Anvisa: PF conclui primeiro inquérito e diz que houve crime de ameaça

Douglas Bozza enviou email a cinco diretores da Anvisa, afirmando que iria matar quem “atentasse contra vida de seu filho” por causa da obrigação da vacinação contra Covid-19.

Anvisa
MARCELO CAMARGO/AGÊNCIA BRASILAnvisa

A Polícia Federal determinou que o paranaense Douglas Bozza cometeu crime de ameaça, depois de enviar email a cinco diretores da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) jurando morte a quem “atentasse contra vida de seu filho” por causa da vacina obrigatória contra Covid-19.

O inquérito, concluído no mês passado, estava aberto desde outubro.

Quando Bozza enviou as ameaças, em outubro, a Anvisa começava a debater a vacinação a partir dos 5 anos. Na última semana, a agência voltou a ser alvo de ataques com a aprovação do uso da Pfizer em crianças. Uma nova investigação foi aberta nesta segunda (20) após nova solicitação de integrantes da agência.

“Por identificar uma ameaça contra a saúde e integridade do meu filho nestas vacinas experimentais, sejam o que forem (sic), estou tomando a difícil atitude de retirá-lo do ambiente escolar” , dizia a mensagem enviada.

“Deixando bem claro para os responsáveis de cima para baixo: quem ameaçar, quem atentar contra a segurança física do meu filho, será morto” , completou Bozza no email.

Ao delegado da PF, os cinco diretores disseram que a ameaça resultou em uma situação de vulnerabilidade. Enquanto isso, o autor das mensagens eletrônicas alegou que existem provas de “que as vacinas são uma ameaça para as crianças” e que quis fazer “um pouquinho de terrorismo” com os técnicos da Anvisa.

FONTE: IG.

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