Câmara de Terenos é investigada após denúncia de corrupção

O MPMS (Ministério Público de Mato Grosso do Sul) instaurou inquérito civil para investigar denúncias de corrupção na atual gestão da Câmara Municipal de Terenos – a 31 km de Campo Grande.

Em fevereiro deste ano, o MPMS iniciou procedimento para levantar provas após o então vereador José da Silva Cipriano, o Zé Paraíba (PP), denunciar esquema de corrupção supostamente praticado pelo presidente da Casa de Leis municipal, Marcos Inácio Campos (PSDB).

A abertura do inquérito foi determinada pelo promotor de Justiça Eduardo de Araújo Portes Guedes. Então, o objetivo das investigações será: “Apurar possível irregularidade na Câmara Municipal de Terenos consistente na não publicação dos contratos e das licitações realizadas no portal da transparência”.

Durante a abertura do ano legislativo, em 5 de fevereiro, o ex-primeiro secretário da Câmara – que renunciou ao cargo – fez a denúncia, que foi gravada em vídeo. “Não quero compactuar com isso. Sempre fui desrespeitado no cargo nessa gestão. Até agradeço de terem tirado o poder do secretário de assinar cheque de pagamento e de contratos superfaturados, porque se existe lei nesse país, ele [Márcio Campos] sai daqui algemado”, acusou.

Zé Paraíba afirma que o presidente tucano é um ‘carrasco, ditador’, que passa por cima do regimento da Casa. “Não tenho medo, estou respaldado. Não tenho medo de ameaça. Mas quero deixar registrado na tribuna se acontecer algum atentado comigo ele é o suspeito principal”, disse.

Ainda na tribuna, o vereador afirma que tem a data e horário dos saques que um suposto servidor estadual iria ao banco para sacar R$ 6 mil. “São oito pagamentos a esse sujeito que se o Ministério Público quiser, eu tenho os horários registrados. É só pegar as câmeras do banco”, apontou.

No documento protocolizado foram anexados os extratos. Constam transferências feitas a um homem, que não consta nos quadros de servidores da Câmara, ou contratado.

Essas transferências foram feitas em setembro, outubro e novembro, em parcelas de R$ 6 mil, somando R$ 36 ou R$ 48 mil em cada vez. Ao todo, o valor chega a R$ 120 mil.

Zé Paraíba afirma que o presidente tucano é um ‘carrasco, ditador’, que passa por cima do regimento da Casa. “Não tenho medo, estou respaldado. Não tenho medo de ameaça. Mas quero deixar registrado na tribuna se acontecer algum atentado comigo ele é o suspeito principal”, disse.

Ainda na tribuna, o vereador afirma que tem a data e horário dos saques que um suposto servidor estadual iria ao banco para sacar R$ 6 mil. “São oito pagamentos a esse sujeito que se o Ministério Público quiser, eu tenho os horários registrados. É só pegar as câmeras do banco”, apontou.

No documento protocolizado foram anexados os extratos. Constam transferências feitas a um homem, que não consta nos quadros de servidores da Câmara, ou contratado.

Essas transferências foram feitas em setembro, outubro e novembro, em parcelas de R$ 6 mil, somando R$ 36 ou R$ 48 mil em cada vez. Ao todo, o valor chega a R$ 120 mil.

Fonte: Midiamax.

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