Promotoria pede impugnação da candidatura de Arlei Barbosa (MDB) e Jane Barrios (PSDB)

O promotor da 11ª Zona Eleitoral de Rio Brilhante, Jorge Ferreira Neto Junior, em alegações finais, reiterou pedido impugnação da candidatura a prefeito de Arlei Silva Barbosa (MDB) e a candidata a vice-prefeita Jane Maria Olmedo Barrios (PSDB).

Além da Coligação “Mudar é preciso”, o Ministério Público Eleitoral apresentou Ação de Impugnação de Registro de Candidatura AIRC, tendo em vista que o impugnado não atende todas as condições de elegibilidade constitucionalmente exigidas, pois teve julgada como irregular a prestação de contas de convênio firmado com a União, em decisão definitiva pelo Egrégio Tribunal de Contas da União. Arlei teria causado danos ao erário no valor R$ 459.823,13 (quatrocentos e cinquenta e nove mil, oitocentos e vinte e três reais e trezes centavos) de modo que não está na plenitude do exercício dos direitos políticos.

Escândalo

Uma série de escândalos, vem deixando o candidato Arlei Silva Barbosa, numa saia justa com seu eleitorado, recentemente circulou pelas redes sociais, um vídeo de uma reunião onde “grupo político” tramam supostos desvio de recursos da Câmara Municipal. Segundo informações a Justiça Eleitoral e Policia Federal estão investigando as denuncias e o processo corre em segredo de justiça.

Apoiado pelo Governador do Estado Reinaldo Azambuja (PSDB), que recentemente foi denunciado pelo MPF (Ministério Público Federal) ao STJ (Superior Tribunal de Justiça), requerendo a perda dos cargos públicos dos denunciados – no caso, o próprio Reinaldo Azambuja, e o conselheiro Estadual de Contas, Márcio Monteiro.

A peça do MPF, assinada pela subprocuradora-geral da República, Lindôra Araújo, também pede condenação de Reinaldo e do filho, Rodrigo, pelos crimes de líder de organização criminosa, corrupção passiva e lavagem de dinheiro – apenas neste delito, Reinaldo foi denunciado 60 vezes, ao lado do filho e do empresário João Baird.

O MPF também pede o pagamento de R$ 277,541 milhões a título de danos morais coletivos. Deste total, R$ 67,791 é referente a propinas pagas entre 2014 e 2016 ao governador de MS; e R$ 209,7 milhões referentes às renúncias fiscais concedidas à JBS.



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