execuções fiscais, mesmo sendo alvo de investigação por inquéritos civil. Todavia, nenhuma medida efetiva foi adotada pelos acusados, que demonstraram total descaso em relação à arrecadação tributária do Município, assim, com o próprio patrimônio público, que conforme apurado, sofre prejuízos milionários.

Os débito de pouco mais de 20 (vinte) contribuintes apurados nos autos, perfazem um valor de R$ 16.304.949,22 (dezesseis milhões, trezentos e quatro mil, novecentos e quarenta e nove reais e vinte e dois centavos).

Ainda segundo os autos do processo esse montante pode já ter atingido a prescrição, levando ao inevitável prejuízo ao erário.

Para o promotor de justiça, ficou demonstrado que o prefeito Arlei e seu assessor jurídico tinham plena intenção (vontade) de se omitirem no que pertine às obrigações de implementarem providências para recolhimento de tributos devidos à Municipalidade.

“Inegável, enfim, que as condutas omissivas perpetradas pelos requeridos em tais ações judiciais são dolosas e não só ofenderam os princípios da administração pública, como legalidade, moralidade e eficiência, como acarretaram reais e vultosos prejuízos ao erário municipal.”

O Ministério Público, afirma que por diversas vezes foram cobrados para tomarem as respectivas providencias e adotarem as medidas necessárias à arrecadação dos tributos, informados e cientes das consequências, inclusive do prejuízo que levariam aos cofres públicos, os acusados não se importaram e omitiram-se do dever de agir.

Na ação o Ministério Público pede a condenação do Prefeito Arlei Silva Barbosa e do assessor jurídico Oliveira Sérgio Borges Silveira em razão da prática de ato de improbidade administrativa que causa prejuízo ao erário.

Segundo informações a serem confirmadas os acusados supostamente teriam permitido extinção de execuções fiscais em trâmite. Ainda segundo os autos a usina ATVOS (Agro Energia Santa Luzia) estariam sendo beneficiadas com as supostas “faltas de cobranças” onde seu débito de ISS Imposto Sobre Serviço perfaz o montante de R$ 3.724.916 (três milhões setecentos e vinte e quatro mil novecentos e dezesseis reais), dos quais quase três milhões estão a atingir o prazo prescricional neste ano e o prefeito nada fez para ver tal receita recolhida aos cofres públicos.

Fonte: CorreiodoMS.

PSD quer lançar Daniela Hall à prefeitura de Dourados

A vereadora Daniela Hall (PSD) deve ser a pré-candidata do partido à sucessão de Délia Razuk na Prefeitura de Dourados. A proposta foi defendida pelo  presidente do Diretório Estadual do Partido durante e senador, Nelsinho Trad, durante encontro realizado em Campo Grande.

O nome da vereadora, que já foi presidente da Câmara Municipal de Dourados aparece como uma alternativa do partido na disputa da sucessão municipal.  Segundo ele, a pré-candidatura de Daniela Hall, que exerce seu primeiro mandato,  se enquadra no projeto político do partido para chegar ao comando do executivo municipal.

Nelsinho Trad ressaltou que o partido está se organizando e se fortalecendo para a próxima eleição. Para isso, ele e lideranças regionais do PSD estão montando diretórios municipais. “Já estamos trabalhando para ter, sim, candidatos em todos os municípios “, afirmou o presidente regional.

FONTE:Midiamax.

Jogo sujo: Aneel tenta culpar incentivos à energia solar pelos aumentos na conta de luz

A Aneel adotou o jogo sujo, como forma de justificar a intenção de taxar em 63% a geração de energia fotovoltaica: André Pepitone, diretor da agência reguladora, culpou incentivos à energia solar pelos aumentos da conta de luz. O diretor carapetão esconde o que de fato impacta nas contas: as bandeiras tarifárias, que a Aneel inventou para eternizar as termelétricas, criadas emergencialmente no apagão de FHC para serem extintas 5 anos depois, porque produzem energia cara e suja. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Enriquecidas, as termelétricas ditam as regras na Aneel, tanto quanto distribuidoras, que a utilizam para inviabilizar a geração distribuída.

Aneel tenta fazer crer que o problema são 127 mil microgeradores de energia solar, equivalentes a 0,2% dos 84,1 milhões de consumidores.

Rodrigo Pinto da Universidade da Califórnia diz que só em novembro a energia solar reduziu custo de distribuição em R$66 milhões no País.

