
Três vereadores de Rio Brilhante estão sendo alvos de Fake News de um perfil no Facebook, que afirma que os parlamentares estão pagando para que pessoas compareçam em atos políticos, bem como afirma que estes estariam comprando votos, o que é crime segundo a lei eleitoral.
Os vereadores acionaram a Polícia Civil que está investigando o caso, e pode entre outras medidas requerer a Justiça Eleitoral que o perfil seja suspenso das redes, uma vez que é clara a intenção de atingir a campanha a reeleição destes.
Em uma postagem o perfil afirma que o ex-presidente da câmara,vereador Nô, teria dado um terceiro a quantia de R$150 mil para que esta pessoa “comprasse votos”, enquanto que em uma outra publicação, existe a afirmação de que o parlamentar que tem 7 mandatos como vereador, estaria “gastando R$500 mil para se reeleger” . Na mesma postagem, o perfil afirma que o vereador Adão Evandro “estaria com votos em assentamento, porque estaria “distribuindo óleo diesel”. Na postagem, o perfil ainda afirma que o presidente do PSDB, vereador Everton Cristiano, estaria pagando a quantia de R$ 200 reais para pessoas adesivarem seus carros.
A ousadia do perfil foi tamanha, que além de imputar aos vereadores crimes como a compra de votos, o perfil ainda entrou em contato com um dos vereadores, dizendo que o voto dele e de sua família eram do vereador, e em seguida informou que estaria precisando de dinheiro, e que se haveria a possibilidade do vereador enviar a este uma quantia em dinheiro.
É importante destacar que aparentemente se trata de um “perfil fake”, criado unicamente com a finalidade de atacar estes parlamentares, e que embora não seja tão fácil descobrir quem esteja praticando este crime on line, o poder judiciário eleitoral, já possui meios de identificação tanto do perfil quanto de onde as mensagens estão sendo enviadas. Em eleições anteriores, pessoas que se utilizaram deste “artifício” para atacar adversários políticos, foram descobertos, e estão respondendo judicialmente.
Procurados por nossa reportagem, os vereadores disseram que já estão tomando todas as medidas judiciais cabíveis.

