RIO BRILHANTE: MESMO COM TAXA DO LIXO PROBLEMA DO “LIXÃO” CONTINUA

Quando a “Taxa do Lixo” foi aprovada pela câmara de vereadores em 2018, o que os defensores da criação da taxa diziam, que o interesse era o de acabar com o “lixão” a céu aberto que existia as margens da BR 163, onde o lixo era jogado e que segundo Termo de Ajustamento de Conduta celebrado entre município e Ministério Público Estadual, tinha como uma de suas finalidades reduzir os danos ambientais que estavam sendo causados em razão do lixo ser depositado de maneira direta no solo.

A lei foi aprovada e desde então os moradores de Rio Brilhante passaram a pagar a taxa de transporte de resíduos que tem como finalidade destinar o lixo do município a um local adequado. No entanto quase 2 anos se passaram desde que a cobrança começou, e até o momento nada mudou. Pois conforme as imagens que foram captadas pela reportagem o site Enfoque Político, é possível verificar que o local onde é feito o transbordo dos resíduos para transporte até o aterro continua nas mesmas condições de quando a lei foi criada, com muito lixo jogado diretamente no solo.

Os vereadores Tucura Segatto e Wandressa Barbosa, estiveram no local e puderam comprovar que além da taxa pesada pela cobrança do transporte do lixo até a cidade de Dourados, dificilmente os valores cobrados diretamente na conta de água dos munícipes deve sofrer alguma redução, e pelo menos por enquanto a população vai continuar pagando e o meio ambiente vai continuar sofrendo com os danos ambientais decorrentes da forma inadequada da manipulação do lixo.

Os vereadores ainda foram até o secretário de desenvolvimento Hugo Koji Suekane em busca de uma solução para a questão que tem sido um fardo para a população, no entanto o secretário não deu grandes esperanças aos representantes do povo, uma vez que segundo ele uma série de estudos precisam ser feitos para adequação dos valores e isso demanda tempo.

A câmara municipal deve juntamente com o poder executivo encontrar uma solução para esse problema, que afeta a população na parte econômica e ao mesmo tempo o problema dos impactos ao meio ambiente continua.

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