Na conspiração para liquidar a energia solar após incentivá-la, a Aneel manda um recado claro: suas próprias resoluções não são confiáveis.

Fonte: Diáriodopoder.

Deputado do PSL bate boca com Carluxo

O deputado Julian Lemos, considerado o principal cabo eleitoral de Jair Bolsonaro no Nordeste, discutiu nas redes sociais com Carlos Bolsonaro.

No Twitter, chamou o filho de Jair Bolsonaro de “Carluxa”, “doido”, “desequilibrado” e “merda”.

“Você pode bancar o fodão para muita gente, pra mim não, esse ano o lugar do debate vai ser no microfone da Câmara dos Deputados, o remédio de um doido é outro na porta. Esse aí é o grande influenciador do líder do nosso país, apenas um desequilibrado, Carluxa…Tu é um merda!”

Julian Lemos Deputado Federal@JulianLemosopb1

Você pode bancar o fodão para muita gente, pra mim não, esse ano o lugar do debate vai ser no microfone da Câmara dos Deputados, o remédio de um doido é outro na porta.
Esse aí é o grande influenciador do líder do nosso país, apenas um desequilibrado, Carluxa…Tu é um merda !

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1.15116:58 – 29 de dez de 2019Informações e privacidade no Twitter Ads849 pessoas estão falando sobre isso

Fonte: Oantagonista.

Reinaldo “esquece” corte de gastos e nomeia quase 2 mil comissionados

Depois de iniciar o ano exonerando 1.900 comissionados com a justificativa de ‘enxugar a máquina’ pública estadual, o governador Reinaldo Azambuja (PSDB) encerrou 2019 com acréscimo de servidores comissionados. Os dados estão disponíveis por meio de tabelas de cargos, funções e quantitativo de cargos em comissão de direção, chefia e assessoramento divulgados pelo Governo do Estado. São 1.935 comissionados ocupando os cargos de administração e chefia. Em janeiro deste ano, 1.900 comissionados chegaram a ser exonerados, mas no decorrer do ano o Governo recontratou número equivalente e incluiu 35 pessoas a mais. 

Conforme a publicação em Diário Oficial desta quinta-feira (26), as tabelas foram divulgadas para fins de controle e atualização. Segundo o decreto, as tabelas são decorrentes das transformações e das transferências, sem aumento de despesa, dos cargos em comissão, por atração de símbolo, denominação, desmembramento ou fusão, para implantação e atendimento às necessidades de recursos humanos de órgãos, de unidades administrativas e de entidades do Poder Executivo Estadual. 

Na Agepan (Agência Estadual de Regulação dos Serviços Públicos de Mato Grosso do Sul), são 47 comissionados; no Detran (Departamento Estadual de Trânsito) tem 289 cargos em comissão; na Agraer (Agência de Desenvolvimento Agrário e Extensão Rural) são 52; Iagro (Agência Estadual de Defesa Sanitária Animal e Vegetal), são 35; na Ageprev (Agência de Previdência Social de Mato Grosso do Sul) tem 48.

No Imasul (Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul) são 73; Agehab (Agência Estadual de Habitação) tem 22 comissionados; Agepen (Agência Estadual de Administração do Sistema Penitenciário) 21; Agesul (Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos) 152 cargos; Funtrab (Fundação do Trabalho de Mato Grosso do Sul) são 21; PGE (Procuradoria Geral do Estado), tem 162 comissionados; Sejusp (Secretaria de Segurança Pública) são 2, sendo um do corregedor e um superintendente; Funsau (Fundação Serviços de Saúde de Mato Grosso do Sul) são 20; UEMS (Universidade Estadual de MS) tem 59 comissionados.

Fonte: Midiamax.

Se Moro disputar Presidência, Brasil estará ‘em boas mãos’, diz Bolsonaro

Em sua última live deste ano, Jair Bolsonaro também disse que o Brasil “vai estar em boas mãos” caso Sergio Moro queira se candidatar à Presidência.

“Eu sempre falo: tem milhares de pessoas melhor[es] do que eu para disputar a eleição. Não pode é fazer aquele jogo de fogo amigo para entregar para a esquerdalha”, declarou o presidente.

Bolsonaro também “absolveu” Abraham Weintraub por ter retuitado –e depois apagado– um post em que o presidente era chamado de traidor pela questão do juiz de garantias. “Tá precisando treinar, deu uma dedada errada de férias.”

Fonte: Oantagonista.