Puccinelli desafia: ‘vamos ver em 2023 se não vai ser do MDB o governador eleito’

Após reunião da Executiva estadual do MDB em que foi definido o nome de Junior Mochi como presidente da chapa de consenso que vai concorrer na próxima convenção do partido, o atual comandante da sigla e ex-governador André Puccinelli lançou um desafio para as eleições estaduais, que acontecerão daqui três anos.

“Vamos ver se em 1º de janeiro de 2023, se não vai ser do MDB o governador eleito”, desafia André, que nega ser pré-candidato a prefeito de Campo Grande, mas não esconde o desejo de voltar às urnas em 2022 – apesar de também não cravar que isso ocorrerá.

Além disso, o ex-governador falou sobre a estrutura do partido, que já conta com 62 diretórios municipais definitivos e dois com comissão provisória no Estado. “O partido mais estruturado no MS é o MDB. Claro, saíram pessoas, mas vieram outras”.

Entre os citados por Puccinelli como integrantes que se juntaram ao MDB, estão os ex-deputados George Takimoto e Paulo Duarte, além de Gabriel Alves, vereador de Corumbá. Um dos dois últimos deve ser o candidato emedebista na capital pantaneira.

Já em Campo Grande, onde o próprio nome de André foi bastante cotado, ele revela que não será candidato em 2020, e que entre os pré-candidatos estão o ex-senador Waldemir Moka, o deputado estadual Márcio Fernandes, o vereador Dr. Loester Nunes e a ex-secretária Tânia Garib. “Não pretendo ser candidato, mas o partido terá”.

Mágoa com dissidentes do MDB

Questionado sobre se considerou traição a saída de vários ex-membros do MDB para outros partidos que estão no poder, situação já criticada anteriormente pelo ex-ministro Carlos Marun, André refutou traição, mas revelou haver certa mágoa com alguns.

“Traído é uma palavra muito forte. Fiquei magoado com alguns, mais intimamente. Dizer que não fiquei magoado é conversa fiada, mas traído não. Cada um procura seu destino e o destino vai dizer se fizeram acertadamente ou não”, explica André.

Um dos ex-membros do MDB que trocaram de sigla foi o prefeito de Angélica, Roberto Cavalcante. Em Campo Grande, a legenda também perdeu nomes que atualmente trabalham na gestão de Marquinhos Trad e foram para o PSD, como os subscretários Maicon Nogueira (Juventude) e Carla Stephanini (Políticas Públicas para a Mulher).

Sobre sua opção em sair da presidência regional do MDB, André comenta que sugeriu o nome de Junior Mochi para o substituir – o que foi aceito por unanimidade – e que com sua saída, vai poder “desburocratizar” as articulações do partido.

“Vou poder atuar melhor. Não vou precisar ficar só aqui em Campo Grande cumprindo expediente, vou poder atuar aqui e em todo o Estado. Não preciso mais fazer essas coisas burocráticas”, explica André, completando ainda que Eduardo Rocha seguirá sendo o líder emedebista na Assembleia e Renato Câmara o secretário geral.

Fonte: Midiamax.

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